Nearly a third of brazilians would like more healthy product choices in supermarkets

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With global consumers becoming more aware of the importance of staying healthy, they start becoming more demanding. According to new research from Mintel, nearly one third (30 percent) of Brazilians who consume healthy products, would like to see a wider range of healthy products available in supermarkets.

Highlighting the growing trend toward staying healthy in Brazil, Mintel research also reveals 60 percent of Brazilians try to stay in shape by exercising or playing sports. Furthermore, 41% of Brazilians claim that, “at least half of every meal I eat consists of vegetables.”

Naira Sato, Food and Drink Analyst at Mintel says:

“The dieting culture in Brazil is changing and consumers are increasingly making healthy food and drink choices, leading them to a more healthy lifestyle in the long term. However, compared to other countries such as the US, the Brazilian market has a lot of opportunities yet to be explored, representing a market opportunity for many companies as consumers seek more healthy choices.”

Consumers in Brazil are also interested in knowing what type of ingredients are in the products they buy, as well as the companies behind them. In fact, 60% of Brazilian consumers with children younger than 3 years old claim, “I prefer to make baby food at home because in that way I can control what they eat.” In addition, Mintel research shows that one in five (20%) of Brazilian consumers who eat healthy, think that it’s difficult to believe in all the benefits promised by healthy products.

“Today’s consumers are demanding more transparent messaging from companies and want to know what is in the products they are eating. Companies should communicate their messages clearly, giving details on ingredients and avoid vague explanations. Straight forward messages such as “clean label”, “100% natural” and “no preservatives” tend to stand out. Brands that are transparent about the ingredients used, their origin, manufacturing process and whether or not they have preservatives can be successful,” Sato continues.

Consumers in Brazil are also struggling with time while they look for quality and healthy attributes in food. For example, 20% of Brazilians who consume healthy food agree with the statement, “I would like to have more easy-to-prepare healthy options (such as ready-made frozen meals, pre-cooked meals, etc).” In addition, 41% of consumers agree with the statement, “I prefer to eat freshly prepared food.” This figure rises to 54% for Brazilians over 55 years of age.

“Companies which tap into making practical cooking products combining healthiness and high quality will be at an advantage in the current Brazilian food and drink market as consumer attitudes evolve,” Sato concludes.

 

Fonte: Mintel

Nutrella lança– Bolos Nutritivos

Na linha da saudabilidade, a Nutrella apresenta bolos com zero açúcar nos sabores Abacaxi, Chocolate, Recheado de Laranja.

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Segundo a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), 14% da população brasileira consome regularmente produtos diet ou light. Esses lançamentos chegam a desmistificar esse segmento como opções deliciosas e equilibradas para o café da manhã e lanches a qualquer hora do dia.

Fonte: Nutrella

Como o brasileiro se comporta em relação a comer fora?

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Os locais mais frequentados pelos brasileiros para comer fora são as padarias (55%), barraquinhas de rua (55%), restaurantes fast food sem garçom (54%) e pizzarias (53%). Todos esses estabelecimentos, em sua maioria, têm como pontos em comum, a rapidez no atendimento e os preços acessíveis.

De acordo com pesquisa da Mintel, 34% dos consumidores escolhe um lugar para comer fora porque “o lugar tem um bom preço, o que me permite levar toda a família”. Trabalhar promoções custo-benefício para atrair a família toda a comer no estabelecimento podem fazer com que o cliente continue fiel a um estabelecimento, mesmo quando não pode gastar muito.

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A ocasião em que os brasileiros mais comem fora é o almoço (68%), seguida por lanche (31%), jantar (28%) e finais de semana (26%). Pensando que quase sete em cada dez brasileiros come fora na hora do almoço, e que o horário de almoço durante a semana é limitado por causa do trabalho, é de se esperar que 81 % deles declarem que “costumo decidir onde comer de acordo com o tempo que tenho disponível” e que 85% diga que “normalmente escolho lugares para comer fora que não estejam muito lotados”.

Uma oportunidade seria a de ter mais restaurantes do tipo takeaway, ou seja, onde o cliente leva a comida para viagem, para comer no escritório. Devido ao seu formato, o restaurante não precisa ser grande pois o objetivo não é que as pessoas comam no local, e o cardápio costuma ser mais enxuto, o que otimiza o tempo de preparo. Esses restaurantes que oferecem comidas rápidas, para levar e comer no escritório, podem ser uma oportunidade de modelo de negócio, ainda mais se localizados em áreas empresariais.

Fonte: Mintel

Em tempos de crise econômica, aumenta consumo de biscoito recheado

Segundo a ABIMAPI, o mercado de biscoitos cresce em torno de 5% neste ano. Em contrapartida, alguns fabricantes mais que dobraram as vendas da linha de recheados.

