Como a modificação genética nos levou à couve

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Se você é como nós, você provavelmente já se deparou várias pessoas que se opõem aos chamados “organismos geneticamente modificados”, ou OGM. Também existem termos como “biotecnologia de alimentos” ou “geneticamente modificado”, porque, na realidade, a modificação genética vem ocorrendo há quase … Continuar lendo

Cooperativa Santa Clara lança Queijos Minas Frescal e Mussarela Zero Lactose

Em benefício das pessoas que têm intolerância à lactose e atenta às necessidades de seus consumidores, a Cooperativa Santa Clara desenvolveu dois novos produtos: os queijos Minas Frescal e Mussarela Zero Lactose. A Santa Clara é a primeira empresa do Sul do país a produzir os queijos zero lactose.

Por não passarem por nenhum tipo de maturação, os queijos Minas Frescal e Mussarela normalmente são queijos com maior teor de lactose. As versões zero lactose são produzidas a partir da hidrólise (quebra) da lactose no leite, através da enzima lactase.

Algumas características específicas dos produtos sem lactose são encontradas nos novos queijos: leve escurecimento em virtude do aquecimento e também um sabor levemente mais adocicado, além da alta digestibilidade em virtude da quebra da lactose.

O Queijo Minas Frescal Zero Lactose já pode ser encontrado no mercado em versões de 330 gramas. Em breve, os intolerantes à lactose poderão encontrar também o Queijo Mussarela Zero Lactose em duas versões: fatiado com 150 g e em formas de 3,5 Kg.

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Conheça o equipamento que está revolucionando o mercado lácteo clicando aqui.

Fonte: Santa Clara

Modernidade está reduzindo variedade de bactérias em nosso trato digestivo

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É inegável que as “maravilhas da modernidade” como a urbanização, o saneamento básico e o desenvolvimento da medicina e da farmacologia têm aumentado muito a qualidade de vida das pessoas. Contudo, isso não significa dizer que só temos pontos positivos graças a isso.

Um estudo realizado na Universidade de Alberta, no Canadá, comparou amostras de fezes de cidadãos dos Estados Unidos com as de residentes de Papua-Nova Guiné, uma das nações menos desenvolvidas nos dias de hoje, localizada no Pacífico Sul. A pesquisa mostrou que americanos têm cerca de 50 tipos de bactérias a menos em seus tratos digestivos do que os papuas.

Isso seria um indicativo de que a dieta de países com alto nível de industrialização impacta diretamente o equilíbrio do microbioma digestivo, que é o conjunto de micro-organismos presentes em nosso sistema digestório. A ingestão constante de antibióticos e alimentos com substâncias que aumentam seu tempo de conservação, a sanitarização de nossos ambientes e a baixa ingestão de fibras podem ser fatores que expliquem essas diferenças.

O estudo não se foca especificamente nos efeitos que essa dieta mais refinada pode causar à nossa saúde. No entanto, uma das hipóteses levantadas pelo estudo é a de que essas alterações no microbioma podem ser responsáveis pelo aumento das ocorrências de doenças crônicas relacionadas aos hábitos alimentares.

Alguns exemplos são a diabetes tipo 2 e a obesidade, que afetam uma parcela da população muito maior do que a 50 anos atrás. Essas enfermidades praticamente não existem em Papua-Nova Guiné e em outros países com pouca industrialização. Em compensação, há altos índices de infecções e uma expectativa de vida consideravelmente menor nesses lugares.

Ou seja, nosso estila de vida moderno nos trouxe diversos benefícios, mas ainda é necessário descobrir quais fatores gerados pelo nosso desenvolvimento urbano causam essa elevação nos índices de doenças crônicas. Então seremos capazes de combatê-los de forma eficiente e tornar as pessoas mais saudáveis de modo geral.

 

Fonte: Mega Curioso

Como é o ‘lanchinho’ dos astronautas?

