A mania dos iogurtes.

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Com tanta variedade de iogurtes nas geladeiras dos supermercados, será que você sabe mesmo quais são as melhores opções para sua saúde?A boa notícia é que a maioria dos iogurtes disponíveis no mercado é uma boa opção para o café da manhã e lanches ao longo do dia. Além de deliciosos, eles também são fontes naturais de cálcio e proteína. Mas, fique atento à tabela nutricional, alguns produtos apresentam mais nutrientes que outros. Para que fique mais claro para vocês, destacamos alguns pontos importantes de diferentes tipos de iogurte. Vem conferir!

  • Iogurte X Bebida Láctea

As bebidas lácteas apresentam aparência muito parecida aos iogurtes de garrafinha, mas, nutritivamente, eles não são iguais. A bebida láctea é uma mistura do leite com o soro do leite (um subproduto da produção do queijo), e também podem conter adição de gordura vegetal, leite fermentado, e outros produtos alimentícios como polpa de frutas e mel. Já o iogurte não apresenta adição de soro, sendo geralmente mais consistente que a bebida láctea. Na bebida láctea, pelo menos 51% dos ingredientes devem ser de origem láctea, enquanto que no iogurte, este valor sobe para 70%, sendo que os ingredientes não lácteos, como polpa de frutas, mel, etc, não podem ultrapassar os 30% do produto. Por este motivo, o iogurte costuma ser mais nutritivo, apresentando maiores valores de cálcio.

  • Integral, desnatado e semidesnatado

Essas três versões de iogurte também são muito comuns no mercado, mas, você sabe qual a diferença entre elas? De maneira geral, o que difere um tipo do outro é a quantidade de gorduras totais presentes no produto. De acordo com a legislação brasileira, para que um iogurte seja considerado desnatado, é preciso apresentar no máximo 0,5g de gorduras totais a cada 100g de produto. Já o semidesnatado (também conhecido como parcialmente desnatado), não deve ultrapassar 2,9g de gorduras totais a cada 100g de iogurte. Para os integrais, não há restrições!. Quanto aos outros nutrientes presentes nesses alimentos, as quantidades são muito semelhantes, por isso, fique de olho na tabela nutricional e escolha a opção com menor quantidade de gordura total.

  • Iogurte Grego

Eles surgiram há pouco tempo e já ganharam várias versões, sabores e adeptos. Por isso, a gente te conta o que você precisa saber sobre esse novo tipo de iogurte. Em geral, a grande quantidade de proteína é um fator importante e que conta pontos a favor do produto. Porém, a versão brasileira do iogurte grego é um pouquinho diferente da versão original. Nos países de origem desse alimento, os iogurtes passam por diversos processos de filtração que resultam em um produto com maior quantidade de proteína e pouca gordura. Aqui no Brasil o processo é um pouco diferente. Como o objetivo principal por aqui é a textura consistente e cremosa, alguns produtos sofrem adição de ingredientes como creme de leite e leite integral, o que aumenta a quantidade de gordura no alimento.

Mas se você é um grande fã dessa versão, se acalme, nem tudo está perdido. As versões light e zero oferecidas recentemente pelo mercado são excelentes opções para quem quer proteína e pouca gordura.

  • Frozen Iogurte

Esse sorvete feito à base de iogurte, quando comparado ao iogurte desnatado, apresenta maior valor calórico, porém, a quantidade de proteínas e gorduras totais são semelhantes. Mas se resolvermos comparar o produto a um sorvete normal, a quantidade de proteínas é maior. Quer outra boa notícia? Nesse caso, as quantidades de gorduras totais e de calorias são menores no frozen. Isso faz com que o frozen seja uma boa alternativa ao sorvete, já que também é muito gostoso, refrescante e possui um perfil nutricional mais equilibrado.

Apenas tome cuidado com os acompanhamentos que escolher. Evite opções muito calóricas e procure priorizar as frutas. Não custa nada também conhecer melhor o frozen que você está habituado a tomar. Procure saber quais as quantidades de açúcar e de gorduras presente no produto, já que as quantidades podem variar de acordo com as marcas do mercado.

Agora que você já sabe a diferença entre os tipos de iogurtes do mercado, fica mais fácil escolher dentre todas estas opções deliciosas! Os iogurtes vão super bem com frutas, grãos integrais, castanhas e até mesmo para molho de saladas. Use a criatividade e aproveite os benefícios destes alimentos!

