Resultado do Concurso Spring 2020

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Alimentos anticâncer que não podem faltar no seu cardápio

Nos últimos anos, diversas pesquisas mostraram que uma alimentação equilibrada influencia na qualidade de vida. Alguns desses estudos focam, sobretudo, nos benefícios de determinados alimentos para a prevenção contra o câncer, uma das doenças que mais matam no Brasil e no mundo, principalmente o câncer de mama, próstata e pulmão.

Alguns alimentos são grandes aliados quando falamos neste assunto:

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Tomate

Rico em licopeno, a substância responsável pela sua cor avermelhada, o tomate tem intenso efeito contra o câncer, inibindo a proliferação das células cancerígenas. Estudos mostraram que o consumo frequente de tomate – fresco ou cozido – é um grande aliado sobretudo contra o câncer de próstata. Isso ocorre porque o licopeno protege as células da próstata contra oxidação e o crescimento anormal — duas características dos tumores malignos.

 

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Alho 

Estudos científicos mostraram que o consumo de alho pode reduzir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de mama e o gástrico. Seus compostos fitoquímicos são capazes de induzir a morte das células cancerígenas por meio de um processo de apoptose – elas se suicidam – e, dessa forma, evitam a formação de um tumor.

 

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Couve

A família das crucíferas (couve-flor, couve-manteiga, brócolis, repolho…) é uma das mais conhecidas pelo seu potencial quimiopreventivo. Diversas pesquisas mostram que esses vegetais podem prevenir contra vários tipos de tumores, como de pulmão, de mama, de bexiga, de próstata e do aparelho digestivo. O fato é que a família das crucíferas tem alta concentração de glucosinalatos, compostos que, ao se romperem, dão lugar a isotiocianatos e indóis – nutrientes com propriedade protetora contra tumores.

 

Red Grape With Green Leaf

Uva

Para se proteger das agressões externas, as uvas produzem uma substância chamada resveratrol, encontrada em suas sementes e pele. Pesquisas mostram que esse composto tem propriedade antinutagênica, por isso previne contra o início do processo canceroso. É por esse motivo que o vinho tinto também se torna um aliado. O consumo, porém, dever ser moderado. A Organização Mundial da Saúde recomenda não mais do que uma taça para as mulheres e duas para os homens, diariamente.

 

Fonte: Veja Saúde

Iogurte faz bem para a saúde sim!

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Nas versões natural, batido, de aromas ou com pedaços de fruta, cereais ou chocolate, o iogurte contribui bastante para o desenvolvimento saudável na infância, em especial na idade escolar. Resultante da obtenção da ação fermentativa das bactérias lácteas – Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus termophilus –, o iogurte deve, por essa razão, ser também consumido por crianças com intolerância à lactose.

Da atividade destes microrganismos vivos e ativos que se encontram no iogurte, destacam-se inúmeros benefícios, entre os quais o seu contributo para:

• O bom funcionamento do aparelho digestivo;

• A maior resistência a doenças do foro gastrintestinal;

• A diminuição do colesterol;

• A prevenção de doenças como a osteoporose e o cancro do cólon.

O próprio soro do iogurte é rico em bacilos vivos, que propiciam o funcionamento do aparelho gastrintestinal, motivo pelo qual não o deve deitar fora, como é costume algumas mães fazerem. Importa ainda salientar outro aspeto importante no que toca ao iogurte: há que o preservar no frigorífico, para que se conserve na perfeição, pois só assim oferece a flora inalterada.

Os nutrientes que o iogurte contém são indispensáveis ao organismo humano:

• O cálcio favorece a formação óssea e o fortalecimento dos dentes;

• As vitaminas A e as do complexo B apresentam um valor biológico bastante considerável;

Além disso, esses nutrientes têm repercussões em relação ao bem-estar do seu filho:

• Favorecem a formação da flora intestinal;

• Reforçam o sistema imunitário;

• Previnem e ajudam no tratamento da diarreia;

• Corrigem a preguiça intestinal;

• Facilitam a reconstituição da função leucocitária a nível sanguíneo.

E ainda, as vantagens que o iogurte oferece são igualmente relevantes após um tratamento com antibiótico, em que o consumo diário do produto atua na reposição da flora intestinal normal e na diminuição do risco posterior de desenvolvimento de microrganismos indesejáveis.

Fonte: GuiaLat

Bebidas de soja perdem espaço no mercado brasileiro

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O volume de vendas de bebidas de soja caiu 15% entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, conforme levantamento da Nielsen. A competição com novas categorias de bebidas saudáveis, como leites sem lactose, sucos enriquecidos com fibras e águas de coco com frutas, reduziu o espaço dos sucos de soja na dieta e no bolso do consumidor.

Para se ter uma ideia, sucos prontos, isotônicos e água de coco podem ter avançado dois dígitos entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015. Em 2014, cada brasileiro consumiu, em média, 1,9 litro de suco de soja. Em relação a 2009, o avanço foi de 46%. Cinco anos antes, em 2014, o consumo era de 300 ml.

Com a desaceleração no volume de vendas da bebida de soja, as fabricantes estão mudando suas estratégias. A Unilever, dona da marca Ades, e a General Mills, dona da Mais Vita, reduziram o teor de açúcar das bebidas. Já a Nestlé, dona da Sollys, diversificou o portfólio com linhas sem lactose feitas com cereais, que começam a ser vendidas neste mês.

Em agosto, a bebida de soja Ades chegou aos supermercados com 54% menos açúcar do que as concorrentes. A marca relançou o sabor morango, a linha infantil e criou as edições limitadas de inverno “cappuccino” e “cereais com mel”. A Mais Vita, da Yoki, vai relançar toda a linha de soja com redução de 70% de açúcar e menos calorias. A Yakult, dona da marca Tonyu, que completa 30 anos em 2015, diz ter feito adaptações no produto ao longo do tempo, como a diminuição do teor de açúcar, mas sustenta que a aceitação do consumidor permanece alta. O produto foi desenvolvido baseado em pesquisas sobre as preferências de sabor dos brasileiros.

Os produtos sem ou com baixa lactose têm, hoje, cerca de 15 marcas no Brasil. Há quatro anos, eram quatro marcas. Estão presentes em 7% dos lares do País, em comparação a 2% em 2013. Cerca de 70% dos brasileiros apresentam algum tipo de intolerância à lactose. Anos atrás, o leite de soja abocanhou boa parte desta fatia de consumidores, mas o cenário atual tem apresentado variações devido à mudança no gosto e na necessidade do brasileiro.