Dietas da moda só emagrecem a curto prazo, diz estudo.

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Ao comparar 4 dietas famosas, pesquisadores concluíram que nenhuma delas é mais eficaz do que a outra para perder peso a longo prazo e proteger contra doenças cardiovasculares.

Regimes da moda ajudam a emagrecer em um primeiro momento, mas não são eficazes para manter o peso depois de um ano. Além disso, o impacto das dietas sobre fatores de risco para doenças cardiovasculares é incerto. Essas são as constatações de um estudo publicado em Novembro deste ano, no periódico Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, da Associação Americana do Coração.

Cientistas da Universidade McGill, no Canadá, revisaram pesquisas sobre quatro dietas famosas por promover perda de peso e benefícios cardiovasculares. Eles compararam esses regimes com os resultados obtidos por pessoas que seguiram “programas tradicionais”, como dietas com pouca gordura e regimes prescritos por nutricionistas.​

Apesar da popularidade e da contribuição à indústria multimilionária da perda de peso, há pouca evidência de que essas dietas (da moda) ajudam a emagrecer e a reduzir os fatores de risco às doenças do coração, afirma o principal autor do estudo.

Comparação — O estudo revelou que, durante um ano de regime, adeptos dos Vigilantes do Peso perderam de 3,3 a 6 quilos, enquanto os seguidores de “programas tradicionais” emagreceram de 800 gramas a 5,4 quilos. Já na comparação entre a South Beach e os “programas tradicionais”, não houve diferença no emagrecimento dos participantes em um ano — com a ressalva de que todos os voluntários tinham passado por uma cirurgia de redução do estômago.

Ao comparar a perda de peso de voluntários que seguiram as dietas, não houve alteração significativa ao longo de um ano. Os adeptos da dieta 1 perderam de 2 a 4,6 quilos; os da dieta 2, em média 3 quilos; os da 3, de 1,6 a 3,1 quilos; e os dos “programas  tradicionais”, em média 2,1 quilos. Tampouco houve diferenças relevantes nas melhoras de índices como colesterol, pressão arterial e glicose dos participantes.

Os estudos mais longos duraram dois anos e acompanharam pessoas que seguiram as dietas 2 e 3. Nos dois casos, os indivíduos recuperaram parte do peso perdido ao longo do tempo.

“Essa pesquisa mostra aos médicos que as dietas famosas podem não ser a solução para ajudar seus pacientes a perder peso”, diz o autor. “Uma intervenção mais ampla no estilo de vida do paciente, que envolve acompanhamento de médicos e de outros profissionais de saúde, talvez seja mais eficiente (para emagrecer).”

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/saude

LACC3: A economia da nutrição e da saúde. Por Denise Cavallini Cyrillo.

Dando continuidade à série de posts com alguns dos temas a serem abordados nas palestras da LACC3 (Latin American Cereal Conference), que vai acontecer em Curitiba, de 29/03 a 01/04 de 2015. E nāo esqueça: A cada semana iremos postar uma matéria com um novo tema que envolve a conferência. Não perca.

Atualmente Denise Cavallini Cyrillo é Professora Associada da Faculdade de Economia, Adminsitração e Contabilidade da USP. Tem experiência nas áreas de Economia da Saúde e da Alimentação e Nutrição, atuando principalmente nos seguintes temas: Segurança Alimentar, Qualidade de Vida, Sistemas de Monitoramento e de Custos.

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Em sua palestra, Denise analisará de que forma a interação entre o setor público e privado de saúde da economia brasileira, avaliando como a sua estrutura produtiva, aliada ao aparato legal referente ao período anterior à regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar, pode ter causado um impacto negativo sobre o acesso dos brasileiros de baixa renda aos bens públicos de saúde. Para dar suporte aos argumentos apresentados, foram utilizados os microdados do suplemento saúde da PNAD de 1998, analisados por meio de modelos logit e probit tendo em vista o caráter qualitativo da variável dependente. Os resultados sugerem evidências favoráveis à hipótese proposta.

Fonte: http://www.fea.usp.br/feaecon/perfil.php?u=46

 

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Ainda nāo se inscreveu na LACC3 2015? Entāo nāo perca tempo!

http://lacc3brazil.com/inscricoes/

 

Teor de sódio de alimentos industrializados diminuiu até 15% em um ano

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Segundo Ministério da Saúde, acordo com indústria alimentícia retirou 1.300 toneladas da substância em pães e macarrão instantâneo entre 2011 e 2012

Entre 2011 e 2012, a quantidade de sódio usada na produção de pão de forma, bisnaguinha e macarrão instantâneo no Brasil diminuiu em quase 1 300 toneladas. O dado foi apresentado no dia 19 de Agosto pelo Ministério da Saúde e pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia).

Em 2011, a entidade assinou um acordo para reduzir o teor da substância em produtos industrializados, e essa é a primeira vez em que resultados da iniciativa são divulgados.

De acordo com a diretora de Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, nos dois primeiros anos do acordo, os fabricantes reduziram quase 11% do sódio usado nas misturas para o pão de forma e bisnaguinha e em 15% o utilizado em macarrão instantâneo. A previsão da pasta é a de que, até o final deste ano, a redução de sódio nesses três alimentos chegue a 1.800 toneladas.