Alimentos Funcionais.

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São aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que forneça beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças.

De maneira geral, os alimentos funcionais são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas.

Como isso pode ocorrer?

Isso ocorre porque em sua composição são encontrados compostos bioativos, capazes de atuar como moduladores dos processos metabólicos, prevenindo o surgimento precoce de doenças degenerativas. Dessa forma, está cada vez mais claro, que existe uma relação entre os alimentos que consumimos e nossa saúde.

Onde são encontradas essas substâncias bioativas?

Essas substâncias são encontradas em hortaliças, grãos e leite fermentado. Essas substâncias também apresentam funções antioxidantes e/ou reguladoras presentes nos pigmentos ou outros compostos químicos de sua composição.

Como podemos classificar os alimentos funcionais?

Os alimentos funcionais são classificados da seguinte maneira:

Alimentos geneticamente modificados em algum nutriente para desempenhar alguma função fisiológica específica, com benefícios sobre à saúde. 
Matéria – prima de origem vegetal 
Alimentos processados sem adição de ingredientes 
Alimentos processados com ingredientes adicionados, sendo este último grupo muito questionado, com muitos autores preferindo classificar essa gama de produtos como fortificados ou enriquecidos e não como funcional.

O que são fitoquímicos?

No organismo humano possuem a capacidade de ativar o código genético na emissão de células de alta potencialidade de energia biológica, causada pela ação na eletrofisiologia humana, redistribuindo a energia biológica fabricada pelo corpo. Ajudam a incrementar a energia no núcleo das células, de maneira que possam funcionar com maior eficiência contribuindo na restauração de moléculas que estruturam o corpo.

O processo de ativação é o resultado de combinações exclusivas e balanceadas de micronutrientes extraídos das células vegetais vivas.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br

Obesidade x Fome.

Ellen Gustafson, Co-criador das filantrópicas sacolas FEED (alimentar) diz que fome e obesidade são dois lados da mesma moeda. Veja em sua fala para o TEDxEast, aonde ela lança o Projeto 30: uma maneira de mudar como plantamos e comemos nos próximos 30 anos, e resolver as diferenças da alimentação mundial por trás das duas epidemias.

Saiba mais sobre as bebidas energéticas.

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Pelo menos uma vez na vida você já tomou um energético na esperança de ficar acordado ou mais bem disposto. No Brasil, o consumo desse tipo de bebida aumentou mais que 300% entre os anos de 2006 e 2010. Mas será que não tem mesmo problema consumir energéticos?

  • Afinal, o que é que tem nesse tal energético?

Por definição, bebidas energéticas são compostos líquidos prontos para o consumo, sendo estas constituídas de carboidratos, taurina, cafeína, glucoronolactona, inositol e vitaminas do complexo B. Calma, a gente explica.

  • Para que servem estas substâncias?

Cada uma dessas substâncias possuem características particulares, mas, de maneira geral, todas elas têm o mesmo propósito: Gerar energia para o organismo. A cafeína, por exemplo, é uma substância estimulante. Alguns estudos apontam que o seu consumo excessivo pode levar a agitação, insônia, dores de cabeça e até mesmo desconfortos gastrointestinais.

  • Por que muitas pessoas têm consumido?

As bebidas energéticas caíram no gosto de adolescentes e adultos jovens porque, ao ingerir, muitas pessoas se sentem imediatamente com mais energia e disposição momentânea.

  • Faz mal para a saúde?

O consumo excessivo de energéticos pode sim trazer alguns prejuízos à saúde e causa desde náusea, vômito e ansiedade até efeitos colaterais mais sérios como insuficiência renal, arritmias cardíacas e, em casos mais extremos, levar à morte.

  • Quanto posso tomar?

É muito difícil estabelecer uma dose máxima, pois cada produto apresenta uma composição diferente e a quantidade de cafeína, por exemplo, pode mudar significativamente. Além disso, como vimos antes, cada indivíduo responde de uma forma a estas bebidas.

O importante é você saber que os energéticos não são recomendados para pessoas que apresentam algum problema de saúde, especialmente aqueles relacionados à saúde do coração. Se você se enquadra nesse perfil, o ideal é consultar um profissional de saúde para avaliar as condições individualmente.

  • Posso tomar energético ao invés de água para me hidratar?

Não é recomendado utilizar os energéticos com a finalidade de hidratação. Como você tem visto aqui, a água deve ser a principal bebida a ser ingerida ao longo do dia, seguida por água de coco e sucos naturais.