Em vídeo recentemente postado no YouTube, a astronauta italiana ESA (Agência Espacial Europeia, na sigla em inlgês) Samantha Cristoforetti mostra o tipo de guloseimas disponíveis para os moradores temporários da Estação Espacial Internacional, sempre que a ideia é fazer uma boquinha.

A sequência foi toda gravada no chamado Node 1 da Estação Espacial Internacional, setor também conhecido como “Unity”, normalmente utilizado pelos astronautas para as refeições. “Comer de forma saudável não é nenhuma ciência de foguetes”, conclui Cristoforetti, convidando os semelhantes em terra assumir dietas mais saudáveis — enquanto ficam imaginando como será comer nozes de macadâmia em microgravidade.

Fonte: Mega Curioso

Projeto empodera crianças na África a transformar garrafas de refrigerante usadas em brinquedos educativos

Se algum dia você visitasse a zona rural do Quênia ou do Malawi, dificilmente encontraria uma loja de brinquedos. Mas provavelmente encontraria um mercadinho que vende refrigerante… Essa contradição inspirou uma ideia: transformar garrafas de refrigerante antigas em brinquedos ecologicamente corretos para estimular o aprendizado de crianças carentes.

A tecnologia capaz de transformar materiais recicláveis em ferramentas educativas para crianças que não têm acesso à pré-escola e vivem em áreas marcadas por altos índices de pobreza, exclusão e desigualdade social.

Apoiando-se num conceito chamado Bottle Stack, garrafas de refrigerante são transformadas em pequenos blocos que podem ser empilhados formando palavras e sequências numéricas. Assim, a criança aprende a contar números e a soletrar palavras.

“Você pode começar com o seu nome ou palavras simples e, uma vez que pode empilhar as garrafas, você também pode montar frases básicas”, diz Mauricio Bricola, um dos designers que trabalham no projeto.

As garrafas também podem virar caminhões que se movem com rodas feitas de tampinhas. “Planejamos colocar uma etiqueta branca no caminhão, e convidar as crianças a desenharem nela sua própria imagem”, conta Bricola. Já potes de manteiga de amendoim recebem rótulos personalizados com figuras que despertam a imaginação das crianças.

Os primeiros protótipos foram testados em Malawi. O projeto é um dos finalistas do desafio, que dará prêmios de US$ 50.000,00 a US$ 100.000,00 a iniciativas capazes de melhorar a vida de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza. Confira:

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Fonte: Coca-Cola 

Parmalat aposta na nostalgia e volta ao mercado com campanha dos mamíferos

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Quem não se lembra do clássico jingle “O elefante é fã de Parmalat…”?

Foi apostando na nostalgia que a Parmalat preparou seu retorno ao mercado brasileiro, ressuscitando a “campanha dos mamíferos”. A campanha original tinha sido um sucesso na década de 1990. Desta vez, foram incluídos mamíferos de espécies típicas do Brasil, como o bicho-preguiça, o lobo-guará, o tamanduá, o tatu e a jaguatirica.

A nova campanha também vai incluir o “Mamificator”, um aplicativo em que o usuário poderá inserir a imagem de seu rosto no de um dos mamíferos, tanto em foto como em vídeo. O dispositivo será lançado nos próximos dias na fanpage da marca, segundo a BETC, agência de propaganda responsável por este retorno da Parmalat.

Nas redes sociais, a Parmalat ainda afirma que está estudando retomar a ação de trocar embalagens de leite pelos bichos de pelúcia da coleção. Isso ajudou a transformar os “mamíferos” em fenômeno na década de 1990. Do ponto de vista do negócio, a comunicação é uma prioridade da marca, tanto quanto a produção e a distribuição.

“Esta nova fase é desafiadora, pois a Parmalat deixou o posto de líder de mercado há um longo período e nossa estratégia é retomar esta colocação a médio e longo prazo”, comenta Patrick Sauvageot, presidente da Parmalat no Brasil.

Fonte: Economia Uol