Aumenta o número de distúrbios alimentares na América Latina.

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Nove em dez pessoas com problema são mulheres, maioria anoréxica; evento nos EUA discute tema.

MIAMI – Os casos de distúrbios alimentares na América Latina aumentaram na última década, revelaram especialistas que participam de um seminário sobre o tema em Miami (EUA).

Do evento “Sou bonita, livre de preocupações relacionadas com a comida e meu corpo”, participaram 12 especialistas de Colômbia, Venezuela, El Salvador e Estados Unidos para trocar conhecimentos e apresentar testemunhos de pacientes com o objetivo de identificar novos e melhores tratamentos.

Atualmente, nove em cada dez pessoas que apresentam distúrbios alimentares na América Latina são mulheres. “O tema está tomando grandes níveis e, inclusive, supera os EUA”, afirmou Claudia Pimentel, do Centro Oliver Pyatt.

Ela disse que a anorexia é o principal transtorno alimentar nos países da região. A maior recomendação dos especialistas é que os pais ajudem a identificar o problema de suas filhas o mais rápido possível.

Fonte: http://www.sonutricao.com.br

Tomate com ação antitrombose contribui ainda com a circulação sanguínea.

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Utilizado em praticamente todos os pratos, o tomate é bem mais do que um ingrediente das saladas, sendo usado nos molhos e na culinária para enriquecer e dar coloração aos alimentos. Além dos benefícios já conhecidos encontrados no tomate, como os carotenoides, um ingrediente extraído da fruta parece contribuir com a circulação sanguínea e diminuir o risco de trombose.

A novidade acaba de chegar ao Brasil, é um concentrado de tomate com nucleotídeos, flavonoides e polifenóis. Mas para o produto entrar em circulação, as indústrias precisam ter interesse na produção. Nos EUA e na Europa o governo já autorizou a comercialização.

O composto já foi até analisado, 300 pessoas aprovaram e os cientistas da DSM Nutrition Products comprovaram a ação do produto, cujo nome é Fruitflow. Segundo os estudiosos, a principal ação é na inibição da agregação plaquetária, que diminui o risco de doença cardiovascular.

Fonte: http://www.sonutricao.com.br

Série TED Talks Nutrição

Sexta feira é dia de nutrição no Ted Talks!

7 milhões de bocas para alimentar, pressões ambientais e geopolíticas, hábitos pouco saudáveis. Como responder ao caos do dia-a-dia-dia e se satisfazer ao mesmo tempo? Paulo Roberto Al-Assal relaciona alimentação ao comportamento social e discute sobre o futuro desse mercado baseado nas tendências de consumo mundiais.

 

Fonte: http://www.tedxcampos.com.br

Hmmm, a beleza dos alimentos!

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A americana Emily Blincoe é uma grande colecionadora. Ela vai por aí guardando cores, texturas, formas e sensações, depois agrupa ordenadamente pra que possamos apreciar a variedade e a semelhança, a mistura e a combinação de cores.

Dá água na boca, não é?

Fonte: http://www.farmrio.com.br/adorofarm

Investir na rastreabilidade dos alimentos.

