Estudo confirma potencial de luteína e zeaxantina na saúde ocular.

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Relatórios DSM, que foram apresentados na reunião anual da Associação de Pesquisa em Visão e Oftalmologia (ARVO), mostraram resultados de AREDS2 Age-Related Eye Disease Study 2). Em resumo, ele informa que a utilização diária de suplementos oculares, contendo 10 mg de luteína FloraGLO e 2 mg de OPTISHARP zeaxantina, em comparação com uma fórmula contendo vitaminas C e E, óxido de beta-caroteno e de zinco e de cobre (referida como formulação original é AREDS que deram uma redução de 25-30 % em AMD (age-related macular degenertion) ) não atingiu a redução adicional significativa no risco para a AREDS formulação original de progressão para DMRI avançada, uma das principais causas de cegueira em adultos.

No entanto, em uma análise de subgrupo comparando 10 mg FloraGLO luteína e 2 mg de OPTISHARP zeaxantina, notou-se nos grupos que receberam o suplemento AREDS original, uma redução estatisticamente significativa na progressão para DMRI avançada de 9 % foi observada para luteína e zeaxantina em todo o grupo de estudo.

A análise do subgrupo, com 1.055 olhos, indica que indivíduos com o quintil mais baixo de ingestão de luteína e zeaxantina (mediana de 0,7 mg por dia), mas suplementado com 10 mg FloraGLO luteína e 2 mg de OPTISHARP zeaxantina, teve uma redução significativa do risco de 26% para a progressão para DMRI avançada. Estes resultados, segundo a DSM, a afirmar o papel da luteína e zeaxantina como importantes contribuintes redução da AMD progressão e que os autores arriscam reconhecer o papel da luteína e zeaxantina no desenvolvimento da doença e sugerem novas investigações. Eles também mencionam que os resultados deste estudo podem não ser generalizadas ao resto da população dos EUA, como o grupo altamente selecionado estudada foram nutridos com uma dieta rica em carotenóides e vegetais. Nos EUA, a ingestão dietética de luteína e de zeaxantina é tipicamente inferior a 1 mg por dia.

AREDS2 é um estudo realizado em mais de 80 locais em todos os EUA pelo National Eye Institute (NEI) do National Institutes of Health (NIH). Este estudo segue AREDS1, que foi publicado em 2001 e verificou que as pessoas em risco elevado de desenvolver estágios avançados da AMD reduzido o risco em 25 – 30 por cento , quando tratados com uma combinação de alta dose de vitamina C, vitamina E, beta -caroteno, zinco e de cobre. AREDS2 avaliou os efeitos da suplementação oral de certos nutrientes olho em mais de 4.000 participantes, que vão 50-85 anos de idade, a maioria dos quais no momento da inscrição teve intermediário AMD. É o maior estudo até agora testar a eficácia de luteína, zeaxantina e ômega -3 em adultos com AMD. O estudo também descobrira que os níveis circulantes do sangue de luteína e zeaxantina aumentou significativamente naqueles que receberam os suplementos , que podem ter um efeito protector na doença ocular.

“Estes resultados vêm em um momento crítico, quando a nossa população está envelhecendo e saúde dos olhos é uma preocupação crescente para muitas pessoas ao redor do mundo”, disse Jeff Flora , presidente da Kemin Nutrição Humana e Saúde. “O número de pessoas diagnosticadas com início AMD deverá duplicar até 2020 e um julgamento desse porte investigação clínica confirma a importância da suplementação de luteína e zeaxantina para pacientes, fabricantes de suplementos e oftalmologistas.”

” FloraGLO luteína e zeaxantina OPTISHARP foram mostrados para reduzir significativamente a progressão para DMRI avançada quando comparada com nenhuma luteína ou zeaxantina”, disse Will Preto, vice- presidente de marketing da DSM Saúde Humana e Nutrição. “Esse efeito é amplificado em participantes com níveis de ingestão pobres. Mais pesquisas são necessárias para entender claramente esse efeito benéfico, mas continua a ser uma área de grande interesse quando se considera a tipicamente baixa ingestão desses nutrientes na população dos EUA. ”

Fonte: Journal of the American Medical Association.

É possível reduzir o Sódio dos alimentos?