  • Os energéticos são iguais aos isotônicos?

Não! Diferentemente das bebidas energéticas, os isotônicos têm o objetivo de repor a água e os sais minerais que perdemos durante uma atividade física, por exemplo. Trocar um pelo outro pode comprometer a sua saúde e o desempenho de quem não está atento a estas diferenças. Por isso, fique ligado nos rótulos na hora de escolher seus produtos.

  • Vou ter dificuldade para dormir?

É possível que isso aconteça. Como a promessa destas bebidas é dar energia e disposição, elas poderão te deixar mais alerta e atrapalhar seu sono.

  • Por que os energéticos também são chamados de “refrigerante para adultos”? Isso quer dizer que criança não pode tomar?

Apesar de não alcoólicos, os energéticos possuem altas doses de cafeína e de substâncias com nível toxicológico questionável, o que significa que as doses seguras ainda não estão bem estabelecidas. Dessa forma, não é recomendado que crianças consumam energético, já que o organismo dos baixinhos ainda não está preparado para receber e metabolizar doses altas dessas substâncias. Em geral, a cafeína em si já não é recomendada para crianças devido ao seu potencial efeito prejudicial à saúde e ao desenvolvimento.

  • Energético engorda?

Nunca podemos atribuir o ganho de peso a um único alimento, pois o que irá determinar isso é o balanço entre consumo e gasto de energia. No entanto, as bebidas energéticas possuem valor calórico semelhante ao de um refrigerante de cola, por exemplo, e por isso, podem resultar em uma ingestão calórica maior.

Curiosidades sobre a dieta da proteína.

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Você pode até não conhecer por esse nome, mas temos certeza que você já ouviu falar ou até mesmo conhece alguém que já fez a dieta da proteína. Como o nome mesmo diz, ela consiste no consumo de proteínas e restrição de carboidratos com a promessa de uma rápida perda de peso. Mas será que tudo isso é balela ou funciona mesmo? Será que restringir alimentos faz mesmo bem à saúde? Nossas nutricionistas reuniram todas as informações que você precisa para manter sua saúde em dia e não cair em roubada.

Como funciona?

Quando a gente elimina o carboidrato, que é a principal fonte de energia para o nosso organismo, nosso corpo se sente “forçado” a utilizar as gorduras para suprir a necessidade desse nutriente.

Vale destacar que, nesse tipo de dieta, as proteínas como carnes vermelhas e brancas, ovos, embutidos, leites e derivados de leites, podem ser consumidas sem restrições, Em contrapartida, os carboidratos são vetados, portanto pães, massas, doces, cereais e algumas frutas e legumes ficam de fora.

Porém, como essas dietas não levam em conta a quantidade e nem a qualidade da proteína consumida, muitas vezes o valor calórico não é reduzido significativamente. Fazendo más escolhas e errando na quantidade, é possível que você acabe consumindo mais calorias do que consumiria em uma refeição completa, por exemplo.

E emagrece mesmo? É saudável?

De maneira geral, estas dietas apresentam resultados rápidos, que é o desejo da maioria das pessoas que buscam essas soluções mágicas. Mas é importante ficar atento. Por serem dietas muito restritivas, as alterações na balança nem sempre retratam perda de gordura. Como o organismo é obrigado a trabalhar com deficiência de nutrientes, é possível que a perda de líquido e massa muscular seja também responsável pela perda de peso. O que não é bom para sua saúde.

Sem um cardápio equilibrado e rico em todos os nutrientes que nosso corpo precisa, acabamos nos deparando a deficiências nutricionais que podem levar ao cansaço, baixa resistência imunológica, indisposição e irritabilidade. Ou seja, a médio e longo prazo, essas dietas podem ser prejudiciais à saúde.

Então, deixe estas soluções milagrosas de lado e vem com a gente do Movimento Comer Bem é Tudo de Bom em busca de um estilo de vida saudável, com alimentação variada e equilibrada e exercício físico regular.

Lembre-se: a melhor forma de perder peso é com saúde!

VOCÊ SABIA?

Os carboidratos são nutrientes essenciais, pois são responsáveis principalmente por fornecer energia ao corpo. O cérebro, por exemplo, é um órgão dependente de glicose (carboidrato) e por isso, a restrição deste nutriente pode comprometer o bom funcionamento do organismo. O ideal é não ter uma alimentação sem carboidrato, já que em geral, este nutriente deve constituir de 55 a 75% do valor calórico de uma dieta equilibrada e, por isso, os alimentos fonte deste nutriente deve ser realmente o principal constituinte de uma refeição.

