Pratos saudáveis com menos de 500 calorias que você vai realmente querer comer

Contagem de calorias não é para todos! Mas tudo bem. Se você tem certos objetivos como ter mais músculos, ficar em forma, ou perder peso, estar consciente de quanto você está comendo pode ser super útil.

Outra coisa que é importante é ter certeza de que os alimentos que você come são ricos em certos valores nutritivos. Nutrientes como proteínas, fibras, gordura podem levar algum tempo para ser digeridos, isso ajuda o seu corpo a se sentir satisfeito por mais tempo – o que significa menos vontade de comer.

Esses pratos são todos saborosos e saudáveis, cada um tem cerca de 500 calorias ou menos. Alguns podem não funcionar com a sua dieta pessoal (os com menos calorias, em particular, podem ser más escolhas para as pessoas que só comem três refeições por dia, sem snacks). Mas você pode encontrar, nesta lista, algum prato que realmente gosta!

 

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Massa de Lentilha com Pesto de Rúcula

397 calorias
19 g de proteína
20 g de gorgura
28 g de carboidratos (3 g de fibras, 1 g de açúcar)

 

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Chilli de Frango com Couve-Flor

432 calorias
46.6 g de proteína
18.3 g de gordura (4.5 g saturada)
22.6 g de carboidratos (7.5 g de fibras, 9.5 g de açúcar)
575 mg de sódio

 

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Hambúrger de Batata Doce com Creme de Abacate

367 calorias
12.6 g de proteína
13.9 g de gordura (2.1 g saturada)
54.4 g de carboidratos (11.5 g de fibras, 7 g de açúcar)
574 mg sódio

 

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Salada de Aspargos com Cebolinhas e Ovo Frito

395 calorias
20.2 g de proteína
26.6 g de gordura (7.2 g saturadas)
20.7 g de carboidratos (4.3 g de fibras, 5.3 g de açúcar)
336 mg de sódio

 

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Salada de Rúcula e Camarão com Abacate

328 calorias
23.4 g de proteína
24.1 g de gordura (4.1 g saturada)
9.2 g de carboidratos (4.4 g de fibras, 1.4 g de açúcar)
214 g de sódio

 

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Sushis Vegetarianos

512 calorias
14.2 g de proteína
40.9 g de gordura (8.5 g saturada)
33.1 g de carboidratos (19.2 g de fibras, 6.7 g de açúcar)
1,321 mg de sódio

Fonte: BuzzFeed

 

 

 

3 myths about gluten you probably believe

Myth: Everyone should try giving up gluten for a week.

Truth: Gastroenterologists are nearly unanimous in their reluctance to recommend “trying out” a gluten-free diet. Stefano Guandalini, MD, medical director of the University of Chicago Celiac Disease Center, said flatly in 2013 that “it is not a healthier diet for those who don’t need it.” Millions who give up bread and hunt for gluten-free toothpaste, he opined, “are following a fad, essentially.”

It’s not just Dr. Guandalini who urges caution when it comes to going gluten-free. Physicians who actually focus on their patients’ wellbeing don’t want them to waste energy and money on a needless elimination diet. In a 2013 state-of-the-field collection of essays, A Clinical Guide to Gluten-Related Disorders, the authors recommend confirming a diagnosis of celiac disease (CD) before “embarking on treatment,” which can be “burdensome to follow and adds significantly to the cost of living.”

These experts are not pawns of Big Food — nor do they run websites that hawk dietary supplements and gluten-free cookbooks. A Clinical Guide was edited by gastroenterologist Alessio Fasano, MD, director of the Mucosal Immunology and Biology Research Center and the Center for Celiac Research and Treatment at Massachusetts General Hospital. He’s among the world’s most influential CD researchers.

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Myth: Even if you don’t have celiac disease, there’s a good chance you could have gluten sensitivity.

Truth: Research suggests that almost one in a hundred Americans — 3 million — may be affected by celiac disease. Of these, only 17% are diagnosed, which means 2.5 million Americans might be living with undiagnosed CD. For these people, gluten and related proteins cause a dangerous autoimmune reaction. The symptoms range widely, from acute gastrointestinal pain and skin rashes to increased risk for certain cancers, infertility, and neurological disorders.
Then, there are the people who don’t have CD but may experience symptoms (usually joint pain, fatigue, “foggy mind,” or numbness of their extremities) after ingesting gluten. This is referred to as non-celiac gluten sensitivity (NCGS), a condition that remains a matter of considerable debate. One study about NCGS, conducted at Australia’s Monash University, received lots of attention. It was a double-blind, randomized, placebo-controlled study — the “gold standard” of dietary studies — and it found that “irritable bowel–like symptoms of gluten sensitivity” were more frequent in people treated with gluten (68%) than in the subjects who did not have gluten (40%). Many people took this to confirm that just because you don’t have CD, it doesn’t mean your “gluten sensitivity” is all in your head. But, the same researchers at Monash conducted another study that came to a remarkably different conclusion. Using an even more rigorous trial design, they found there were “no effects of gluten in patients with self-reported non-celiac gluten sensitivity.” The authors hypothesized that gluten sensitivity was actually being confused with sensitivity to special carbohydrates known as FODMAPs (short for fermentable oligo-, di-, mono-saccharides and polyols). While FODMAPs are found in grains such as wheat, rye, and barley, they also occur in a wide variety of “gluten-free” or “healthy” foods like broccoli, garlic, onions, apples, and avocados. In other words: Those who think they have NCGS may be reacting to what’s inside their sandwiches as much as the bread itself. Although more research needs to be done, the results of this second study suggest that some people who go gluten-free might be better off on a low-FODMAP diet.

