Como o clima está influenciando a agricultura no sul do Brasil

Como o clima está influenciando a agricultura no sul do Brasil

O percentual de plantio do milho avançou no Rio Grande do Sul e, apesar da ocorrência de chuvas intensas em algumas áreas, atinge 42% da área prevista para o Estado.

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, as lavouras de milho implantadas no início de agosto já estão recebendo adubação nitrogenada de cobertura e foi intensificado o controle de ervas daninhas. A emergência das plantas tem sido muito boa, proporcionando stand uniforme às lavouras.

Iniciado pela região Noroeste, o plantio do feijão 1ª safra já acontece em quase todas as regiões produtoras. As primeiras lavouras semeadas estão emergindo de forma satisfatória. No Baixo Vale do Rio Pardo, as chuvas regulares nas últimas semanas proporcionaram boa germinação e emergência. Na Zona Sul, a lavoura também está em início de semeadura, e já se encontram semeados 25% da intenção de plantio, apresentando pequeno atraso.

No arroz, as chuvas dos últimos dias prejudicaram o preparo das lavouras para a próxima safra. Em alguns locais será necessário um período maior sem chuvas para ser possível iniciar o preparo das lavouras. Apesar do excesso de umidade no solo, alguns produtores da Fronteira Oeste já fizeram a dessecação das áreas. Em Itaqui, Maçambará e São Borja já teve início o plantio de algumas poucas áreas. Nas demais regiões, a semeadura da próxima safra deverá se intensificar a partir de 10 de outubro.

Atualmente, a cultura do trigo se encontra com 10% da área em desenvolvimento vegetativo, 34% em floração, 52% em enchimento de grãos e 4% em processo de maturação. No momento, a maior preocupação dos triticultores é com a possível incidência de doenças fúngicas. Assim, o monitoramento deverá ser intensificado, pois o trigo está numa das fases mais importantes do ciclo (floração e formação de grãos). Caso as doenças não sejam controladas em tempo oportuno e de maneira adequada, poderá haver queda na qualidade e produtividade das lavouras. Por ora, a produtividade média apontada pelos técnicos segue ao redor dos 3 mil quilos por hectare.

Neste início da primavera, os campos nativos e as pastagens perenes de verão, como tíftons, capim elefante e braquiárias, começam a rebrotar, devido ao aumento gradual das horas de sol e à boa umidade do solo, proporcionando assim melhor qualidade forrageira para os rebanhos. No entanto, em alguns locais ainda se observa o aspecto crestado devido às baixas temperaturas e às geadas ocorridas no inverno. Áreas que têm trevos implantados estão dando pastejo, com índices de rebrote em ascensão.

Fonte: AgroLink

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