Alimentos a serem observados em 2019

Alimentos a serem observados em 2019

O interesse do consumidor e a consciência da origem de seus alimentos costumavam começar e terminar no supermercado ou no restaurante. Hoje isso é uma coisa do passado.

Os consumidores querem saber como seus alimentos são produzidos, de onde vieram e a qualidade dos ingredientes. Eles também têm questões mais amplas sobre sustentabilidade ambiental e muitos buscam marcas que se alinham com seus valores sociais mais amplos.

Pesquisas revelam que mais da metade dos entrevistados indica que reconhecer os ingredientes, entender de onde vem os alimentos e o número de ingredientes como fatores-chave que afetam as decisões de compra. Curiosamente, as mulheres foram mais propensas em classificar esses fatores como mais importantes quando comparados aos homens. Além disso, em comparação com a pesquisa de 2017, mais americanos citaram que entender como o alimento é produzido alterou sua decisão de comprar um alimento ou bebida.

Das sementes plantadas às colheitas, aos produtos comercializados e servidos, parece que ansiamos por um panorama de 360 ​​graus daquilo que estamos comendo.

O rastreamento das fontes de contaminação alimentar na cadeia de suprimentos é fundamental para a segurança de alimentos. A preocupação com a segurança de alimentos dominou o noticiário no ano passado, com  duas dezenas de surtos relacionados à segurança de alimentos investigados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças – o maior número de surtos em mais de uma década.

Uma das tecnologias que melhorou as taxas de rastreabilidade foi a técnica de sequenciamento completo do genoma  (WGS na sigla em inglês). O WGS gera a sequência completa do DNA de um organismo, o que permite a distinção entre diferentes patógenos. Sua determinação é muito superior às tecnologias utilizadas no passado; Alguns especialistas em segurança de alimentos acreditam que a vigilância baseada no WGS é cerca de 100 vezes melhor na detecção de surtos do que há duas décadas.

A alimentação baseada em alimentos de origem vegetal está florescendo nas dietas americanas, com as vendas crescendo 20% desde 2017, uma tendência que mostra poucos sinais de redução. Enquanto apenas 4% dos americanos se identificam como vegetarianos ou veganos, muitos outros entrevistados citam as seguintes dietas que normalmente são ricas em alimentos de origem vegetal, como a dieta páleo (7%), a dieta com baixo teor de carboidratos (5%), a dieta Whole30 (5 por cento) e a dieta alta em proteína (4 por cento). Além disso, os vegetais são o segundo componente alimentar ou o alimento mais popular que as pessoas estão buscando por oferecer benefícios à saúde (7%), atrás das proteínas (10%).

Esse interesse pela alimentação baseada em alimentos de origem vegetal também pode ser aplicado a macronutrientes específicos. Por exemplo, quase 70% dos americanos afirmaram que a proteína de fontes vegetais é saudável, enquanto menos de 4 em 10 entrevistados relatam que a proteína animal é saudável. Essa tendência não parece estar indo embora tão cedo, já que as vendas de alternativas de origem vegetal ao leite e alternativas à carne continuam a se expandir a cada ano.

Fonte: Food Insight

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