Maças que não ficam manchadas são a descoberta do mês

Maças que não ficam manchadas são a descoberta do mês

Um conglomerado de biologia sintética dos Estados Unidos começará a vender maçãs geneticamente modificadas.

As chamadas maçãs “Árticas” são alteradas geneticamente para suprimir a cor marrom e serão oferecidas em 400 locais do Meio-Oeste dos Estados Unidos e do Sul do Califórnia.

O lançamento é o primeiro organismos geneticamente modificado que apela diretamente ao consumidor, ao contrário de tentar aumentar a produtividade dos agricultores, desde os anos 90, quando foi criado um tomate de amadurecimento lento.

As maçãs foram desenvolvidas pela empresa Okanagan Specialty Fruits, que é privada e foi adquirida por US$ 41 milhões pela companhia de biotecnologia do estado de Maryland Intrexon. Outras divisões da Intrexon já modificaram geneticamente o salmão, clonaram gado e auto destruíram mosquitos.

A empresa planeja vender as maçãs como uma fruta já cortada, mas ressalta que não colocará nenhum tipo de identificação que reconheçam a modificação genética. Por outro lado, a companhia coloca um código QR na embalagem com um link que vai diretamente a todas as informações sobre o produto.

Todo o processo chamar a atenção porque Carter desenvolveu a maçã e a planta e ainda conseguiu a aprovação para direntamente vender o produto. As maças pruduzem menos polifenol, a enzima que causam a cor marrom das maçãs. De acordo com Carter, os pedaços das maçãs cortado podem ficar livres da cor marrom por até três semanas.

Fonte: Agrolink

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