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Myth: Look at the science. One study found that a gluten-free diet reduces the pain of endometriosis. Another showed a link between eating gluten and depression. This research proves that gluten is “bad.”

Truth: The problem here is that running a few studies doesn’t “prove” or “conclusively show” anything. Good nutrition science depends on the long, slow accumulation of data over many, many studies — something scientists themselves know very well. They are (or should be) highly skeptical of single studies. Enthusiastic gurus who speak confidently on the dangers of grains are exaggerating the field — and exaggeration in science is nothing less than a lie.

Paradoxically, our faith in science makes it difficult to identify and dismiss lies about nutrition. Food seems so simple to study. If we can put a man on the moon, transplant a heart, and manipulate DNA, then surely we can unpack the relationship between eating vegetables and living longer. There’s no obvious difficulty in figuring out if wine decreases the risk of heart disease, or if red meat increases the risk of colon cancer. Just look at people who drink wine or eat red meat, and then compare them to those who don’t. Easy, right?

In fact, there is probably no branch of medicine more difficult or complicated than nutrition science, a complexity that plays out in the endless controversies about what — and how much — we should eat. High-quality studies of dietary practices are incredibly hard to design. How do you make a placebo piece of steak for your control group? Studies on the effect of diet and lifestyle in large populations are no less difficult. They depend on recollection and self-reporting, notoriously unreliable data. And, even if that data were accurate — well, just tweak an equation, exclude a set of data points, isolate a different factor, and suddenly vegetarianism goes from increasing longevity to decreasing bone density. This is why nutrition scientists who study “ideal diets” have made surprisingly little progress over the years.

Fonte: Refinery29

ABIMAPI lança fanpage no Facebook

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Além do site, principal meio de comunicação com os associados e parceiros, a ABIMAPI lançou na última segunda-feira (22/06) uma fanpage no Facebook.

“É importante entendermos a fanpage como uma aliada para os nossos negócios, pois nos permite um contato direto com o consumidor e os formadores de opinião. Para entendermos a dimensão do universo Facebook, o número de pessoas que usam esta rede social todos os meses no Brasil chegou a 89 milhões em 2014. Ou seja, oito em cada 10 dos mais de 107,7 milhões de internautas do País (segundo a consultoria eMarketer) acessam a rede social mensalmente; a cada dia, são de 59 milhões de brasileiros na plataforma. O acesso móvel também merece destaque, de acordo com os números apresentados pelo Facebook: no último ano, a quantidade de acessos cresceu 55%, chegando a 68 milhões de usuários; a base ativa de pessoas que acessam o Facebook aumentou 105%, totalizando 41 milhões de pessoas”. Conta Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI. Curta, compartilhe e comente: facebook.com/abimapibrasil

Fonte: ABIMAPI

Os consumidores de chocolate não estão preocupados com a saúde

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Em uma pesquisa da Mintel, sobre comportamento do mercado e de consumidores de chocolate, analisam que a Nestlé e a Kraft, grandes empresas multinacionais, estão trabalhando com as atitudes dos consumidores em relação ao chocolate e pouco enfatizam a saúde, embora possa ser argumentado que a Kraft está enfocando na “saúde mental e no bem estar”.

Em geral os consumidores não estão preocupados com as consequências do consumo do chocolate para a saúde, com três quartos dizendo que chocolate com moderação não faz mal. Esta atitude não aumenta entre os consumidores mais velhos (ao contrário do que acontece em países como os Estados Unidos e o Reino Unido) e no Brasil também não difere entre regiões.

A única “consideração” a saúde é que pouco mais de um quarto dos consumidores compram chocolate amargo porque é mais saudável do que o chocolate ao leite e esta atitude aumenta com a faixa etária do consumidor. Comparativamente a metade dos consumidores no Brasil compraria salgadinhos mais saudáveis se estivessem disponíveis.

Ainda na mesma pesquisa, notamos que o Reino Unido, há sete anos houve um forte crescimento nas vendas de chocolate amargo (com um crescimento de 38% entre 2006-2008 contra 6% no restante do mercado), com os consumidores sendo atraídos pelo alto teor de antioxidantes do chocolate amargo. Apesar de uma grande proporção dos consumidores acreditarem que os chocolates amargos são mais saudáveis e possuem mais qualidade, a maioria (56%) ainda prefere o sabor do chocolate ao leite. A proliferação de diferentes tipos de chocolate amargo (desde as versões meio amargo a linhas super Premium com 70% cacau) teve um impacto claro no mercado. O significativo crescimento nas vendas ocorreu porque nenhum produtor lançou com êxito uma alternativa com redução de açúcar ou gordura, e, além disso, os consumidores passaram a gostar do chocolate amargo.

