Do Bem™ apresenta novo suco Detox.

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A marca Do Bem™ acaba de lançar mais uma opção para os fãs do suco Detox: o Detox Faixa Branca. O lançamento, que é uma versão mais leve do suco verde, acrescenta o abacaxi em sua receita para dar um sabor especial para bebida. O mix de folhas, frutas, hortaliças e verduras compõem a linha funcional da marca e traz inúmeros benefícios ao organismo. Assim como as outras bebidas da Do Bem™, o Detox Faixa Branca é natural, pois não contém conservantes, açúcar e nenhum outro aditivo químico, ou seja, é o suco fresco como feito em casa!

A bebida ajuda a eliminar as toxinas, melhora o funcionamento do intestino, ativa o sistema imunológico, aumenta a hidratação do corpo, além de auxiliar na dieta, por ser rico em fibras.

Para saber mais acesse www.dobem.com.br

Sabia que a gordura pode ser uma boa arma para combater infecções?

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Você que vive de dieta para perder alguns quilinhos ou cultiva feliz aquele estoquezinho de gordura, já percebeu que aquele seu amigo magrelo fica doente muito mais vezes do que você? Talvez isso tenha uma explicação científica: a gordura pode ajudar a combater infecções.

É claro que não estamos dizendo que a obesidade faz bem. Nada disso, pois ela pode trazer problemas graves, como diabetes, hipertensão e complicações cardiovasculares. E sabemos que um peso moderado é importante para afastar essas e outras doenças, garantindo uma vida mais saudável e tranquila.
Mas essa rara ação benéfica da gordura foi descoberta recentemente por uma equipe de pesquisadores, liderada por Richard Gallo, da Universidade da Califórnia, em San Diego. Eles descobriram que as células de gordura podem estar entre a nossa primeira linha de defesa contra patógenos.

Como sabemos, além de barreiras físicas, como a pele, a nossa principal proteção contra bactérias e vírus agressores é o sistema imunológico. Esta é uma rede complexa de células de defesa, tais como anticorpos, que reconhecem e destroem as células estranhas e proteínas.
Porém, apesar de muitos micróbios se multiplicarem rapidamente, pode levar dias para a produção de anticorpos aumentar. Mas os especialistas verificaram que as células de gordura também desempenham um papel defensivo e respondem mais rapidamente do que muitas partes do sistema imune.

De acordo com informações do artigo de Clare Wilson, a equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia injetou em ratos a bactéria Staphylococcus aureus.
Em poucas horas, as células de gordura subcutânea reagiram, lançando uma substância chamada catelicidina, que pode ser capaz de romper as membranas celulares bacterianas, sendo também conhecida por prejudicar os vírus, embora não esteja claro exatamente como isso acontece.

O fato é que comparado com estes animais, outro grupo de ratos que tinham sido geneticamente modificados para não ter quase nenhuma célula de gordura desenvolveu infecções muito piores quando exposto às bactérias. Isso sugere que as células de gordura produtoras de catelicidina tiveram um efeito protetor.
Mas e os efeitos nos humanos? Boas notícias: os pesquisadores já têm alguns testes realizados, pois a equipe de Gallo também foi capaz de mostrar que as células de gordura humanas cultivadas em laboratório secretam a catelicidina. Então, reações semelhantes também podem acontecer em pessoas.

Porém, reforçando o que falamos acima, mais gordura não é igual a mais proteção. Na verdade, as pessoas que são obesas têm uma maior taxa de infecções de tecidos moles. Os pesquisadores acreditam que isso pode ser porque as pessoas obesas são mais propensas a ter diabetes tipo 2, em que as células de gordura são resistentes à insulina. Isso também pode reduzir a produção de catelicidina. Portanto, os especialistas dizem que um pouquinho de gordura é bom, mas muito, não.

Alimentos que parecem saudáveis, mas não são. Parte 2.

Dando continuidade à série de posts sobre alimentos que podem parecer saudáveis mas não são, hoje o produto analisado é o adoçante:

 

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ADOÇANTES

Os adoçantes não são um problema por si só, mas o consumo excessivo deve ser evitado. De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, os efeitos do uso excessivo e prolongado de adoçante ainda não são conhecidos. Por isso, a recomendação é tentar variar o tipo de adoçante utilizado ao longo do dia. Além disso, ao serem consumidos, os adoçantes emitem falsos sinais ao cérebro de que estamos ingerindo açúcar. Ao perceber o engano, o cérebro reage aumentando a vontade de comer doce. “Os adoçantes na verdade acabam lembrando ao cérebro o prazer dos doces e perpetuando este desejo”, afirma Luciano Giacaglia, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/

Comer abacate todo dia diminui colesterol ruim.

