A Vitamina D e a Fortificação de Alimentos.

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VITAMINAS SÃO MICRONUTRIENTES NECESSÁRIOS AO METABOLISMO E QUE NÃO PODEM SER SINTETIZADOS PELO CORPO HUMANO. ESTA DEFINI­ÇÃO CLÁSSICA DAS VITAMINAS POS­SUI UMA EXCEÇÃO: A VITAMINA D.

Uma tradução livre do significado de vitami­nas encontrada no livro Nutrition Food and the Environment, de Vincent Hegarty (1995), permite a inclusão da Vitamina D no rol des­tes micronutrientes: “Vitaminas são substâncias orgânicas, requeridas para funções metabólicas espe­cíficas do corpo, necessárias em pequenas quantidades na dieta”.

Isolada na década de 1920, apenas 50 anos depois des­cobriu-se que ela poderia ser produzida pelos humanos, ferindo o conceito clássico das vitaminas.

Além de poder ser ingerida a partir de alimentos nos quais está naturalmente presente, ou através de alimentos forti­ficados, a Vitamina D pode ser sintetizada pelo corpo huma­no, num ciclo desencadeado pela luz do Sol. Hábitos de vida modernos minimizam a ex­posição aos raios ultravioleta (raios UVB), reduzindo portan­to, o “auto-suprimento” deste micronutriente. Vestuários típicos das grandes cidades, encasulamento em casa ou no trabalho, lazer em ambiente fechado, ou mesmo o benéfico uso dos protetores solares, são exemplos de costumes que minimizam nossa intera­ção com a luz solar. Some a isto as dietas livres de carne vermelha, vísceras (fígado, por exemplo), ovos e gorduras, e teremos uma equação que resulta numa baixa produção e suprimento de Vitamina D.

A vitamina D é importante em diversos sítios metabólicos do corpo humano, daí sua presença em múltiplos buquês nutricionais aplicados na fortificação de alimentos, para o aporte de benefícios típicos desta vitamina e dos consórcios, dos quais participa, com outros micronutrientes.

A Vitamina D, por exemplo, e não apenas:

• Auxilia na absorção de cálcio e fósforo a partir do trato gastrointestinal;

• Aumenta a fixação mineral nos ossos;

• Regula a eliminação de cálcio e fósforo pelos rins;

• Participa dos processos de transmissão nervosa, contribuin­do para regulagem da função muscular cardíaca.

Também conhecida como “Vitamina Anti-Raquitismo”, juntamente com os hormônios “calcitonina e paratireóide (presentes em nosso organismo) a Vitamina D é necessária para a regular a homeostase do cálcio e o metabolismo do fósforo” (BASF, 2003). Re­sumidamente regula a absorção e fixação de minerais para melhor desenvolvimento, manutenção do esqueleto e tônus muscular. Os buquês nutricionais compostos pela Vitamina D aportam benefícios ao ser humano desde a mais tenra até a melhor idade. Na infância é instrumento contra o raquitismo, na maturidade melhora o sentido de equilíbrio corpóreo, minimiza a perda de densidade óssea e auxilia o apropriado com­passo cardíaco.

Acredita-se quee a deficiência em Vitamina D acometa 50% da população brasileira com menos de 50 anos, e em torno de 80% dos idosos. Possivelmente a fortificação (ali­mentos adicionados de vitaminas e minerais) seja o método mais eficaz para aporte nutricional da Vitamina D, sendo também o mais seguro e economicamente viável. Os alimentos enriquecidos somam-se aos naturalmente dotados de Vitamina D e à mode­rada exposição UVB, minimizando a possibilidade de efeitos indesejáveis.

Na fortificação e suplementação alimentar, o suprimento de Vitamina D é realizado com o uso de duas substâncias: ergocalciferol (Vitamina D2, plantas e cogumelos) e Colicalciferol (Vitamina D3, animais), que após ingeridas e digeridas são levadas pela corrente sanguínea ao fígado, onde passam por uma primeira transformação, antes de serem, nos rins, convertidas na forma ativa Vitamina D. Daí é distribuída pelos diversos sistemas do corpo humano, participando de importantes transformações metabólicas: da multiplicação celular ao efetivo funcionamento do sistema imunológico; do cresci­mento e desenvolvimento corpóreo a minimização da tendência à obesidade; etc.