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No começo do mês a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) e o Ministério da Saúde assinaram mais um acordo para reduzir o sódio em alimentos como requeijão cremoso, queijo muçarela, sopa instantânea, hambúrguer, mortadela mantida sob refrigeração e salsicha. Este é o quarto acordo firmado desde 2011. Nos anteriores foram estabelecidos a redução de sódio em vários tipos de produtos. Estatísticas do governo revelam que, desde 2011, cerca de 11,3 mil toneladas de sódio já foram retiradas dos alimentos que compõem a lista estabelecidas pelos acordos. Até 2020, a previsão é que 28,5 mil toneladas de sódio deixarão de ser adicionadas, por isso a restrição se estendeu a outros alimentos, entre eles o requeijão cremoso, que deverá ter 541mg em 100 gramas – atualmente a quantidade é de 587mg, e queijo muçarela, que passará a ter 512mg em 100 gramas, contra os 559mg de hoje. O mesmo irá valer para a sopa instantânea, linguiça, mortadela, salsicha, empanados, hambúrguer e presunto. “Essa redução muito provavelmente não vai alterar o sabor dos alimentos. O sal é importante na conservação do alimento, nem sempre é usado para deixá-lo mais salgado. Alimentos como o queijo parmesão e os embutidos são muito ricos em sódio e não são necessariamente salgados”, comenta a professora Annie Bello, nutricionista pesquisadora do Instituto Nacional de Cardiologia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de sódio não deve ultrapassar 2 gramas por dia ou 2000mg, o equivalente a uma colher de chá ou 5 gramas de sal. A Dra. Annie lembra que o sal que adicionamos no preparo dos alimentos e depois de pronto contribui e muito para a nossa ingestão diária de sódio. “Uma forma de identificar o ingrediente é olhar na tabela de informação nutricional presente no rótulo. Existem alimentos processados que contem 2 gramas do conservante, mas procure ficar longe dos que ultrapassam essa quantidade”, orienta a especialista. A medida adotada pelo governo também ajudará no melhor controle da pressão alta, uma vez que a alta ingestão de sal aumenta a pressão do sangue e leva a problemas no coração, como infarto e derrame. Por serem doenças que, normalmente, não geram dor e são silenciosas, uma forma de prevenir é aferir a pressão periodicamente. Em entrevista ao Site do G1, Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos (ABIA), disse que a redução de sódio será possível por conta do prazo que as indústrias terão para pesquisar outras substâncias para conservação dos alimentos sem perda de sabor. Ao mesmo tempo, diz que a busca por uma substituição não será fácil. Redução de sódio em casa A nutricionista Lia Buschinelli, do Instituto Paulista de Cancerologia, pensa que cada indústria deverá seguir a recomendação de um jeito, o que torna difícil prever de antemão as possíveis substâncias que serão usadas no lugar do sódio. “A maioria dos alimentos industrializados já vem com sal adicionado na sua composição, por isso é difícil reduzir o sódio contido”, comenta. No entanto, a especialista cita algumas medidas podem auxiliar a reduzir o seu teor em alguns alimentos:
Ferver a linguiça antes de prepará-la ajuda tanto a reduzir o teor de sódio como o de gordura. Para isso, faça furos com um garfo na superfície da linguiça, coloque em uma panela com água fervente e deixe por cinco minutos. Despreze a água e prepare-a preferencialmente no forno, sem acrescentar sal ou temperos industrializados, para não aumentar a quantidade de sódio.
Se utilizar enlatados, como milho, ervilha e seleta de legumes, despreze a água que vem na lata e deixar os alimentos de molho em água fresca por cerca de 15 minutos, trocando a água pelo menos uma vez antes de consumir ou utilizar em alguma receita.
Troque a lata de molho de tomate pela lata de tomate pelado. Apesar de ser enlatado, o tomate pelado não contém sódio.
Troque a ervilha em lata pela ervilha seca, que não contém sódio, ou pela congelada, que possui menor teor de sódio.
Troque o milho em lata pelo milho in natura ou embalado à vácuo, que são isentos de sódio. Algumas marcas de queijo branco e de creme de ricota possuem a versão light com menor teor de sódio (e não necessariamente com menos gorduras ou calorias). Então compare os rótulos das duas versões antes de comprá-los, e dê preferência ao produto com menor teor de sódio por porção.
A bolacha tipo “água” contém menos sódio do que a tipo “água e sal” ou “cream cracker”. Portanto, também vale a pena fazer a troca. Segundo Dra. Annie outra opção é consumir alimentos que sofreram menos processamento como as frutas, legumes e verduras. Lembrando que essa prática deve ser mantida mesmo depois da redução do teor de sódio. “Alimentos processados, além de serem ricos em sódio, contêm conservantes, edulcorantes entre outras substâncias artificiais que devem ser evitadas sempre.” Para temperar, uma opção é preparar um sal com ervas, ou seja, misturando um pouco de sal com uma parte de ervas aromáticas como alecrim ou manjericão ou orégano. “Na alta gastronomia o sal não está presente para salgar e sim para integrar o sabor e realçar os sabores das ervas do prato”, diz a nutricionista. Você pode ainda utilizar páprica, pimenta vermelha, pimenta do reino, alecrim, manjerona, gengibre, cebola, alho e vinagre de vinho. Tomate, pimentão, cebolinha vede, mostarda em pó entre outros também ajudam a dar sabor. Dra. Lia completa: “O sal light pode ser usado no lugar do sal comum, pois parte do sódio é substituído por potássio. Porém, pessoas com doenças renais, que têm restrição de potássio na dieta, não devem utilizar o sal light.”