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Comer um avocado, um tipo de abacate pequeno, por dia, aliado a uma dieta com ingestão moderada de gordura, pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL (o “ruim”) e, assim, melhorar a saúde do coração. A constatação é de um estudo publicado na quarta-feira no periódico Journal of the American Heart Association.

Participaram da pesquisa 45 adultos com idades entre 21 e 70 anos. Em uma primeira etapa, todos seguiram por duas semanas uma dieta com 34% de calorias vindas de gorduras, 51% de carboidratos e 16% de proteínas. Em seguida, por cinco semanas, os indivíduos foram separados aleatoriamente em três grupos.

Um grupo fez um programa alimentar com pouca gordura e sem avocado, outro ingeriu gordura moderadamente e não comeu abacate e o último consumiu gordura moderadamente e um avocado por dia. No caso das duas últimas dietas, 34% das calorias diárias vinham de gordura, enquanto no regime com pouca gordura esse porcentual era de 17.

Dietas — Os participantes que seguiram o plano que incluía o avocado tiveram uma redução de 13,5 mg/dL do colesterol LDL, comparados a quando fizeram a primeira dieta. Os que seguiram o regime de ingestão moderada de gordura, mas sem o avocado, apresentaram uma redução de 8,3 mg/dL. Já a dieta com pouca gordura diminuiu em 7,4 mg/dL o colesterol ruim. Os autores afirmam que outros fatores de risco de doenças cardiovasculares, como colesterol total e triglicérides, também apresentaram uma melhora com a dieta que incluía a fruta.

Os pesquisadores atribuem os benefícios à gordura insaturada do abacate, que comprovadamente reduz o colesterol ruim e eleva o bom (HDL), assim como às fibras e fitoesterois presentes no alimento.

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/

Sabia que é possível ensinar seu cérebro a gostar de alimentos saudáveis?

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Optar por alimentos saudáveis em um mundo que nos bombardeia com redes de fast food, alimentos congelados e enlatados cheios de conservantes, por mais estranho que pareça, é uma atitude difícil. A verdade é que já crescemos acostumados a consumir itens ricos em carboidratos, gorduras e açúcares.
Nós não nascemos amando batata frita e odiando rúcula. A questão é que estamos culturalmente habituados a enxergar alimentos saudáveis como opções “sem graça” de cardápio. E a saúde acaba pagando o preço.

Se você até pensa em mudar sua alimentação, mas torce o nariz toda vez que vê o arroz integral no prato, saiba que talvez a solução para os seus problemas esteja em apenas uma palavra: treino. Uma pesquisa recente sugere que é possível treinar o cérebro a escolher comida saudável e, inclusive, a ficar satisfeito e feliz com ela.
De acordo com os pesquisadores, a solução está em consumir alimentos saudáveis até que nosso cérebro fique viciado, da mesma forma que acontece com os alimentos ricos em calorias vazias, sem valor nutricional.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram os mecanismos de recompensa em 13 pessoas acima do peso, sendo que 8 dessas pessoas faziam um programa de redução de peso e os outros 5, não. A pesquisa avaliou o cérebro dos voluntários por ressonância magnética, tanto no início quanto no final do processo.

Entre aqueles que participavam do programa de redução de peso, os exames revelaram mudanças no centro de recompensa, associado com aprendizagem e vício. Depois de seis meses, essa área tinha “viciado” em comidas saudáveis e de baixo teor calórico, indicando que as pessoas não só estavam comendo esses alimentos como ficando satisfeitas com eles.
Além disso, a área de recompensa passou a demonstrar menos prazer quando as pessoas ingeriam alimentos não saudáveis e ricos em calorias. O programa de redução de peso englobava fatores que envolvem mudança de comportamento e adoção de alimentos ricos em fibra e pobres em açúcares.

 

Fonte: http://gizmodo.com/

Entrevista com William Latorre sobre a LACC3 Brasil 2015.

No quadro Assunto de Primeira do programa Dia Dia Rural desta terça-feira (03), Otávio Ceschi Júnior recebeu o farmacêutico, William Latorre, para conversar sobre o futuro dos grãos e cereais. Acompanhe!

Clique aqui para ver a entrevista

 

Fonte: Uol