Nas últimas semanas, os consumidores brasileiros se depararam, novamente, com a retirada de produtos das gôndolas dos supermercados. Novos lotes de leite com suspeita de contaminação passaram por recall, assim como um lote de um achocolatado com alteração no sabor e odor. O recolhimento dos itens das prateleiras é cautelar, e busca examinar amostras dos alimentos para garantir a segurança de quem os consome. Quando uma situação dessas acontece, é preciso agir com rapidez para evitar que mais unidades sejam vendidas e, assim, evitar que o problema tome proporções maiores. É aí que a rastreabilidade assume um papel fundamental. Graças à ela, é possível adotar medidas emergenciais, já que o processo permite identificar onde ocorreu a contaminação química, biológica ou perda de qualidade e retirar logo o produto de circulação. Tudo isso acontece em função das informações que podem ser capturadas por meio do código de barras ou de radiofrequência, e que permitem acompanhar todo o trajeto do produto, desde que sai da indústria até chegar às prateleiras. É possível agregar informações adicionais como: o número lote, a data de validade ou o peso. A padronização de dados dos bens alimentares na cadeia de suprimentos se torna cada vez mais urgente e gera maior confiança por parte do consumidor. Com um sistema de identificação em todas as fases, desde a matéria-prima até a venda do produto, é possível a localização ágil e segura de cada item em caso de necessidade. O Brasil não pode perder mais tempo. É preciso investir na rastreabilidade, pois, o mais importante, é estar preparado para enfrentar e resolver eventualidades. Quem faz a lição de casa ganha duas vezes: conquista a confiança do consumidor e abre as portas para o comércio mundial, que também tem sido criterioso quanto ao controle de origem. Tecnologias existem. O que precisamos é que elas sejam aplicadas.

Fonte: http://www.revista-fi.com

Bebidas zero podem ser consumidas com segurança, diz especialista.

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Bebidas adoçadas artificialmente conhecidas no mercado como “light” ou “zero” ainda são vistas com desconfiança por uma parcela de consumidores preocupados com a ingestão de ingredientes usados pela indústria. Para a engenheira de alimentos Maria Cecilia de Figueiredo Toledo, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), não há motivos para preocupação: todos os adoçantes aprovados para uso em alimentos no Brasil são seguros. “Não há registro na literatura científica de danos à saúde causados pelo uso desses adoçantes como parte de uma dieta equilibrada. Pelo contrário, quando substituem o açúcar, esses aditivos trazem benefícios não só para diabéticos, mas também para aqueles que visam perder peso ou reduzir a ingestão calórica”, comenta Maria Cecilia, que trabalha há 35 anos com aditivos alimentares e é especialista em adoçantes. O motivo para tanta desconfiança, diz ela, são informações equivocadas que circulam na Internet associando esses ingredientes a problemas de saúde. A principal diferença entre o refrigerante zero e o normal, explica Maria Cecilia, é que a versão regular contém açúcar e a versão zero substitui esse nutriente por adoçante, o que faz com que ele não tenha calorias. “Em geral, a única fonte de calorias do refrigerante é o açúcar. Na versão zero, ao excluí-lo, a bebida deixa de fornecer calorias para a dieta”, explica Maria Cecilia. A engenheira da Unicamp explica ainda que todos os adoçantes usados em alimentos e bebidas no Brasil foram aprovados por comitês científicos de especialistas, que estabeleceram valores de Ingestão Diária Aceitável (IDA) para cada um deles. A IDA, expressa em mg/kg de peso corpóreo, representa a quantidade máxima do aditivo que pode ser ingerida diariamente sem danos à saúde humana. “Em geral, é muito difícil ultrapassar esse limite, já que seria necessário o consumo de muitos litros da bebida”, afirma. A especialista cita os adoçantes que são mais comumente utilizados em bebidas: sacarina, aspartame, ciclamato, acessulfame-K, sucralose. “A indústria costuma utilizar uma variedade de adoçantes, e não apenas um, para desenvolver o sabor do produto. Essa prática é positiva, pois diminui o consumo individual de cada substância”, detalha. No caso do aspartame, por exemplo, a IDA estabelecida pelo JECFA – Comitê de Especialistas vinculado à Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) e à Organização Mundial da Saúde (OMS) – é de 40mg/kg de peso corpóreo. Isso significa que uma pessoa de 60kg pode consumir até 2.400mg de aspartame por dia, por toda a vida. “Uma lata de refrigerante zero de 350ml costuma ter em média 30mg de aspartame. Para alguém atingir o limite da ingestão de aspartame, teria que consumir diariamente 80 unidades”, calcula. Algumas bebidas zero podem apresentar uma quantidade de sódio maior do que a versão regular, em função do uso de adoçantes que contêm sódio, como é o caso da sacarina de sódio e do ciclamato de sódio. “No entanto, ainda assim a quantidade de sódio é muito baixa se comparada à de outros alimentos e, por isso, essas bebidas são consideradas produtos com baixa concentração de sódio”, esclarece.

