Produtos sem lactose ganham espaço após lei em Juiz de Fora/MG.

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Depois das leis que obrigaram os supermercados a reservarem um espaço para produtos diet e sem glúten, agora os produtos sem lactose ganharam espaço nas prateleiras de Juiz de Fora. Entrou em vigor este ano na cidade a Lei Municipal que determina que supermercados e hipermercados devem expor aos consumidores uma gôndola específica para estes produtos. A lei ainda será regulamentada, mas para quem tem intolerância, a inciativa deve facilitar a compra.

O não cumprimento da medida implica em multa, que varia entre R$500 e R$ 5mil. O valor pode ser dobrado em caso de reincidência. E a fiscalização será feita pela Secretaria de Atividades Urbanas.

A Lei N.º 13.102 – de 09 de fevereiro de 2015 é de autoria do vereador Roberto Cupolillo (Betão) e foi criada a partir do Projeto nº 60/2014. “Essa ideia vem da própria população, e quando nós fizemos o primeiro projeto de lei era específico para diet, aí eles começaram a pedir para que fizesse outra do sem lactose ”, explicou.

Segundo a nutricionista Ludmila Riane, a intolerância à lactose não se trata de uma doença, mas é preciso ter cuidados. “A pessoa que tem a intolerância, ela não produz uma enzima que é responsável pela digestão da lactose, que é o açúcar do leite. Então a pessoa não consegue fazer a digestão, causando uma séria de sintomas bem desagradáveis pelo paciente”, afirmou.

A estudante Aline teve que aprender a identificar os produtos sem lactose para conseguir conviver bem com a intolerância e afirmou que um espaço reservado para isso vai facilitar a vida de quem tem o problema. “Nas lojas especializadas é mais fácil, mas mesmo assim tem que procurar. No mercado mesmo é mais difícil, tem que ler todos os rótulos”, contou.

Fonte: G1

Nestlé prevê melhoria no crescimento em 2015.

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A Nestlé, maior fabricante de alimentos embalados do mundo, previu crescimento de 5% nas vendas neste ano, em linha com as suas metas de longo prazo, após um 2014 mais fraco, atingido por deflação na Europa e desaceleração da demanda na Ásia.

A fabricante dos cafés Nescafé e dos chocolates KitKat disse que as vendas orgânicas em 2014, que excluem oscilações cambiais e aquisições, subiram 4,5%.

Analistas previam em média uma alta de 4,5%, segundo pesquisa da Reuters, após a Nestlé ter sinalizado em outubro que provavelmente ficaria aquém da sua meta de 5%. No fechado do ano, as vendas orgânicas cresceram 5,4% nas Américas, 1,9% na Europa e 5,7% na Ásia, Oceania e África.

Em comunicado, a Nestlé pontuou que a América Latina entregou bom crescimento orgânico apesar da piora da situação macroeconômica na região.

“Todas as categorias cresceram no Brasil”, disse a companhia, citando fortes contribuições das marcas Ninho, de leite infantil, Nesfit, de biscoitos, Nescau, de achocolatados e KitKat, de chocolates. Os objetivos da Nestlé em 2015 incluem melhorias nas margens e no lucro recorrente por ação em moeda constante. A empresa também propôs aumentar seu dividendo para 2,20 francos suíços por ação.

“Esperamos que 2015 seja semelhante a 2014”, disse o presidente-executivo da Nestlé, Paul Bulcke, em um comunicado.

Em 2014, as vendas totais caíram 0,6 por cento, para 91,6 bilhões de francos suíços (97,37 bilhões de dólares), impactadas negativamente pelo câmbio. O lucro líquido cresceu 4,4 bilhões de francos no ano, para 14,5 bilhões de francos, ajudado por aumento de preços, redução de custos e o lucro com a venda de parte da participação da Nestlé na L’Oreal.

Fonte: GuiaLat

Grande produtora de leite investe €7 milhões para ter leite de “vacas felizes”.

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A Bel, multinacional de origem francesa, vai investir este ano sete milhões de euros no projecto “leite de vacas felizes” para distinguir o melhor leite nos Açores, baseado em pastagem natural. Os cerca de 500 produtores da ilha de São Miguel, que fornecem leite para a dona do queijo Terra Nostra, terão de cumprir uma lista de 177 normas e atingir níveis de qualidade definidos pela empresa, que pagará melhor a quem conseguir chegar ao patamar mais elevado de certificação.

Ana Cláudia Sá, directora-geral da Bel (que também detém o queijo Limiano), descreve o projecto como uma “verdadeira viragem histórica”. “O leite dos Açores é baseado numa pastagem natural única, que só existe num sítio, aqui. É um leite diferente, não é baseado em rações, está isento de poluição”, disse em Ponta Delgada, durante uma apresentação à imprensa. A melhor matéria-prima será distinguida com o selo “leite de vacas felizes” que, a longo prazo, poderá ser visível nos produtos comercializados pela Bel (queijo, manteiga e leite UHT).

“Vivemos do turismo e da nossa naturalidade e a produção de leite deve respeitar isso”, disse Eduardo Vasconcelos, director de recolha de leite, acrescentando que o programa se baseia nas melhores boas práticas e implica investimento por parte dos produtores em infra-estruturas.
Quem não cumprir as regras mínimas deixará de fornecer leite à multinacional, que quer estimular a pastagem natural. Nos Açores, as vacas são mantidas ao ar livre e alimentam-se, sobretudo, de forragem. E é essa características que a Bel quer estimular e reforçar. O objectivo é ter 20% dos produtores certificados em três anos.

A multinacional tem três fábricas em Portugal, duas nos Açores e uma em Vale de Cambra, e prevê investir mais de dez milhões de euros. No mercado total de queijo, tem uma quota de 19% com as marcas Limiano, Terra Nostra, A Vaca que Ri e Mini Babybel. O ano passado facturou 130 milhões de euros, mais 7% do que em 2013. Os lucros situaram-se nos 4,2 milhões de euros.
Em termos mundiais, a Bel é a terceira maior empresa de queijo e emprega mais de 10.600 pessoas (500 em Portugal).

 

Fonte: GuiaLat

 

O que acontece com o organismo quando ficamos sem comer?

Quando ficamos em jejum por muito tempo acabamos submetendo o nosso organismo a um grande e desnecessário estresse. Durante as primeiras 24 a 48 horas de privação calórica, o corpo começa a esgotar o glicogênio — principal reserva energética encontrada nas células — armazenado nos músculos e no fígado.

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Quando ocorre esse processo, para poder conservar energia o metabolismo fica mais lento, e algumas reações hormonais começam a sofrer alterações. Alguns sintomas comuns incluem fortes dores de cabeça, tontura, insônia e muito, muito mau humor. Contudo, se além dos alimentos o corpo também for privado de água, a situação fica ainda pior, pois a desidratação pode provocar quedas de pressão, convulsões, danos cerebrais e até paradas cardíacas.

Segundo o Discovery News, alguns estudos com animais apontaram que períodos curtos e intermitentes sem comida podem proteger os neurônios contra os danos causados pelo estresse oxidativo e a regular os níveis de glicose. Em humanos, uma pesquisa com mulheres com risco de desenvolver câncer de mama apontou uma maior queima de gordura e um aumento na resistência à insulina.

Nunca fique em jejum absoluto por longos períodos de tempo, nem adote qualquer tipo de dieta de supressão calórica periódica e intermitente sem antes de consultar um médico!

Fonte: http://news.discovery.com