Sorvete de extrato de arroz garante primeiro lugar em Alimentos no Inova Senai.

Alunas da escola da instituição na Barra Funda venceram o prêmio com opção mais saudável da sobremesa gelada

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Tatiane Michele Bonavita é educadora física, Thayse Cristine Fernandes Nunes é bióloga e Paula Fernanda da Silva Irenti é fisioterapeuta. Em comum, a idade, 29 anos, e o desejo de fazer chegar ao consumidor uma opção diferente de sorvete, mais saudável e que pode ser consumida por quem tem intolerância à lactose. Tudo isso com muito sabor, claro.

Ex-alunas da escola Senai de Barra Funda, na capital paulista, Tatiane, Thayse e Paula criaram o gelado comestível simbiótico elaborado com extrato de arroz, junto com Killian Colombo Maciel. Ou seja, um sorvete sabor chocolate preparado com o leite do grão em vez do leite de vaca. A ideia se destacou e venceu a edição 2013 do Inova Senai na categoria Alimentos. A premiação foi realizada em setembro, no Anhembi, durante a São Paulo Skills, maior competição do ensino profissionalizante do estado.

“A ideia é não caracterizar esse sorvete como um remédio ou uma alternativa para intolerantes à lactose, mas sim como uma opção saudável de alimento”, conta Thayse.  “A gente tentou chegar o mais próximo possível do sabor de um sorvete comum”, explica.

E parece ter chegado. O gelado comestível tem a textura de um sorvete à base de leite de vaca, mas o sabor do chocolate nessa versão, por exemplo, é mais encorpado, com massa de cor mais escura.  O grupo optou pelo sabor chocolate por essa ser uma “preferência nacional”. “Pesquisamos e descobrimos que 70% do público brasileiro prefere o sabor chocolate”, afirma Tatiane.

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A educadora física explica que a substituição do leite de vaca pelo extrato de arroz aumentou a eficiência do gelado na garantia de saúde e do bem estar. “A ideia era criar um alimento funcional também. A gente optou pelo leite de arroz por ele ser rico em cálcio e fibras”, diz. “Além disso, a gente adicionou fibra de milho, aumentando o valor de fibra do sorvete e reduzindo o teor de gordura”, diz Tatiane.

Segundo a orientadora do grupo, a professora de alimentos no Senai Bárbara Mesquita, se comercializado, o sorvete com extrato de arroz faria parte da “categoria premium” de gelados. “Até porque o sabor dele é diferente dos tradicionais de chocolate, tem mais fibras e menos gordura”.

A loja de doces

Apesar de terem outras profissões, as meninas do sorvete de arroz também possuem formação em Técnico de Alimentos pelo Senai. Isso como forma de agregar valor à carreira.

A fisioterapeuta Paula, por exemplo, decidiu não seguir na área depois da experiência com manipulação de alimentos. Influenciada pela mãe, uma doceira que estava prestes a abrir sua loja, a mais tímida integrante do grupo resolveu ficar com o negócio da família e ser empreendedora.

“Minha mãe trabalha há 30 anos com doces. E quando eu estava me formando na faculdade ela montou uma loja. Comecei a ajudar na loja e a fazer algumas coisas com chocolate”, lembra.

Fonte: www.sp.senai.br/alimentos

Dez tendências alimentares para 2014, confira!

O blog Meu bem estar trouxe 10 tendências alimentares apontadas pelo Us News para o ano de 2014, fique ligado. Novos espaços onde pode aprender a cozinhar, mais aplicações que informam sobre os produtos e embalagens mais ecológicas são algumas das tendências alimentares que este ano reserva.

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Em 2013, o mundo alimentar experimentou os “cronut”, uma espécie de croissants misturados com donuts, o hambúrguer ramen, onde pão é feito a partir de noodles e assistiu ao desenvolvimento do mercado dos alimentos baseados em proteínas.