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Em períodos de estresse, é comum buscar algum mecanismo de compensação para trazer de volta a sensação de bem-estar. No Brasil, em meio às notícias de aumento do desemprego, retração da renda e da inflação alta, consumidores têm recorrido a algumas categorias de produtos para compensar o estresse. Uma delas é a de biscoitos recheados. De acordo com a Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pão & Bolo Industrializados), enquanto o mercado de biscoitos como um todo cresce em torno de 5% neste ano, os recheados e cookies, consideradas produtos indulgentes, crescem acima desse índice. “O biscoito oferece prazer ao consumidor. Na crise as pessoas se dão a chance de saborear algo diferente”, disse Claudio Zanão, presidente da Abimapi.

Fabricantes como Pepsico, Mondelez International e Arcor já reforçaram suas linhas de biscoitos recheados e ‘cookies’, tendo em vista a demanda mais aquecida por esses produtos. A Pepsico ampliou sua oferta de biscoitos neste mês, com a venda de biscoitos recheados que levam a marca Toddy. A empresa começou a oferecer biscoitos com a marca em 2012, aproveitando a aceitação da marca entre consumidores jovens. “É uma marca com apelo jovem e com foco na indulgência, com muito chocolate na formulação, o que atrai consumidores”, disse Marcela Mariano, diretora demarketing da Pepsico para biscoitos e snacks.

Citando dados da Nielsen, a companhia informou que a linha de biscoitos Toddy teve crescimento em vendas de 195% no ano passado, impulsionado por cookies e biscoitos wafer. Marcela disse que o mercado de biscoitos recheados, embora esteja amadurecido, ainda oferece oportunidades de crescimento. “E, no momento de crise, os consumidores optam por marcas tradicionais. Este é um bom momento para fortalecer as marcas principais da companhia”, disse. Sem citar números, a executiva afirmou que espera um crescimento forte nas vendas de biscoitos neste ano, sobretudo com a ampliação das linhas de produtos.

De acordo com o ranking da revista Supermercado Moderno, as marcas de biscoito recheado mais citadas por supermercadistas em 2014 eram Passatempo (Nestlé), Gulosos (Bauducco), Trakinas (Mondelez), Aymoré (Mondelez) e Bono (Nestlé). As empresas mais lembradas são Nestlé, citada por 32% dos supermercadistas, Bauducco (16%), Mondelez (12%), M. Dias Branco (10%) e Arcor (7%).

A Mondelez International (dona das marcas Club Social, Trakinas, Oreo e Belvita) informou que cresce e ganha participação de mercado em biscoitos com as linhas Bel Vita e Oreo. De acordo com dados da Nielsen, as vendas de biscoitos cresceram 8% em valor de janeiro a maio, puxado por biscoitos recheados e integrais, que têm crescimentos de dois dígitos. O preço médio dos biscoitos subiu 8% neste ano até maio. “Outra tendência é que os consumidores têm saído menos de casa e buscado fazer mais compras em mercados de bairro ou no atacarejo. Para atender esse público, a Mondelez reforçou a oferta de embalagens maiores nesses pontos de venda”, afirmou Cyro Gazola, gerente geral da Mondelez International no Brasil.

Aurélia Vicente, diretora de contas da Kantar Worldpanel, observou que o segmento de biscoitos recheados e doces apresentava queda, mas começou a se recuperar recentemente, com o avanço das linhas de cookies e de embalagens maiores, voltadas para consumo no lar. “Os fabricantes que estenderam suas linhas com opções de biscoitos integrais ou com alguma característica mais saudável também apresentaram resultados melhores recentemente”, afirmou Aurélia. De acordo com a Kantar Worldpanel, o mercado total de biscoitos cresceu 4% em volume no ano passado, para 1 milhão de toneladas, e 15% em faturamento, para R$ 20 bilhões. A previsão para este ano é de um crescimento nessa mesma proporção.

Anderson Freire, gerente de marketing de biscoitos da Arcor, observou que as linhas mais saudáveis, embora tenham crescido 215% em volume de vendas de 2012 a 2014, ainda representam 2,2% do mercado total de biscoitos. O segmento de cookies cresceu 88% nesse mesmo intervalo, passando a representar 1,5% do setor. “Os recheados crescem menos, mas representam 24% do mercado. Então os incrementos nessas linhas têm expressão no resultado total do setor”, disse Freire. O executivo disse que a marca Aymoré faturou acima de R$ 200 milhões no ano passado e, neste ano, cresce em torno de 10% em faturamento. Além da Aymoré, a Arcor também é dona das marcas Triunfo, BreakUP e Danix.

Fonte: ABIMAPI