 

Fonte: http://www.revista-fi.com

Albion, sobre o Magnésio e suas propriedades.

No link abaixo, podemos assistir o vídeo disponibilizado pela Albion.
Não incorporamos o vídeo diretamente aqui no blog pela plataforma, mas o link dá acesso direto ao vídeo. Confira!

http://www.nutraingredients-usa.com/smartlead/view/859462/2?c=ZjfObcu9%2BtNZ5zjGMa5hy32jSsRC%2Bg4r

Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D.

  • A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.
  • A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.
  • A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.
  • Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.
  • A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.
  • A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.
  • O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.
  • A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor exposição ao sol.
  •  A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.
  • Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.

Fonte: http://vitaminadbrasil.org/

Tendências de alimentos embalados na América Latina.

“A indústria de alimentos embalados é muito dinâmica neste hemisfério através de estilos de vida cada vez mais agitado, mas também mais conscientes da saúde. Isto leva a hábitos alimentares evoluir e introduzir inovações para atender a demanda “, disse Sean Kreidler , Gerente de Pesquisa da América Latina em Euromonitor International. Cidades e estilos de vida as pessoas costumam ir mudando, o que significa que os hábitos de consumo também variam de acordo com as novas necessidades. Um exemplo é o que está acontecendo no Brasil, onde os consumidores já estão demonstrando algumas variações em suas preferências alimentares , bem como canais de distribuição para atender a estes produtos .

O inquérito revelou que os consumidores brasileiros estão procurando maneiras cada vez mais rápidas e convenientes para obter comida , de modo que as categorias com maior potencial são aqueles que oferecem pratos tradicionais daquele país em um formato conveniente . Exemplos são congelados pão de queijo ( pão de queijo ) ou frango congelado ( aves marinadas, principalmente populares para o Natal ) .

A isto se soma os lanches em pequenas embalagens e macarrão – , o último, que têm mostrado , de acordo com o relatório, uma grande popularidade em vários países da região , como Bolívia e Argentina.

Produtos embalados têm vindo a ganhar terreno , de modo que sua venda está movendo-se “cada vez mais além do reino do supermercado de varejo para atacado supermercados brasileiros . Estes supermercados atacadistas estão localizados fora dos centros urbanos e são extremamente populares entre os consumidores de baixa renda. Grandes famílias são o alvo principal e essas famílias estão dispostas a viajar longas distâncias ou fora de suas rotas normais para comprar produtos embalados em massa , evitando os hipermercados caros ” .

Além disso, os brasileiros têm demonstrado outra tendência e está relacionado ao se tornaram mais sofisticados no café da manhã . O estudo revelou que, com a ascensão da classe média eo aumento da receita líquida , os consumidores brasileiros começaram a incorporar uma ampla variedade de produtos para o café da manhã tradicional consumida no Brasil , que consiste em pão com óleo ou gordura para barrar ou manteiga com leite ou café .

A incorporação de novos produtos são aqueles que anteriormente eram considerados caros , como carnes processadas refrigeradas , bolos e cereais , sendo que comer feijão no café da manhã caiu na América Latina.

Fonte: http://www.revista-fi.com/

Fábrica cria cereais com sabores de Açaí e Cupuaçu e conquista exterior.

