Geração Z: como anunciar a este público!

Geração Z: como anunciar a este público!

Para 2017, a prioridade é entender rapidamente as necessidades, os desejos e comportamentos da Geração Z, nascidos entre 1997 e 2011 e também conhecida como pós-millenials e centennials. As marcas terão de oferecer jornadas de consumo mais bem conectadas, que sejam menos invasivas e tenham uma abordagem mais inteligente e mais polida.

Também será preciso desenvolver conteúdo criativo que apele para a imaginação e as emoções do consumidor da Geração Z, se quiserem ser aceitos por esse novo segmento de consumidores, que conta com impressionantes 2 bilhões de pessoas no mundo todo – cerca de 27% da população mundial nasceu entre 1997 e 2011.

As marcas deverão ser mais abertas, compartilhar suas histórias, seus propósitos e os detalhes dos seus processos de produção para permitir que a Geração Z determine se os valores da marca condizem com os seus.

Por fim, as empresas terão de desistir de usar o atual enfoque de uma comunicação linear, fatual e linguística, e priorizar o conteúdo digital que apele para a imaginação por meio do uso das novas tecnologias, tais como realidade aumentada (RA) e realidade virtual (VR); formatos imersivos que permitam uma experiência visual mais forte. A Geração Z também deve responder muito mais a narrativas emocionais e musicais que os Millenials, e esta pode ser uma grande oportunidade para usar a criatividade que estimule, de alguma maneira, os sentidos de todas as pessoas.

Valkiria Garré, CEO da Kantar Millward Brown, acrescenta: “a Geração Z vai exigir uma nova abordagem de comunicação das marcas. Com um cenário que está pronto para receber novas propostas criativas, as empresas terão de monitorar de perto quais formatos a Geração Z e outros consumidores acham maçantes e intrusivas, especialmente na sua tela principal: o celular. Juntamente com este novo formato de conteúdo, os anunciantes também deverão entregar uma experiência de marca uniforme em todos os pontos de contato. A Geração Z cresceu em um mundo conectado, e não tem paciência para modelos online e offline que não se integram, e que são mais antigos do que eles próprios – este público não irá se adaptar.”

Fonte: ABIMAPI

 

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