Suco de laranja contra o colesterol.

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Em estudo realizado foi investigado o efeito do consumo habitual de suco de laranja no perfil dos lípides e lipoproteínas em homens e mulheres normolipidêmicos. Todos os voluntários consumiram 750mL/dia de suco de laranja durante 60 dias. Variáveis bioquímicas como perfil lipídico, apolipoproteínas, glicose, paraoxonase1 e o tamanho de HDL foram medidas antes e após o período de suplementação com suco de laranja. Também foram realizadas medidas antropométricas e inquéritos dietéticos. O consumo crônico de suco de laranja reduziu significativamente o colesterol total e o LDL-C nos homens e nas mulheres. O HDL-C e a apoA-I também diminuíram, refletindo a redução do colesterol total. Porém, os triacilgliceróis, apo B, PON1, tamanho da HDL, IMC, gordura corporal e circunferência abdominal não foram modificados com o tratamento com suco de laranja. Neste estudo, mostrou-se que o suco de laranja apresenta propriedade redutora sobre o colesterol, e foi sugerido que a associação dos flavonóides cítricos com a vitamina C previne o estresse oxidativo e o desenvolvimento da aterosclerose.

Fonte: Revista Scielo de Nutrição
http://www.scielo.br

Está na hora de largar o refrigerante!

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Que os refrigerantes não fazem nada bem a nossa saúde não é uma grande novidade. Mas para convencer você de vez reunimos uma lista de motivos para te fazer largar de vez esta bebida que deixa seu corpo nada nutrido.

Refrigerantes são uma bomba de açúcar e gordura. O problema disso é que essas substâncias fazem com o que corpo entenda que está sendo nutrido – o que não acontece de verdade – e libere enzimas que catalisam a energia proveniente do “alimento”. Como não há nada de nutritivo, o açúcar é armazenado como gordura e o organismo ainda perde vitaminas e minerais.

Se você acha que está fora desta lista por beber refrigerantes diets, está profundamente enganado. A ciência explica que essas bebidas contem substâncias que imitam o açúcar, fazendo com que o organismo entenda que a glicose está sendo absorvida. Até aí tudo bem, mas como a absorção não acontece, o corpo faz com que o consumo de açúcar seja compensado posteriormente, o que pode causar uma ingestão exagerada de açúcar, mesmo depois da necessidade de absorção já ter sido suprida.

Os refrigerantes mais consumidos são os produzidos a base de guaraná e de cola, cujos são ricos em cafeína. A cafeína é responsável pela dilatação dos vasos sanguíneos, excitação e liberação de adrenalina, o que pode causar pressão alta.

A parte natural que existe nos refrigerantes é muito pequena em comparação com as quantidades de xarope, aromatizantes, acidulantes, açúcares, corantes e adoçantes existentes. Resumindo, eles são compostos por muita química – que pode ser utilizada até mesmo para dissolver um rato e ossos – o que pode causar vários danos à saúde.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br 

Benefícios do óleo de coco.

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O óleo de coco é constituído por quase 90% de gorduras saturada, e por isso é um dos melhores, senão o melhor, óleo a ser usado para cozinhar. Sua saturação significa que a estrutura molecular é saturada de hidrogênios, enquanto a das gorduras insaturadas não. E o que significa é que as gorduras saturadas são mais estáveis e difíceis de oxidarem do que as monoinsaturadas e polinsaturadas. A oxidação é um dos processos que gera radicais livres, que se não combatidos por anti-oxidantes geram reações em cadeias que envelhecem e destroem internamente, contribuindo e  inflamações e doenças. É importante saber que todas as gorduras são sensíveis a calor, oxigênio e luz,  e quanto maior a saturação, maior a estabilidade e menor a suscetibilidade a esses fatores oxidativos. E é nesse sentido que o Óleo de Coco se destaca se comparado às gorduras polinsaturadas (óleos de soja, milho e girasol, por exemplo). Por esses fatores, um mito péssimo para a saúde é achar que óleos vegetais são mais saudáveis. Por serem em sua maioria, gorduras polinsaturadas, deviam ficar muito longe do calor, oxigênio e luz. A gordura saturada do Óleo de Coco é constituída de aproximadamente 65% de Ácidos Graxos de  Cadeia Média. Estes são moléculas menores do que as da grande maioria dos óleos vegetais que consumimos, por isso, são facilmente digeridas e absorvidas pelo nosso organismo e fornecem energia rápida e eficiente para nosso corpo sem a necessidade de enzimas pancreáticas. Infelizmente, poucos alimentos possuem essa substância, mas uma forma excelente de obtê-la é através do óleo de coco. Enquanto os ácidos graxos de cadeia longa – grande parte das outras gorduras vegetais – depois de digeridos serão distribuídos pelo corpo e reabastecerão também tecidos de gordura, os do óleo de coco após serem digeridas vão direto para o fígado, para serem transformadas em energia e em condições normais não são estocadas em forma de gordura: viram energia rapidamente. Além disso, o óleo de Coco tem menos calorias do que outras gorduras o que significa que mesmo quando armazenadas, são queimadas mais rapidamente. A mesma quantidade de gordura é por volta de 1\3 menos calórica do que outras gorduras.