Por isso tudo, parece-me confortável dizer a você que consulte regularmente seu médico e se ele não tiver nada contra, continue tomando Sol até às 10 da manhã, ou depois da 16h e usando protetor solar, eles já comprovaram sua importância para a saúde, consuma alimentos que naturalmente contém Vitamina D e insira em sua dieta os alimentos fortificados que você mais gosta.

Texto: Divanildo Carvalho Junior. Gerente de Tecnologia e Inovação – Granotec do Brasil.

Dicas de como organizar a geladeira!

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Tire tudo de dentro da geladeira para poder limpá-la. Acomode os alimentos sobre uma superfície limpa. O que estiver congelado pode ser colocado dentro de sacolas térmicas ou geladeiras de isopor.

Descarte imediatamente os alimentos vencidos ou estragados.

Pequenas sobras de comida podem ser armazenadas em potes de plástico ou de vidro. Prefira os transparentes e em formato quadrado ou retangular, que se encaixam nos cantos. Guarde as sobras juntas para ficar mais fácil de visualizar no dia a dia e não desperdiçar.

Carnes devem ser guardadas no congelador ou no lugar mais frio da geladeira, se o consumo for no mesmo dia. Nunca lave as carnes, pois a água não é pura e pode conter bactérias que, misturadas à carne, contaminarão o alimento.

A gaveta grande da geladeira serve para manter os legumes e verduras frescos. Procure manter esses alimentos em saquinhos, pois isso aumenta a sua durabilidade e ainda mantém a gaveta limpa.

Somente as frutas maduras ou já cortadas devem ser guardadas na geladeira. O restante pode permanecer em temperatura ambiente.

Na porta, dê preferência para bebidas e todos os mantimentos que forem armazenados em garrafas.

Ovos não podem ser guardados na porta, pois estragam mais rápido.

Procure etiquetar todos os alimentos guardados em potes de plástico ou vidro, tanto na geladeira quanto no congelador. É interessante colocar também a data de validade em cada uma das etiquetas.

Quem tem crianças em casa pode ter uma cestinha para lanches e petiscos na altura dos pequenos, para que eles mesmos tenham acesso.

Você também pode ter uma cestinha para artigos do café da manhã – assim, quando puser a mesa, basta pegar a cestinha com tudo dentro.

Tome cuidado para não sobrecarregar a geladeira, pois o ar precisa circular. Por esse motivo, evite colocar toalhinhas e outros tipos de obstruções nas prateleiras.

Também é importante tomar alguns cuidados básicos com relação à limpeza da geladeira. Utilize sempre panos úmidos e a menor quantidade possível de produtos químicos, para evitar contaminação – afinal, a geladeira fica o tempo todo fechada. Você pode misturar um pouco de água morna com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa para cada 2 litros de água) e aplicar essa solução com um pano umedecido. Por fora, o refrigerador pode ser lavado com água e sabão ou produtos mais fortes, como limpadores multiuso.

Lembre-se de semanalmente fazer uma seleção e jogar fora os alimentos vencidos. Depois dessa verificação, vale a pena fazer uma limpeza mais leve na geladeira, especialmente nas prateleiras. A limpeza mais profunda deve ser feita pelo menos uma vez por mês.

Fonte: http://www.clubecolombo.com.br/

Tendências!

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Os consumidores criam as tendências de mercado. Tendências de mercado orientam as inovações. Inovações levam ao sucesso. Como você distingue uma demanda real de mais um produto no mercado – e como capitalizar as idéias para inovar antes da concorrência?

Eles querem conforto e para tal buscam alimentos seguros, derivados de fontes confiáveis e de origens conhecidas. Também querem praticidade, conveniência e experiências gastronômicas que lhes dêem satisfação e prazer – de preferência com o estilo caseiro, combinando simplicidade e qualidade.

