Estudo aponta bebida que supera a esportiva em atletas

Estudo aponta bebida que supera a esportiva em atletas

No primeiro estudo de campo com atletas do ensino médio em recuperação após o treino, o leite com chocolate superou uma bebida esportiva comercial com uma diferença de força líquida de 6,7%. O estudo foi iniciado pelo Dairy MAX em parceria com a Universidade do Texas em Austin.

A pesquisa, realizada em 2018 e publicada no Journal of the International Society of Sports Nutrition de 2019, mostrou que os atletas do ensino médio que beberam leite com chocolate renderam 3,5% mais do que antes do consumo, enquanto aqueles que ingeriram a bebida esportiva comercial renderam 3,2% menos do que antes.

Eles observaram que beber leite com chocolate dentro de 30 minutos após o treino reidrata, repara e reabastece o corpo. Isso se dá porque os eletrólitos presentes naturalmente no leite e o teor de água de 90% reidratam, enquanto os 8 gramas de proteína ajudam a reparar os músculos.

A composição de carboidratos e proteínas do leite com chocolate mostrou-se mais benéfica do que as bebidas esportivas, que são compostas apenas de carboidratos. Deste modo, observou-se que a utilização do leite com chocolate como parte de treinamentos de força e velocidade no ensino médio melhora o desempenho do atleta.

Todos os estudos realizados anteriormente analisaram apenas adultos, mas nunca os quase 8 milhões de atletas do ensino médio do país – ainda que a nutrição seja especialmente importante para esses jovens atletas, cujos corpos ainda estão crescendo enquanto lidam com as pesadas demandas físicas do esporte.

“Embora tenha havido uma série de estudos que mostram que o leite com chocolate ajuda os adultos a se recuperar após exercícios extenuantes e a melhorar a força em laboratório, este estudo é o primeiro a testar a eficácia do leite com chocolate prontamente disponível no mercado para ver se isso pode ajudar os adolescentes a aumentar sua força como parte de seu treinamento normal de verão – o que aconteceu”, explicou John B. Bartholomew, coautor do estudo e presidente do Departamento de Cinesiologia e Educação em Saúde da Universidade do Texas, em Austin.

Fonte: guialat

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