Sabia que é possível ensinar seu cérebro a gostar de alimentos saudáveis?

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Optar por alimentos saudáveis em um mundo que nos bombardeia com redes de fast food, alimentos congelados e enlatados cheios de conservantes, por mais estranho que pareça, é uma atitude difícil. A verdade é que já crescemos acostumados a consumir itens ricos em carboidratos, gorduras e açúcares.
Nós não nascemos amando batata frita e odiando rúcula. A questão é que estamos culturalmente habituados a enxergar alimentos saudáveis como opções “sem graça” de cardápio. E a saúde acaba pagando o preço.

Se você até pensa em mudar sua alimentação, mas torce o nariz toda vez que vê o arroz integral no prato, saiba que talvez a solução para os seus problemas esteja em apenas uma palavra: treino. Uma pesquisa recente sugere que é possível treinar o cérebro a escolher comida saudável e, inclusive, a ficar satisfeito e feliz com ela.
De acordo com os pesquisadores, a solução está em consumir alimentos saudáveis até que nosso cérebro fique viciado, da mesma forma que acontece com os alimentos ricos em calorias vazias, sem valor nutricional.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram os mecanismos de recompensa em 13 pessoas acima do peso, sendo que 8 dessas pessoas faziam um programa de redução de peso e os outros 5, não. A pesquisa avaliou o cérebro dos voluntários por ressonância magnética, tanto no início quanto no final do processo.

Entre aqueles que participavam do programa de redução de peso, os exames revelaram mudanças no centro de recompensa, associado com aprendizagem e vício. Depois de seis meses, essa área tinha “viciado” em comidas saudáveis e de baixo teor calórico, indicando que as pessoas não só estavam comendo esses alimentos como ficando satisfeitas com eles.
Além disso, a área de recompensa passou a demonstrar menos prazer quando as pessoas ingeriam alimentos não saudáveis e ricos em calorias. O programa de redução de peso englobava fatores que envolvem mudança de comportamento e adoção de alimentos ricos em fibra e pobres em açúcares.

 

Fonte: http://gizmodo.com/

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