Fonte: http://comerbemtdb.com.br/

Carne Vermelha: Propriedades Nutricionais.

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A carne vermelha é um alimento rico em nutrientes, com substâncias fundamentais para o crescimento e desenvolvimento humano.  É o alimento que contém a maior quantidade de ferro, importante para a prevenção de anemia, principalmente nos grupos de risco: crianças, gestantes e idosos em geral.

Além disto, é fundamental na formação da hemoglobina, pois precisa do ferro para formar a molécula heme que se combina com uma cadeia polipeptídica muito longa, denominada globina, sintetizada pelos ribossomos, formando a subunidade de hemoglobina denominada cadeia hemogiobínica . Cada uma dessas cadeias possui peso molecular de cerca de 16.000; por sua vez, quatro delas ligam-se frouxamente entre si para formar a molécula completa de hemoglobina, e com funções do sistema respiratório, isso ocorre quando a  Po2 (pressão do oxigênio) está elevada, como ocorre nos capilares pulmonares,o oxigênio liga-se à hemoglobina; entretanto, quando a Po2 está baixa, como nos capilares teciduais, o oxigênio é liberado da hemoglobina. Esta é à base do transporte de quase todo o oxigênio dos pulmões para os tecidos.É fonte de proteínas, essencial para o crescimento de músculos, órgãos e todos os tecidos. E fornece zinco, mineral com grande importância para o bom funcionamento do metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídeos e ácidos nucléicos.

Os produtos de origem animal apresentam todas as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) e as hidrossolúveis do complexo B. O mérito da carne bovina, como fonte de vitaminas, é a alta concentração e disponibilidade de vitaminas do complexo B, em especial a B12. A deficiência dessa vitamina na dieta apresenta como primeiros sintomas anemia megaloblástica e mudanças no sistema nervoso (dificuldade de locomoção e expressão) que, se não socorridas a tempo, podem resultar em deterioração mental e paralisia. Além de conter inúmeros nutrientes e possuir um alto valor nutricional, a carne vermelha auxilia na recuperação muscular. Por ser composta por proteínas de alto valor biológico, ou seja, que contêm todos os aminoácidos essenciais, é uma ótima opção de alimento para os praticantes de atividade física. Após o treino, uma refeição composta por carboidratos (massa, arroz, batata), salada e um filé de carne é uma ótima pedida. Junto com o carboidrato, auxilia na recuperação e crescimento muscular, e, portanto, pode fazer parte do cardápio daquele que visa melhorar o desempenho na corrida.

É, portanto um alimento indispensável do ponto de vista nutricional.

Na culinária, o conhecimento dos cortes da carne bovina é muito importante, pois tem influência direta no resultado final da receita, pois cada corte tem a usa preparação.

Principais cortes:

Alcatra – Um dos cortes mais versáteis do boi. Uma peça inteira mede 80cm e contém cinco tipos de carnes. São elas: picanha, maminha, baby beef, tender steak e o top sirloin. 
Picanha – Carne símbolo dos churrascos pela sua maciez e por ser difícil de errar seu preparo.  
Coxão mole – Ótimo para assados, escalopes e milanesas. 
Lagarto – Primeiro corte de carne do coxão. Muito usado para fazer rosbife e carpaccio. 
Patinho – Conhecido em vários países como noz: noce, na Itália; noix, na França e dió, na Hungria. Cortado em fatias transforma-se em um dos melhores escalopes que se pode conseguir do boi. 
Coxão duro – Também chamado de “chã-de-fora”. é um músculo grande e um pouco fibroso, indicado para caldos, cozidos e ensopados ou para ser moído. 
Filé mignon – O corte mais macio do boi. De qualidade indiscutível, o filé mignon é considerado o melhor, aqui no Brasil e no exterior.
Fonte: Wessel, 2009

Os malefícios do consumo de carnes vermelhas estão geralmente associados aos casos em que o consumo é excessivo e quando há predominância dos cortes mais gordos, que são ricos em gorduras saturadas e colesterol. Deve-se dar preferência aos cortes mais magros, como patinho e lagarto, deixando os mais gordurosos, como picanha e cupim para as ocasiões especiais.

