Você já ouviu falar de luteína?

Você já ouviu falar de luteína?

A luteína é um antioxidante pertencente a um grupo chamado carotenoides, que produzem as cores amarelo, vermelho e laranja nas frutas, hortaliças e em outras plantas.

Os antioxidantes neutralizam a atividade dos compostos reativos chamados radicais livres, que podem causar danos aos nossos órgãos – e, portanto, à nossa saúde – se a sua presença não for controlada.

A luteína é frequentemente encontrada trabalhando ao lado de outro carotenoide chamado zeaxantina, que é muito semelhante à luteína que geralmente se apresentam combinados em uma só categoria nas fontes de informação como o Banco de Dados de Composição de Alimentos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que informa o conteúdo de “luteína + zeaxantina” dos alimentos.

Enquanto os efeitos antioxidantes da luteína podem ocorrer em qualquer parte do corpo, a maior parte da atividade deste nutriente está concentrada nos olhos. Dos muitos tipos de carotenoides em nossos corpos, apenas a luteína e a zeaxantina são encontrados em uma região específica do olho chamada mácula, responsável pela manutenção da visão central.

Nos olhos, o papel da luteína como antioxidante diminui a atividade dos radicais livres, que podem causar danos à mácula e a outras partes do olho. Junto com a zeaxantina, que ajuda a absorver a prejudicial luz azul de alta potência, para proteger e manter os olhos saudáveis. Consumir quantidades adequadas de luteína pode diminuir o risco de desenvolver degeneração macular relacionada à idade e catarata. Estas condições são as principais causas de deficiência visual e cegueira nos Estados Unidos e afetam milhões de idosos.

Embora a luteína, na verdade, tenha uma cor alaranjada, ela é encontrada em maiores quantidades em verduras de folhas verdes, como couve frisada, espinafre e couve (sua clorofila verde mascara os pigmentos amarelos).

Abobrinha, abóbora, brócolis, milho, ervilha e couve-de-bruxelas também fornecem luteína. Carotenoides como a luteína são lipossolúveis, o que significa que são mais bem absorvidos quando ingeridos com algum tipo de gordura, como azeite ou manteiga.

Os ovos, embora apresentem menor quantidade total de luteína por porção em comparação com as folhas verdes e outras hortaliças, podem oferecer luteína em uma forma que é mais acessível ao nosso corpo, uma vez que a gordura encontrada nas gemas pode melhorar sua absorção. A luteína também pode ser encontrada na forma de cápsulas como suplemento alimentar.

Fonte: Food Insight

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