Veja o que mais vem por aí:

1. Empresas com maior envolvimento em causas sociais vão liderar o mercado

A maioria dos consumidores aprecia as empresas que se envolvem em causas sociais e, como tal, as marcas que ofereçam um produtor favorável ao consumidor e que incentivem e apoiem causas sociais vão beneficiar da preferência dos consumidores e ganhar quota de mercado.

2. Embalagens mais ecológicas e comestíveis

Os consumidores estão cada vez mais informados sobre os produtos que consomem, mas também sobre as embalagens que protegem os produtos. Algumas empresas já deram um passo em frente e estão a utilizar as novas tecnologias para criar embalagens mais ecológicas que são, inclusive, comestíveis. É o caso de uma hamburgueria brasileira que começou a servir hambúrgueres em embalagens comestíveis.

3. Consumidores altamente tecnológicos

Os retalhistas já perceberam que comprar alimentos online é o futuro. Como tal, mais aplicações para smartphone deverão ser desenvolvidas para permitir a compra online, mas também para informar os clientes sobre determinado produto.

4. Sabores de todo o mundo à mesma mesa

No próximo ano, os sabores internacionais vão estar ainda mais presentes na nossa cozinha. As especiarias e os temperos mais exóticos não só avivam os pratos, como também trazem benefícios à saúde.

5. Lanches felizes

Vários estudos realizados o ano passado revelam que as pessoas estão a fazer mais refeições por dia, repartindo o almoço e o jantar com pequenos lanches ao longo do dia. Como tal, os hipermercados podem capitalizar esta tendência e apostar na venda de pequenos snacks mais saudáveis e saborosos.

6. Desperdice menos, queira menos

Grande parte da comida que compramos acaba por ir para o lixo. Assim, para poupar a sua carteira e ser mais ecológico reutilize a comida, invente pratos com o que sobra das suas refeições e não compre comida perecível em grandes quantidades. Faça sempre que possível listas de compras, que o vão ajudar na poupança e a evitar o desperdício.

7. Hora do chá

A bebida, enraizada na sociedade britânica e na cultura asiática, vai fazer cada vez mais parte da cultura dos restantes países ocidentalizados. Além de ser uma das bebidas mais populares em todo o mundo, os benefícios do chá são vários. Várias marcas, como a Starbucks começam a dar os primeiros passos na especialização da comercialização da bebida. Desde chás puros a infusões, as opções são inúmeras, é só escolher a que mais gostar.

8. Os novos superalimentos

Todos os anos surgem novos alimentos rotulados como superalimentos. Embora alguns mereçam tal denominação, outros não. Em 2013, a couve, a quinoa, a salvia hispânica, também conhecida por chia, foram alguns dos alimentos que mais sucesso fizeram. Em 2014 prepare-se para o freekeh, um alimento produzido a partir de trigo verde torrado, e para o teff, um cereal comum na Etiópia e Eritreia, mas desconhecido no resto do mundo. A couve-flor vai começar a ser colorida e não se admire se vir puré deste vegetal.

9. Os produtos anti-alérgicos

O mercado de produtos para os consumidores intolerantes vai continuar em expansão e deverá ser cada vez maior a oferta de produtos sem glúten, soja, nozes, derivados lácteos e outros componentes. Os produtos feitos a partir de coco devem ganhar popularidade.

10. A nova escola de culinária

Os supermercados deverão converter-se nas novas mecas da culinária. Muitos destes espaços comerciais já oferecem workshops de culinária aos clientes ou possuem uma comunidade de centros culinários, onde os clientes da superfície comercial se reúnem e aprendem dicas de culinária uns com os outros.

Fonte: http://health.usnews.com

Cenário mundial da Nutrição.

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No Evento Internacional de Nutrição +Bio, que ocorreu em novembro de 2013, nosso palestrante Steven Rumsey, da Bunge, mostrou um panorama da nutrição na atualidade e fizemos um infográfico para ilustrar esse cenário, confira!

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Pistache combate o estresse, aponta pesquisa.