Seus consumidores querem mais prazer e satisfação em suas vidas – e em seus alimentos. Comer é uma jornada sensorial.
Querem tudo ao mesmo tempo: economia de tempo, praticidade, conveniência, rapidez e flexibilidade. Mas conveniência não significa comprometimento.
Consumidores levam nutrição a sério. As vendas de alimentos que contêm ingredientes nutricionais como fibras, antioxidantes e grãos integrais têm crescido ano após ano.

Transforme tendências de mercado em realidade. Reduzindo gorduras e calorias e adicionando nutrientes e fibras aos produtos – tudo mantendo a alta expectativa da experiência sensorial “de comer” dos seus consumidores.

Rótulo

Hoje, os consumidores querem ingredientes, cujos nomes nos rótulos eles entendam e possam pronunciar, fáceis de entender e realçam a qualidade dos seus produtos. Estes proporcionam uma agradável sensação de “feito-em-casa” e resistem às típicas condições de processamento dos alimentos.

Fonte: http://www.revista-fi.com/

Pirâmide alimentar é reformada!

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A pirâmide alimentar que norteia o Guia Alimentar Brasileiro do Ministério da Saúde está mudando. Foram inseridos novos alimentos, com alto valor nutricional, com o objetivo de adequar a dieta à realidade e aos hábitos alimentares do brasileiro, fornecer à população informações nutricionais de modo acessível e valorizar os produtos regionais. A nova pirâmide foi elaborada pela equipe de pesquisadores do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP. O objetivo da readequação não foi apenas se adaptar à essa nova realidade e à disponibilidade de alimentos, mas também educar apopulação para que se atente ao valor nutricional de cada alimento. Dados do IBGE e do Ministério da Saúde indicam que o peso dos brasileiros vem aumentando preocupantemente. O percentual de homens adultos com excesso de peso saltou de 18,5% para 50,1%, enquanto o índice de acima do peso passou de 28,7% para 48%. No desenho atual, os alimentos estão distribuídos em oito grupos e quatro níveis, conforme o nutriente que mais se destaca na sua composição. Para cada grupo são estabelecidos valores energéticos, fixados em função da dieta e das quantidades dos alimentos, permitindo estabelecer os equivalents em energia (kcal). Uma alimentação saudável deve ser composta por quarto a seis refeições diárias, distribuídas em três refeições principais (café da manhã, almoço, jantar), com 15% a 35% das recomendações diárias de energia, e em até três lanches intermediaries (manhã, tarde e noite), com 5% a 15% das recomendações diárias de energia.

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home

Alimentos que melhoram seu humor.

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Todos sabemos que acordar de mau humor às vezes é normal, principalmente na segunda-feira. Mas para que esse humor não se espalhe pelo resto dos dias da semana, você pode dar um pouco de atenção a sua alimentação. Por exemplo a alface é ótima para amenizar a irritação, seu talo contem Lactucina, uma substância que funciona como calmante, além disso, a alface é rica em Fosfato e falta desse elemento no organismo causa depressão, confusão mental e cansaço. Então use e abuse, inclusive no preparo de sucos, nas saladas e nos chás.

A banana é outro alimento muito comum que pode ajudar, e muito, o seu humor. Ela é rica em carboidratos, Potássio, Magnésio e Biotina o que vão lhe garantir um sono tranquilo. A banana possui também a vitamina B6, que produz energia no seu organismo, o que vai te dar aquele pique para começar o dia, mas cuidado, a banana contem muita frutose, o que pode engordar.

Se você tem pressão alta, a verdura para você é o espinafre. Ele contem Magnésio, Fosfato e vitaminas A, C e do complexo B, que ajudam a estabilizar a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso. Além disso, ele tem Potássio e Ácido Fólico que previnem a depressão.

Você é fã de frutos do mar? Então deve estar sempre de bom humor! Eles têm Zinco e Selênio que agem no cérebro, diminuindo o cansaço e a ansiedade. Também são boas fontes de proteína e gordura saudável – Omega 3 – , essencial para o bom funcionamento do coração.

Jabuticaba: essa frutinha contém ferro – que combate a anemia – e vitamina C, que aumenta as defesas do organismo. E mais, a jabuticaba é rica em carboidratos, que fornecem energia e, por isso, reanimam. Para que não prenda os intestinos, a cada 10 jabuticabas, mastigue – e ingira – uma com casca e tudo.