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Uma fábrica de alimentos criou um novo cereal com sabor de açaí. O alimento agradou aos consumidores e agora já está sendo exportado. A empresa levou três anos para desenvolver o cereal e lançar no mercado. Para isso participou de um programa de inovação. A empresária Ana Tovazzi investiu no cereal matinal com sabor de açaí. O alimento é nutritivo e rico em fibras. “O açaí é um produto nosso, 100% brasileiro, uma fruta incomparável no aspecto energético, com teor de antioxidante muito elevado, então é uma fruta que se destaca mundialmente”, diz a empresária Ana Tovazi. O alimento é produzido em uma incubadora de empresas na cidade de Mauá, no ABC paulista. A base do alimento são flocos de maçã desidratada. Os pedacinhos vão para um misturador junto com o pó de açaí. Após 40 minutos, os flocos de maçã ficam cobertos de açaí e vão para a estufa. A empresária Ana Tovazzi teve apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para começar o negócio. Em 2009, ela participou do Sebraetec, um programa que oferece subsídios para o micro e pequeno empresário investir em tecnologia e inovação. O Sebrae pode arcar com até 80% dos custos dos projetos. “O Sebraetc é um programa que nós temos onde o empresário tem acesso à parte tecnológica de algumas coisas, como desenvolvimento de designer, redução de energia, economia de alguns processos, mudança de layout, então como o Sebrae não tem essa parte técnica, nós fazemos parcerias com algumas outras entidades, empresas, para eles estarem fazendo esse processo”, diz Paula Bravaliere, do Sebrae em São Paulo. A empresária criou o produto e o Instituto de Tecnologia de Alimentos, em parceria com o Sebrae. Desenvolveu a técnica para produção do cereal de açaí em larga escala. A empresária só começou a comercialização em 2011, após ter investido R$ 700 mil em pesquisas, estrutura e equipamentos. O faturamento mensal do negócio é de R$ 150 mil. “É um produto em linha, com isso, é 100% natural, não tem corante, não tem aditivo, a gente faz o processo de forma a potencializar os componentes nutritivos da fruta, então isso é uma preocupação que a gente teve desde o começo”, afirmou a empresária. No exterior O açaí crocante está rodando o mundo. O produto já é comercializado na França e nos Estados Unidos. A empresa quer aproveitar a fama internacional da fruta e chegar em pelo menos cinco outros países nos próximos quatro anos. A embalagem do cereal que vai para o mercado externo é diferente da comercializada em território nacional. O rótulo é mais sóbrio e segue padrões internacionais. “Um dos requisitos é que você tenha um produto atrativo. Então o designer, ele inova o seu produto, ele faz com que ele se torne atraente ao mercado”, diz Ana. E para exportar é preciso ficar atento às certificações exigidas pelos mercados estrangeiros. “A gente está implantando uma norma que é reconhecida internacionalmente, e essa norma é a que garante a segurança do produto. Então essa norma envolve tanto as instalações, equipamentos, funcionários, uniforme e a segurança do produto final”, diz a engenheira de Alimentos, Tatiana Leitão. Cupuaçu A empresa tem capacidade para produzir até seis toneladas de cereal de açaí por mês. Mas por enquanto só fabrica uma tonelada e meia. E mesmo assim, metade da produção já é exportada. E a empresária Ana Tovazi aposta, também, em outras receitas com frutas típicas do Brasil para conquistar o mercado externo. Além do açaí, a empresa tem um cereal sabor cupuaçu, outra fruta originária da região amazônica. Aqui no país, o produto é encontrado em redes de supermercados e lojas de alimentos naturais. Pode ser consumido com iogurte, frutas ou até mesmo puro. E para atender aos exigentes mercados interno e externo, a qualidade é fundamental. “Hoje em dia, o cliente está sentindo a necessidade de produtos bons para a saúde. Então, essa necessidade faz a gente correr atrás de produtos naturais, sem glúten, sem lactose, zero, sem sódio. Toda essa linha é uma linha que está crescendo muito no mercado”, diz Marcos Maluf, de uma rede de supermercado.

Fonte: http://www.revista-fi.com/

Peter Attia: Será que a crise da obesidade esconde um problema maior?

Como um jovem cirurgião, Peter Attia sentiu desprezo por uma paciente com diabetes. Ela estava acima do peso, pensou ele, e portanto era responsável pelo fato de precisar amputar o pé. Mas anos mais tarde, Attia recebeu uma surpresa médica desagradável que o fez pensar: será que nosso entendimento da diabetes está correto? Será que o que vem antes da diabetes poderia estar causando a obesidade e não o contrário? Uma visão de como suposições podem estar nos conduzindo a apostar na guerra médica errada.

Fonte: http://www.ted.com