Pesquisa norte-americana revela que uma dieta saudável e rica em pistaches reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca em situações estressantes.

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De acordo com os pesquisadores da Pennsylvania State University, nos Estados Unidos, o pistache pode trazer vários benefícios para a saúde. Além de ser rico em fibras, que ajudam a melhorar o funcionamento intestinal e a obesidade, ele reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca em situações estressantes.

A pesquisa foi realizada com adultos não fumantes, que seguiram dietas de baixa caloria e diferentes quantidades de pistache. Os resultados indicaram que os participantes com dietas que incluíam o pistache apresentaram reduções na pressão arterial, resistência vascular periférica e frequência cardíaca em situações de estresse profundo.

Para Penny M. Kris-Etherton, autora da pesquisa, os resultados são muito promissores, pois mostram que os pistaches também têm efeitos benéficos para as doenças cardiovasculares. A pesquisadora afirma ainda que este estudo mostra que os alimentos que comemos afetam diretamente nas respostas fisiológicas ao estresse.

Fonte: http://www.universia.com.br/

Tendências alimentares Brasileiras (parte III).

Para avaliar o grau de aderência do consumidor brasileiro às tendências internacionais, a FIESP encomendou ao Ibope uma pesquisa nacional realizada nas nove principais regiões metropolitanas do País.

Das quatro tendências encontradas no Brasil, três delas são similares às globais; Conveniência e Praticidade, Confiabilidade e Qualidade, Sensorialidade e Prazer.

A 4ª tendência identificada no país representa a fusão entre duas observadas nos estudos internacionais de referência: Saudabilidade e Bem-estar e Sustentabilidade e Ética.  No País, o engajamento em prol do social e do meio ambiente vinculados às praticas de consumo de alimentos já está presente, porém atrelado a questões de saudabilidade e bem-estar.

Esse segmento representa, aproximadamente, 21% do mercado consumidor de alimentos, com forte potencial de crescimento, estando mais presente na classe C; entre casados; com destaque para a Região Nordeste. O que mais se destaca nesse grupo é a busca por alimentos que podem trazer algum benefício à saúde. Para isso, buscam selos de qualidade e outras informações sobre a origem dos alimentos. A procura pela qualidade de vida se revela, nesse segmento, como um ideal mais amplo, que inclui a sociedade e o meio ambiente. Esses consumidores priorizam a compra de alimentos industrializados se souberem que o fabricante protege o meio ambiente ou tem projetos sociais. Por outro lado, deixam de comprar o produto de empresas envolvidas com irregularidades, mesmo sendo de uma marca conhecida ou de confiança.

Esta publicação evidencia que as transformações nos fatores de demanda estão levando a importantes mudanças no comportamento do consumidor, refletidas pela indústria de alimentos nos novos ingredientes, processos e embalagens que integrarão um produto com diferenciais competitivos em relação aos demais. Dessa forma, quem ganha é a sociedade como um todo com conhecimentos e informações que proporcionarão produtos brasileiros com qualidade assegurada, saborosos e saudáveis, dentro de um cenário de sustentabilidade e ética cada vez mais importante para 2020.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br/

Tendências alimentares Brasileiras (parte II).

Com esse objetivo identificaram-se as recentes exigências e tendências dos consumidores mundiais de alimentos, com base em uma análise de relatórios estratégicos produzidos por institutos de referência, com a divisão de 5 categorias de grupos. Estes grupos são:

Sensorialidade e prazer
As tendências desta categoria estão ligadas ao aumento do nível de educação, informação e renda da população, entre outros fatores.

Os segmentos de consumo de produtos de maior valor agregado tendem a continuar crescendo, tanto em relação aos produtos gourmet premium, geralmente destinados à população de alta renda, como também para os alimentos sofisticados que têm preço acessível para os consumidores emergentes, os quais deverão representar os grandes mercados para a indústria de alimentos no futuro.

