Mais Vita une os benefícios da soja com os das superfrutas

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A marca Yoki Mais Vita, linha que possui bebidas à base de soja e produtos naturais, apresenta duas inovações na categoria de bebidas: os novos sabores Cranberry com Romã e Laranja com Acerola, ambos disponíveis nas versões de caixinha de 1 litro e 200 ml.

O grande diferencial da marca é combinar as superfrutas com a soja. O objetivo é potencializar os benefícios da soja, que é fonte de sete vitaminas e isenta de colesterol, a frutas com alto valor nutricional. A cranberry, que é fonte de vitaminas C, D e E, foi unida à romã, que possui propriedades antioxidantes. Uma das ações da cranberry é a prevenção da infecção urinária. Já a romã é conhecida, entre outros benefícios, como forma de amenizar a artrite.

A combinação de laranja com acerola contribui com uma dosagem significativa de vitamina C. Juntas, formam uma fonte poderosa de antioxidantes, que combatem os chamados radicais livres.

Faz bem saber – O termo “superfrutas” pode parecer novo para muitas pessoas, mas as frutas em questão não. A expressão, dada há alguns anos quando o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) investigava a potência dos antioxidantes dos alimentos, é bastante utilizada na indústria de alimentos e bebidas. Em geral, elas possuem alto valor nutricional por ser rica em nutrientes e propriedades antioxidantes, e assim promovem a saúde, além de possuírem um agradável sabor, explica a nutricionista Juliana Tomandl Fontes.

 

Fonte: Yoki

Comer em pratos pequenos nem sempre funciona para emagrecer

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Um dos truques utilizados por quem quer emagrecer é comer em pratos pequenos, como os de sobremesa, e não nos grandes. Especialistas em dieta dizem que esse hábito faz uma pessoa ingerir menos alimentos. Para adolescentes acima do peso ideal, no entanto, a dica não funciona, revelou um estudo da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos.

Pesquisadores entrevistaram 162 meninas de 14 a 18 anos, com diversos índices de massa corpórea (IMC), sobre a percepção que elas tinham do tamanho de uma porção de comida em pratos de vários tamanhos. Eles descobriram que, na média, o truque visual funcionava menos para adolescentes com sobrepeso e obesidade do que para as garotas de peso normal.

“Presume-se que pessoas obesas ou com sobrepeso têm, em comparação com indivíduos de peso saudável, propensão a subestimar o tamanho de uma porção e, consequentemente, comer mais. Isso valeria, sobretudo, para alimentos apresentados em recipientes grandes”, afirma o psiquiatra Lance Bauer, coautor do estudo. Por esse motivo, diz Bauer, quem quer emagrecer é encorajado a comer em pratos pequenos – uma vez que a mesma porção que seria satisfatória em um recipiente pequeno e cheio pode não satisfazer a pessoa em um recipiente grande e menos preenchido.

Na pesquisa, contudo, isso não aconteceu com as garotas acima do peso, cuja sensação de saciedade não apresentou diferenças se a mesma porção era servida em um recipiente pequeno ou em um grande. “A descoberta sugere que trocar um prato grande por um pequeno em uma refeição é uma medida menos eficiente do que pensávamos”, afirma Bauer. O estudo revelou também que as adolescentes não dão tanta importância a gráficos com informações dietéticas e contagem de calorias.

Para Lance Bauer, as campanhas de emagrecimento direcionadas a adolescentes devem ser simples, claras, repetitivas e interessantes. A pesquisa foi apresentada nesta sexta-feira no encontro anual da Sociedade Americana Psicossomática.

 

Fonte: Veja Saúde 

Cientistas criam chocolate mais nutritivo — e com o mesmo sabor

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Pesquisadores da Universidade de Gana afirmaram ter encontrado uma maneira de fabricar um chocolate com mais nutrientes, sem alterar seu sabor. De acordo com eles, duas pequenas mudanças no processo que transforma o cacau em chocolate preservam os polifenois, antioxidantes presentes na fruta e associados a beneficios cardiovasculares, mas que são perdidos durante a etapa de torrefação da semente do cacau.

A primeira alteração foi armazenar a fruta por alguns dias, antes de as sementes serem retiradas para fermentação. Para determinar qual seria o melhor período de armazenamento, os cientistas realizaram um experimento. Trezentas frutas foram divididas em quatro grupos: guardadas por nenhum, três, sete ou dez dias. Os pesquisadores descobriram que as unidades guardadas por uma semana apresentaram a maior concentração de antioxidantes após a torrefação.

A segunda mudança aconteceu na torrefação. No processo atual, as sementes são torradas por 10 a 20 minutos, a uma temperatura que varia entre 120 e 130 graus Celsius. Os pesquisadores descobriram que torrá-las por mais tempo – 45 minutos – e a uma temperatura mais baixa – 116 graus Celsius – preserva uma quantidade maior de polifenois.

Os resultados foram apresentados na terça-feira, durante o Encontro e Exposição Anual da Sociedade Americana de Química.

 

Fonte: Veja Saúde 

Alimentos que causam alergia

Leite de vaca, ovo, trigo, frutos do mar e amendoim são algumas das comidas que mais desencadeiam reações alérgicas.