Fonte: The Coconut Oil Miracle, de Bruce Fife
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21333271

 

Extratos de casca de cebola ajudam na hiperglicemia e criam resistência à insulina em dieta rica em gordura.

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Derivados de quercetina, encontrados na cebola, além de possuírem propriedades farmacológicas, tais como antiinflamatória, anticarcinogênica – pois atuam no sistema imunológico – , antiviral, e anti-histamínicas (antialérgicas), foram considerados como os flavonóides mais importantes para melhorar o estado do diabético em células e modelos animais. Em estudo realizado examinou-se a capacidade da hipoglicemia e da sensibilização à insulina sobre o extrato de casca de cebola (OPE), em uma dieta rica em gordura contendo alta quercetina. OPE pode melhorar a resposta da glicose e criar resistência à insulina que é associada com a diabetes tipo 2, aliviando a desregulação metabólica de ácidos gordos livres, o stress oxidativo suprimindo, regulando-se a captação de glicose em tecidos periféricos, e / ou para baixo-regulação da expressão do gene inflamatória no fígado. Além disso, na maioria dos casos, OPE mostrou maior potência do que pura equivalente quercetina. Estes resultados fornecem uma base para a utilização da casca de cebola para melhorar a insensibilidade à insulina em pacientes com diabetes tipo 2.

Ano: 2011
Autor: Ji Young Jung, Yeni Lim, Min Sun Moon, Ji Yeon Kim e Oran Kwon (Department of Nutritional Science and Food Management, Ewha Womans University)
Fonte: http://www.nutritionandmetabolism.com/content/8/1/18

Cálcio: a favor da sua saúde.

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O cálcio é um dos minerais mais abundantes no nosso organismo e seu metabolismo é um dos processos biológicos básicos para nossa sobrevivência. Embora historicamente ligado, principalmente, ao desenvolvimento estrutural e manutenção óssea, o cálcio é agora reconhecido como um componente chave de muitos caminhos fisiológicos necessários para uma ótima saúde, incluindo cardiovascular, neurológico, endócrino, renal, e os sistemas gastro-intestinal. Uma recente análise mostrou um potencial aumento de eventos cardiovasculares relacionados à suplementação de cálcio. O possível mecanismo de ação dessa correlação não foi bem elucidado. Esse tema tem gerado grande interesse devido ao uso generalizado de suplementos de cálcio, particularmente entre os de meia-idade e idosos que estão em maior risco de eventos cardíacos. Estudos anteriores não encontraram possíveis fatores de confusão, tais como o uso de estatinas, aspirina ou outros medicamentos. Estes resultados controversos garantem estudos bem projetados utilizados para investigar a relação entre a suplementação de cálcio e os desfechos cardiovasculares.

Ano: 2012
Autor: 
Vaishali B Patel (Division of Endocrinology, Metabolism & Genetics, The University of Kansas Medical Center), James L Vacek (Mid America Cardiology, The University of Kansas Medical Center), Leland Graves (Division of Endocrinology, Metabolism & Genetics, The University of Kansas Medical Center), e Rajib K Bhattacharya (Division of Endocrinology, Metabolism & Genetics, The University of Kansas Medical Center).
Fonte: 
http://www.nutritionandmetabolism.com/content/9/1/24

A proteína do leite pode melhorar a saúde metabólica.

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Temos uma boa notícia aos amantes de leite e derivados: estudos mostram que o consumo de produtos lácteos está associado com a diminuição de distúrbios metabólicos, enquanto evidências de um estudo experimental mostram que proteínas lácteas podem auxiliar a prevenção de diabetes tipo 2 (T2DM). O retardo da saúde metabólica é uma característica comum do sobrepeso, obesidade e do envelhecimento e é, também, o precursor da Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), da doença cardiovascular (DCV) e é um crescente problema de saúde mundial. A “Sarcobesity” e a diabetes estão crescendo rapidamente entre os problemas de saúde. Bem como através de mecanismos diretos, a proteína de leite pode indiretamente melhorar a saúde metabólica, auxiliando a perda de peso corporal e massa gorda através de efeitos anabólicos de proteínas derivadas de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs lácteos). BCAAs aumentam a síntese protéica metabólica do músculo esquelético. A composição e processamento da proteína de leite tem um impacto na digestão, portanto, a otimização da composição da proteína de leite por meio da seleção e combinação de componentes de proteínas específicas no leite podem fornecer uma maneira de maximizar os benefícios para saúde metabólica. Portanto, para ter um metabolismo sempre em dia, aconselhamos o consumo diários de produtos lácteos como leite, iogurtes, queijos, natas, etc.

Ano: 2013
Autor: 
Robin A McGregor (School of Biological Sciences, University of Auckland e University of Auckland Human Nutrition Unit) e Sally D Poppitt (School of Biological Sciences, University of Auckland, University of Auckland Human Nutrition Unit, Department of Medicine, University of Auckland e Riddet Institute)
Fonte: 
http://www.nutritionandmetabolism.com/content/10/1/46

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