Fonte: Mintel

Um arco-íris no seu prato: o que você deve saber sobre comidas coloridas

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Amarelo, vermelho e azul são cores primárias, que, aparentemente, são inofensivos quando vistos na natureza ou em uma roda de cores. Mas quando se fala de aditivos de cor em alimentos, algumas pessoas têm dúvidas sobre a sua segurança. As cores nos alimentos são realmente uma ameaça para a saúde?

Comidas coloridas são confiáveis?

A segurança dos corantes alimentares tem sido questionada por consumidores ao longo dos anos. Apesar dessas preocupações, um grande grupo de pesquisa científica apóia a segurança dos corantes alimentares. A Food and Drug Administration (FDA) tem pesquisado corantes alimentares autorizados nos EUA para tornar seguro o uso em produtos alimentícios e bebidas em níveis autorizados. Nos termos do regulamento do FDA, todos os aditivos de cor estão sujeitos a aprovação antes que eles possam ser utilizados em alimentos.

Por que corantes são adicionados a alimentos?

Corantes alimentares são adicionados aos produtos para reduzir a perda de cor, ocorrida pelo contato com a luz ou temperaturas extremas. Eles são frequentemente usados para enriquecer a cor ou o limite de cores diferentes encontradas naturalmente nos alimentos.

Corantes causam hiperatividade?

Alguns pais preocupados com DDA (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) em crianças, levantaram questões sobre se essa condição pode ser causada pelo consumo de corantes alimentares. Comitê Consultivo de Alimentos da FDA avaliou recentemente todos os estudos que examinam a ligação entre corantes e a DDA, que têm sido realizados ao longo dos últimos 30 anos e conclusão até o momento.  Evidências sugerindo se os corantes alimentares podem causar hiperatividade não foram encontradas. Estudos que sugerem uma ligação podem ter sido encontrados com certas limitações, como o tamanho da população, que impediu que uma relação de causa e efeito fosse estabelecida. Alguns pesquisadores sugerem um exame mais aprofundado, e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), declarou que as crianças com alergia alimentar diagnosticada ou sensibilidade e DDA podem se beneficiar limitando ou eliminando as cores dos alimentos de sua dieta.

Há mais de 30 anos de pesquisa sólida e provas que mostram o uso de corantes alimentares sintéticos e “naturais” que são permitidas para utilização em alimentos e bebidas. Assim, quando estiver em pé no corredor do supermercado pense bem em todas a opções de produtos que existem, você pode se surpreender em como existem opções seguras e coloridas para todas as preferências.

Fonte: Food Insight

Leitbom volta ao mercado lácteo

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Marca tradicional e que conquistou o paladar de consumidores de diferentes regiões do país ao longo dos últimos 40 anos, a LeitBom volta às gôndolas dos principais supermercados e, consequentemente, aos lares dos brasileiros. Recém-adquirida pelo Laticinios Bela Vista, que comprou os ativos da LBR (Lácteos Brasil S.A.), a empresa vai competir com os principais players no campo de produtos lácteos, com um portfólio de mais de 20 produtos.

“A história pesa a favor da volta da LeitBom ao mercado. Afinal, estamos falando de uma marca que completou 40 anos em 2014, que já foi líder em estados como Goiás, Piauí e Pará, e percebemos que há uma ansiedade por sua volta. Além disso, os produtos voltam com a garantia de qualidade que é marca registrada dos produtos do Laticinios Bela Vista”, afirma a gerente de marketing da empresa, Lisiane Guimarães.

A LeitBom contará com uma força de vendas e uma estrutura comercial exclusiva para a marca, que vai atender todo o Brasil. O portfólio para o relançamento inclui os seguintes produtos: leite longa vida UHT sem tampa nas versões integral, desnatado e semidesnatado; leite zero lactose com tampa de rosca; creme de leite UHT 200g e 1,030kg com tampa de rosca; leite condensado 395 gramas; leite em pó integral e integral instantâneo 200g e 400g em sachê; queijo ralado 50g e 100g; bebida láctea UHT sabor chocolate marca Chocobom 200ml com canudo e 1 litro com tampa de rosca; bebida láctea UHT Chocobom Vitamina 200 ml com canudo.

Os produtos LeitBom já podem ser encontrados em supermercados, hipermercados, empórios e atacados de todo o Brasil. A comercialização começará pelos Estados do Maranhão, Piauí, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e Pará.

LeitBom

Qualidade, tradição e carinho: essa é a fórmula da trajetória de sucesso que o Laticinios Bela Vista vem construindo e que ganha, agora, um novo capítulo com a aquisição da LeitBom, marca de lácteos iniciada em 1964, em Morrinhos (GO). A marca LeitBom volta ao mercado em 2015 ainda melhor, com um mix de produtos renovado, repleto de opções práticas e saborosas.

Fonte: GuiaLat