Os nutrientes dos ovos que garantem o bom humor são a Tiamina e a Niacina (vitaminas o complexo B), ácido Fólico e Acetilcolina. A carência deles pode causar apatia, ansiedade e até perda de memória. Dois ovos por semana é uma porção bastante saudável.

Fonte: http://an.locaweb.com.br/Webindependente/ciencia/

Adoçante ou açúcar?

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A “doçura sem açúcar” continua sendo o Santo Graal da inovação química. Uma substância que imita o sabor do açúcar, com nenhum sabor ou estabilidade e um preço competitivo é o sonho de qualquer especialista em alimentação – ou pelo menos a empresa que os emprega. Como vemos, os níveis de obesidade globais sobem, assim a redução de calorias assume maior urgência entre as empresas de alimentos e bebidas. Como os consumidores viram suas cinturas aumentar, o interesse em alimentos com valores calóricos reduzidos aumenta. Depois de a gordura ser reduzida, o açúcar tem sido a “alavanca” que os fabricantes podem puxar para reduzir calorias em seus produtos.

Infelizmente, a substituição do açúcar nunca foi fácil, tanto àqueles a concepção do produto e quando àqueles a ingeri-lo. Poucos que experimentam seu primeiro gole de um refrigerante diet são imediatamente encantados, é mais de um gosto adquirido. Menos pessoas ainda iriam escolher voluntariamente uma trufa de chocolate sem açúcar, a menos que eles estavam preocupados com seu peso ou tenham diabetes. Quando se trata de açúcar, não há nada como a coisa real. Mas o ponto aqui é que muitas pessoas aprenderam a sacrificar o sabor padrão do açúcar para os substitutos do açúcar, porque eles os vêem como o menor de dois males.

Apesar de sua ampla aceitação e aprovação, substitutos do açúcar não estão livres de seus problemas. Por exemplo, o Centro de Ciência no Interesse Público mudou recentemente sua categorização da Sucralose de “seguro” para “cautela” na pendência da revisão de um estudo ainda inédito, como a experiência de um laboratório independente na Itália, que descobriu que o adoçante causou leucemia em camundongos. Ciclamato, um exemplo clássico, foi proibido no uso em alimentos nos EUA depois que estudos, na década de 1960, que mostram o seu papel na causar câncer de bexiga em ratos.

Pesquisas mostram que menos da metade dos norte-americanos acham que substitutos do açúcar são perfeitamente seguros e a outra metade dos entrevistados permanecem céticos em relação à segurança de todos os adoçantes artificiais. O estado de advertência de Sucralose, provavelmente, não vai surpreender os consumidores nem vai impedir o seu uso, assim como o açúcar tem suas próprias implicações de saúde para todos.

Fonte: http://www.mintel.com/blog/

O Zinco e a Síndrome de Down.

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Um estudo relatou os aspectos funcionais do zinco, bem como a participação desse mineral nas alterações metabólicas presentes em indivíduos portadores de Síndrome de Down. A maioria dos trabalhos realizados observou que o estado nutricional relativo ao zinco nesses pacientes está inadequado, com alterações no sistema antioxidante, imunológico e no metabolismo dos hormônios da tireóide. Estudos in vitro apontam que o zinco participa como co-fator da enzima deiodinase tipo II na conversão periférica de tiroxina em triiodotironina, e que essa reação está diminuída em indivíduos portadores de Síndrome de Down, o que contribui para a manifestação de distúrbios, como o hipotireoidismo subclínico. As alterações na compartimentalização do zinco no organismo desses indivíduos também favorecem a expressão excessiva da enzima cobre/zinco (Cu/Zn) superóxido dismutase, com aumento do estresse oxidativo, e ainda alterações no sistema imune. Na Síndrome de Down, tem sido demonstrada melhora no metabolismo dos hormônios tireoidianos e na função imune, após a suplementação com zinco. Portanto, o papel metabólico do zinco na Síndrome de Down deve ganhar mais atenção, tendo em vista que esse mineral pode contribuir no controle das alterações metabólicas comumente presentes em indivíduos portadores dessa síndrome.

Fonte: Revista Scielo de Nutrição
http://www.scielo.br