Fonte: http://www.revista-fi.com

Aprenda a diferenciar os tipos de produtos light, diet e zero.

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Quando os alimentos light surgiram depois da febre dos diet, a confusão para os consumidores teve início. Nos últimos tempos, os chamados produtos zero passaram a atrapalhar ainda mais a população. A legislação brasileira até obriga que os rótulos das embalagens tragam todas as informações necessárias. A obrigatoriedade, no entanto, ainda não é suficiente para esclarecer as pessoas que chegam até as prateleiras dos supermercados preocupadas com a saúde. Nem todo mundo consegue decifrar as informações impressas na embalagem dos produtos industrializados, por exemplo. Sem a devida orientação, os consumidores sofrem para selecionar aquilo que considera mais adequado ao seu perfil. “Pelos relatos que nós ouvimos dos pacientes, muitos ainda tem dificuldades em entender os rótulos. Eles não consideram as embalagens tão esclarecedoras”, relata a nutricionista Karine Zortea. De acordo com a profissional, existe até um risco caso a pessoa engane-se em trocar um produto. “Um diabético pode trocar por engano um produto dietético por um light por achar que é a mesma coisa”, diz. Entenda os rótulos Diet: Tem isenção de açúcar e/ou proteína e/ou gorduras. Normalmente é indicado para portadores de doenças metabólicas como diabetes. Alimentos diet podem ter valor calórico maior que aqueles que contêm açúcar e nem sempre são úteis para perda de peso. Light: Possui redução de calorias ou açúcares ou gorduras ou sódio ou outro nutriente em relação ao produto original. É indicado para pessoas que desejam reduzir o teor de açúcares, gorduras ou sal na alimentação. Nem todo alimento light é próprio para perda de peso. A redução calórica em certos alimentos é muito pequena. Zero: Promete isenção de açúcar com redução de calorias ou isenção de nutrientes em relação ao produto original. De modo geral as indicações são semelhantes aos dos alimentos light. Quando o alimento é zero por isenção de açúcares também pode ser consumido por diabéticos. Cuidado com as embalagens Os consumidores devem estar muito atentos para não tomarem como referência o número de calorias exibido nas embalagens de alimentos. Segundo especialistas, as informações contidas nos rótulos podem estar até 25% acima do total de energia realmente fornecida pelo produto. A notícia é até animadora para quem vive lutando contra a balança, mas o sistema de contagem de calorias utilizado como referência atualmente é ultrapassado e também pouco eficaz. Karine explica também uma outra pegadinha que estamos sujeitos a esbarrar nas hora das compras: “O alimento diet isento de açúcar pode ser ao mesmo tempo rico em gorduras. Para quem quer perder peso, por exemplo, o recomendável é buscar um alimento light”. Em outro exemplo, no caso de refrigerantes, os produtos diet, light e zero não contêm açúcar e apresentam nenhuma ou menos que 4 kcal por 100 ml. A mudança da terminologia não implica em diferenças nutricionais significativas e a diferença entre os produtos está no tipo e quantidade de adoçantes utilizados. Nos refrigerantes a base de cola, uma lata de 350 ml, nas versões diet, light e zero, apresenta zero kcal (calorias) e zero grama de açúcar. Já a versão comum possui 148 kcal e 37g de açúcar. O importante é que o consumidor compreenda as diferenças nas nomenclaturas utilizadas na rotulagem dos alimentos é um direito do consumidor e mais uma ferramenta para escolhas corretas e saudáveis, mas na hora de comprar evite se impressionar com os termos em destaque. Leia a embalagem, verifique as informações nutricionais e compare os produtos.

Fonte: http://www.revista-fi.com