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A alergia alimentar é uma reação anormal do nosso organismo a alguma proteína presente na comida. O problema ocorre quando o corpo identifica como uma ameaça substâncias que, na verdade, não causam doenças, iniciando uma resposta imune para combatê-las. Segundo uma revisão de estudos publicada em 2008 no periódico Current Opinion in Pediatrics, leite de vaca, soja, amendoim, ovo, castanhas, trigo, peixes e frutos do mar são os alimentos responsáveis por 90% das alergias.

Em contato com o agente agressor, o organismo cria um processo inflamatório que produz quantidades excessivas de anticorpos do tipo IgE. As reações mais comuns desencadeadas pelos anticorpos acontecem na pele e se manifestam como coceiras, urticária (manchas vermelhas na pele) e angioedema (inchaço das partes moles). Também podem aparecer sintomas gastrointestinais, como vômito, dor abdominal e diarreia ou sintomas respiratórios, caracterizados por coceira no nariz, espirro, tosse, falta de ar e chiado no peito.

Ariana Yang, diretora da Regional São Paulo da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) explica que quando há manifestação clínica de reação alérgica em dois sistemas simultaneamente, por exemplo, urticária e vômito, isso é considerada uma reação grave ou anafilática e exige uma ida ao hospital ou a aplicação de adrenalina. “Os sintomas respiratórios também são um alerta para uma reação alérgica grave, pois não são comuns em alergias alimentares, e demandam uma ação imediata”.

As alergias alimentares da infância tendem a desaparecer conforme a criança cresce. Já aquelas que aparecem na fase adulta tendem a ser mais graves e irreversíveis”, afirma o nutrólogo Celso Cukier, presidente do Instituto de Metabolismo e Nutrição.

De acordo com Cukier, o único modo de saber se uma pessoa é alérgica a um alimento é observar os sintomas que manifestados quando a comida é ingerida. Exames sanguíneos que apontam alimentos aos quais uma pessoa pode ter sensibilidade são dispensáveis, pois não indicam que, necessariamente, o indivíduo desenvolverá uma alergia. “Nosso corpo tem mecanismos de defesa, principalmente no trato gastrintestinal, que impedem a penetração do agente alérgeno”, diz.

A melhor forma de tratar uma alergia alimentar é, uma vez constatado o quadro alérgico, não voltar a ingerir o alimento e seus derivados. Em caso de reação simples, como manifestações cutâneas, o alérgico pode tomar um anti-histamínico, popularmente conhecido como antialérgico. Se a reação for grave – anafilática, manifestações clínicas do sistema respiratório, cardiovascular (tontura e desmaio) ou fechamento da glote – o paciente deve ser imediatamente levado ao hospital.

Mudança de hábitos – De acordo com José Carlos Perini, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, nos últimos quatro anos houve uma mudança no perfil da prevalência das alergias alimentares no Brasil. Aumentaram os casos de pessoas alérgicas a aditivos alimentares (compostos presentes em alimentos industrializados), amendoim, milho, gergelim e frutas tropicais (banana, mamão, kiwi), que não eram muito comuns no país. “Ainda não existem motivos comprovados que expliquem essa mudanças, mas supõe-se que se deva a mudanças nos hábitos alimentares, dietas repetitivas ou muito restritivas, menor contato com a natureza e maior ingestão de alimentos industrializados”.

Fonte: Veja Saúde 

Fatos sobre os diversos óleos existentes e porque o óleo de coco é tão importante

Confira neste infográfico comparações sobre os diversos óleos que temos disponíveis para nossa escolha. E principalmente, porque o óleo de coco é tão importante para nós:

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Fonte: Food Insight

Nos EUA, McDonald’s vai eliminar frangos tratados com antibióticos humanos

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Nos próximos dois anos, os McDonald’s americanos vão parar de comprar frangos criados usando antibióticos humanos. Esta nova medida se destina a ajudar os restaurantes reconquistar clientes que querem comer mais carne mais “natural”. Mas isso não significa que o frango será “antibiótico-livre” até 2017. Em vez disso, a empresa vai comprar frango de agricultores que usam antibióticos ionóforos – que não são usados em seres humanos.

Cerca de 23 mil pessoas morrem a cada ano em os EUA por causa de infecções resistentes a antibióticos – infecções que custam ao sistema americano de saúde mais de  21.000 milhões de dólares a cada ano. Um declínio significativo na eficácia de antibióticos seria desastroso; a Infectious Diseases Society of America tem chamado a resistência aos antibióticos uma das maiores ameaças para os seres humanos em todo o mundo.

Infelizmente, um dos principais motores de bactérias resistentes aos antibióticos é o uso de antibióticos em fazendas industriais. Animais são os maiores consumidores de antibióticos no país. Eles são dadas aos animais para regular e prevenir infecções, e ainda, em alguns casos, para promover o crescimento. Mas a presença de antibióticos na produção de alimentos é um grande problema para a saúde humana, pois quando as pessoas comem uma carne cheia de  antibióticos, elas também ingerem algumas bactérias que pararam de responder a estas drogas.

Para abordar esta questão, o McDonald’s irá trabalhar com frango de fornecedores como Tyson Foods Inc. Esta mudança será específica de restaurantes americanos: cerca de 14.000 restaurantes serão afetados, 22.000 restaurantes do restante do mundo vão continuar servindo frango tratados com antibióticos humanos, pelo menos por um tempo.

Fonte: The Verge