Saudabilidade e bem-estar
Tais tendências originam-se do envelhecimento da população e os avanços da ciência com estudos que vinculam determinadas dietas as doenças. O problema do excesso de peso e obesidade nas populações de vários países estimula os produtos para dietas, alimentos com redução ou eliminação de substâncias calóricas. Portanto, o segmento diet/light deve continuar sua tendência de crescimento, ao qual se está aliando uma nova categoria de produtos com ingredientes específicos para queimar calorias e saciar o apetite. Nos países desenvolvidos, consolida-se o consumo de alimentos orgânicos, os quais enfrentam a concorrência das versões naturais de produtos tradicionais, com eliminação de aditivos químicos, entre outras características.

Conveniência e praticidade
Motivadas principalmente pelo ritmo de vida dos grandes centros urbanos, tais tendências apontam um aumento da demanda por refeições prontas e produtos em pequenas porções, embalados em porções individuais, adequados para comer no transito ou em diferentes lugares ou situações. Mas estas tendências convergem com as de saúdabilidade e bem-estar aumentando a demanda porsnacks de vegetais, iogurtes, sucos enlatados e etc.

Confiabilidade e Qualidade
Consumidores mais conscientes e informados demandam produtos seguros e de qualidade e origem atestadas, com boas praticas de fabricação e controle de riscos. Nessa direção têm sido valorizadas características que são intrínsecas aos produtos, tais como a rastreabilidade e a garantia de origem, os certificados de sistemas de gestão de qualidade e segurança, a rotulagem informativa e outras formas de comunicação que as empresas possam utilizar para demonstrar os atributos dos seus produtos.

Sustentabilidade e ética
Em relação à sustentabilidade ambiental estão sendo valorizados produtos com uma menor “pegada” de carbono (carbon footprint), baixo impacto ambiental, não estar associado a maus-tratos aos animais, ter rotulagem ambiental, ter embalagens recicláveis e recicladas etc. Sob o aspecto social, tem aumentado o interesse por produtos vinculados a causas sociais, com certificados de origem de sistema fairtrade, além da simpatia pelas empresas com programas avaliados e certificados de responsabilidade social.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br/

Tendências alimentares Brasileiras (parte I).

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O que você busca em sua alimentação? Sabor, qualidade ou a praticidade? Para responder essa dúvida e antecipar as demandas da sociedade, do governo e da iniciativa privada, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e apoio de instituições e colaboradores especiais desenvolveu o projeto Brasil Food Trends 2020 (“Tendências alimentares brasileiras em 2020”), cujo objetivo é a apresentação das principais tendências da alimentação e a análise de seus impactos para as diferentes atividades e setores de alimentos no Brasil.
Para as indústrias atentas aos movimentos do mercado, as tendências como “sensorialidade e prazer”, “saudabilidade e bem-estar”, “conveniência e praticidade”, “confiabilidade e qualidade”, “sustentabilidade e ética” já fazem parte dos seus produtos, por meio de atributos que ofereçam um diferencial de competitividade presente nos processos produtivos, nos ingredientes e nas embalagens.
Estes, influenciados pelos diferentes objetivos e tecnologias existentes, além de determinarem fortemente a competitividade do negócio, hoje também são capazes de, por conta própria, potencializar as vendas por proporcionarem diferenciais relevantes às marcas e produtos. Também abordados neste estudo, o varejo e o setor de food service estão atentos às tendências apresentadas, que, da mesma forma, estão levando a modificações importantes na maneira de se relacionarem com os consumidores. O hábito de monitorar as tendências é atividade permanente em empresas de grande porte. Entretanto, não se pode afirmar o mesmo para parte significativa das micro e pequenas indústrias, daí a contribuição deste trabalho no sentido de sistematizar as variáveis mais relevantes, para subsidiar os projetos de PD&I dessas empresas. Este estudo baseia-se, inicialmente, no levantamento de informações e de pesquisa sobre as macrotendências globais e as tendências relacionadas ao setor de alimentação, para posterior consolidação e análise.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br/