Um documento publicado pela Embrapa Gado de Corte, em 2000, procurou esclarecer os leitores sobre a importância do consumo de carne bovina na nutrição humana, discutindo extensamente os mitos e realidades ligadas a esse assunto. Como a ingestão excessiva de gorduras está associada à incidência de doenças coronárias, e estas estão presentes tanto em produtos de origem animal como vegetal, o objetivo do estudo foi o de apresentar e comparar os teores de gordura, total e saturada, e de colesterol na carne bovina aos das demais carnes e de outros produtos. Seguem abaixo, algumas considerações importantes:

1.Os cortes da carne vermelha (coxão mole, coxão duro, contra-filé e alcatra) e a espessura de gordura de cobertura dos mesmos influenciam nos teores de gordura total e saturada, e a costela independente da espessura de gordura, é o corte que apresenta maiores concentrações desses lipídeos;

2.Com relação aos teores de gordura e colesterol, a carne bovina é tão saudável quanto a carne branca de frango sem pele. No entanto, os demais cortes de frango possuem teores mais elevados desses componentes;

3.Com relação aos teores de gordura e colesterol, o contrafilé bovino e o lombo de suínos são semelhantes, e inferiores ao pernil, bisteca e bacon;

4.O contrafilé grelhado de Nelore comparado aos cortes de cordeiro (lombo, costela e pernil) é o que apresenta os menores teores de gordura e colesterol;

5.A carne bovina apresenta concentrações similares a algumas espécies de peixe (salmão e truta) e inferior ao relatado para crustáceos e outros peixes.

Na Tabela abaixo estão apresentados valores de colesterol e lipídios totais em carnes de bovinos, suínos e frangos. Nessas comparações podemos observar que a carne bovina apresenta valores de lipídios totais menores, semelhante a carne branca de frango e ao lombo (sem a camada externa de gordura).
TABELA  – Concentrações de colesterol e lipídios totais em carnes cruas

Carne Colesterol (mg/100 g) 1 Lipídios totais (g/100 g) 2
Bovina
Contrafilé 51,0 2,4
Coxão mole 56,0 1,7
Coxão duro 50,0 1,9
Suína
Lombo 49,0 3,0
Pernil 50,0 5,0
Toucinho 54,0 83,0
Frango
Carne branca 58,0 2,7

Fonte: 1 BRAGAGNOLO & RODRIGUEZ-AMAYA (1992, 1995);
 2 BRAGAGNOLO (2001).

É importante frisar que para desfrutar dos benefícios do consumo da carne vermelha, é preciso saber escolher o tipo e o corte da carne e inserir este alimento em uma dieta saudável, rica em frutas, verduras, legumes, cereais e outros tipos de carne, como peixe e frango. Outro aspecto que influencia na quantidade de gordura da carne é o tipo de preparo, dê preferência aqueles que não levem muito óleo, boas opções são os grelhados e assados.

Referências Bibliográficas:

BRAGAGNOLO, N;& RODRIGUEZ-AMAYA, D.B . Teores de Colesterol em Carnes de Frango. Revista Farmacêutica. e Bioquímica, v.  28, 122-131, 1992.
BRAGAGNOLO, N;& RODRIGUEZ-AMAYA, D.B . Teores de Colesterol em Carnes Suínas. Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos, v.22, 98-104,2002.
CARDOSO, M.A. Nutrição Humana: Nutrição e Metabolismo. II.Série. Rio de Janeiro: Ed Guanabara Koogan S.A., 2006. Capítulo 10,  p. 155.
Embrapa Gado de Corte- Disponível em http://www.cnpgc.embrapa.br/. Acesso em 25.05.209.
MAFRA, D; COZZOLINO, S.M.F. Importância do zinco na nutrição humana. Revista de  Nutrição, v.17, P.79-87,2004. 
Wessel – Disponível em www.wessel.com.br. Acesso em 25.05.2009

World Health Organization (WHO). Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Report of a joint Who/ FAO expert consultation. Geneva: World Health Organization, 2003

Fonte: http://www.rgnutri.com.br

Mais um pouco sobre as pesquisas na Mintel.

Relembrando a palestra dada por nossa convidada da Mintel no evento +Bio que aconteceu em novembro de 2013, assista ao vídeo a seguir que explica um pouco sobre os métodos de pesquisa utilizados na Mintel para encontrar tendências de mercado assim como as apresentadas no Evento.