 

Fonte: www.veja.abril.com.br/noticia/saude/

Can Diet Prevent Alzheimer’s Disease?

Experts are studying how diet may affect the onset and progression of Alzheimer’s disease. Learn the latest research into this memory-robbing disease.

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Little in life is as scary as the idea of forgetting our loved ones, our histories, and ourselves. Yet that is exactly what is happening to the more than 5 million people in North America suffering from Alzheimer’s disease.

Mild forgetfulness in the early years of the disease slowly expands to include serious problems with memory, language, and abstract reasoning until eventually this brain disorder robs its victims of the ability to function.

Despite extensive research, both cause and cure for Alzheimer’s disease remain elusive. Experts theorize that a complicated combination of genetic, environmental, and lifestyle factors result in cognitive decline, though they are still working on exactly how it happens and what can be done to prevent it.

One logical area of exploration is diet. While there have been no definitive breakthroughs yet, there are certain foods that are being carefully studied for their specific relationship to Alzheimer’s.

Diet and Alzheimer’s Disease: Omega-3 Fatty Acids and B Vitamins

“A few studies found a correlation between high dietary fish with omega-3 fatty acid intake and a decrease in developing Alzheimer’s,” says Tara Harwood, registered dietitian at the Cleveland Clinic in Ohio. “However, more studies must be conducted before any conclusions can be drawn.”

High levels of homocysteine, an amino acid in the blood, have been associated with the risk of dementia. One avenue being examined is whether increasing intake of folate and vitamins B6 and B12, which break down homocysteine, can help prevent Alzheimer’s disease. “Neither vitamin B6 or B12 supplementation has been proven effective,” says Harwood, “but data from one study found a lower incidence of Alzheimer’s for individuals with the highest folate intake.”

Diet and Alzheimer’s Disease: Antioxidants

Another possible theory in the development of Alzheimer’s disease involves free radicals destroying the integrity of the body’s cells. These unstable molecules have the potential to cause cell aging and damage, which could be one piece of the Alzheimer’s puzzle.

“You can reduce your exposure to free radicals by limiting contact with the sun, environmental pollutants, and cigarette smoke,” says Harwood. “However, free radicals are a byproduct of metabolism, which occurs every minute of the day. Because it’s impossible to completely eliminate free radicals, [eating foods with] antioxidants, such as vitamin E, vitamin C, beta carotene, and flavonoids, can help.”

Foods high in antioxidants include berries, dark green and orange vegetables, nuts, and beans. Specifically, studies have shown rats and mice bred to develop Alzheimer’s disease had improved mental function after being fed blueberries, strawberries, and cranberries. Green tea is also high in antioxidants, and although it hasn’t been proven specifically to prevent Alzheimer’s, it has been shown that drinking five cups a day can reduce one’s risk of heart disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: The Mediterranean Diet

A few recent studies conducted by researchers from the neurology department at Columbia University Medical Center in New York have looked at the possible preventive effects of the typical diet eaten by people in countries around the Mediterranean sea, such as Greece. The “Mediterranean diet” is primarily made up of fruits, vegetables, and beans, fish, olive oil, a moderate amount of wine, some dairy foods, and small amounts of meat and chicken. Though more study is needed, results point to a reduced risk of developing Alzheimer’s and lower mortality rate among those who contracted the disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: Next Steps

While there is no definitive answer to the Alzheimer’s mystery, there are certainly clues to follow. “No changes in diet, dietary supplements, food additives, vitamins, nor alternative herbal medicines have ever been demonstrated to affect the risk for Alzheimer’s disease or the course of the disease in a well-designed clinical trial experiment,” says Randolph Schiffer, MD, director of the Cleveland Clinic Lou Ruvo Center for Brain Health in Cleveland. “With that said, most of us in the Alzheimer’s research field believe that people should adopt and continue healthy lifestyles, including diets low in saturated fats and high in antioxidants and B vitamins.”

Until more research is available, it makes sense to combine a good diet with physical and mental activity and social interaction. This approach just might help keep Alzheimer’s disease, as well as other illnesses, at bay.

Fonte: Everyday Health

Polenghi renova embalagens da linha Sélection.

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A Polenghi apresenta as novas embalagens da linha Polenghi Sélection. Trata-se de uma linha completa de queijos, que vai desde aperitivos até fondue, sendo uma referência em sua categoria.

A marca estimula a troca de conhecimento sobre o universo dos queijos especiais, por meio de degustações guiadas, ações em pontos de venda e também nas próprias embalagens que contém dicas e um pouco da história do queijo.

Os queijos Brie, Camembert, Bleu de Bresse e Mi-Chèvre da linha Polenghi Sélection são alguns dos que já têm a embalagem “informativa” disponível no varejo. Com design mais moderno, essas embalagens apresentam curiosidades sobre o queijo, dão dicas de harmonização, explicam o processo de fabricação, entre outras informações úteis e interessantes para o consumidor. Em breve, todos os queijos da linha estarão com o novo visual.

As embalagens, ainda, rompem com as características e padrões estabelecidas pela categoria. Um exemplo é a linha de queijos Apéritif, que tem formato cilíndrico e prático tanto para o corte quanto para servir, sendo a única a trabalhar com essa diferenciação.

Fonte: http://guialat.com.br