Modismos: a comunicação inadequada em nutrição

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Modismos: a comunicação inadequada em nutrição

Na próxima semana acontecerá o Ganepão 2017, um dos maiores eventos de saudabilidade da América Latina, que envolve o 7º Congresso Brasileiro de Nutrição Integrada (CBNI) e 3º Congresso Brasileiro de Pre, Pro e Simbióticos (PreProSim).

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Mantenha o equilíbrio corporal: utilize a pirâmide alimentar

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Mantenha o equilíbrio corporal: utilize a pirâmide alimentar

Na hora de montar um prato equilibrado, é difícil saber qual a porção ideal de cada alimento. Porém, para cada um, existe um padrão estabelecido por nutricionistas e médicos, baseado no valor calórico. Para isso, a pirâmide alimentar é um ótimo guia na hora da refeição de quem procura uma vida saudável.

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ABIMAPI leva oito empresas para a International Sweets and Biscuits Fair (ISM)

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A 46ª edição da International Sweets and Biscuits Fair (ISM) que acontece em Colônia, Alemanha, entre os dias 31 de janeiro e 03 de fevereiro, receberá oito empresas brasileiras participantes do projeto Happy Goods Baked in Brasil, desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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Baixo crescimento do consumo de trigo preocupa as indústrias

O baixo crescimento do consumo de farinha de trigo no Brasil não é uma preocupação nova no segmento moageiro nacional. Mas neste ano, ganhou um peso maior. A desaceleração econômica no país afetou em cheio essa indústria, que vendeu 10% menos farinha do que no ano passado.

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A preocupação também não se restringe ao Brasil. A federação que representa os moinhos da América Latina também reconhece que o avanço é pequeno na região. E esse incremento deverá se dar a passos ainda mais lentos nos próximos anos. Nas projeções do Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês), a taxa anual de crescimento da demanda global por trigo deverá ser de 1% de 2016 a 2020, abaixo da média de 1,7% registrada nos últimos cinco anos.

Não há dados que mostrem com precisão o motivo dessa relativa estagnação. Mas o setor produtivo de trigo e derivados não descarta que a disseminação de informações negativas sobre o efeito do glúten (principal proteína do trigo) na saúde humana tenha seu peso na balança. “É claro que tem impacto. Toda a informação negativa atrapalha. Certamente poderíamos crescer mais se não fossem essas dietas da moda”, afirmou Cláudio Zanão, presidente da Abimapi, associação que representa os produtores de macarrão, biscoitos e pães industrializados.

O Brasil é um dos países que menos consomem o cereal no mundo proporcionalmente ao número de habitantes. Foram 43 quilos de farinha por pessoa em 2014, 1,75% abaixo de 2013. Nos vizinhos sul­americanos Chile e Argentina, as médias chegam a 90 quilos anuais. A forte desaceleração da economia vem sendo a principal responsável pela queda no Brasil.

Neste ano, a venda de farinha caiu 10%, a de macarrão ficou estacionada e as padarias sentiram uma queda de 10% no faturamento, efeito da queda das vendas de itens de maior valor agregado, como pães especiais e bolos. E não há perspectiva de melhora desse cenário no curto prazo, na visão do empresário Lawrence Pih, que há 50 anos atua no mercado de processamento de trigo no país. As projeções, lembra ele, são de menor crescimento no Brasil, maior desemprego e queda da renda. “O poder aquisitivo da população está caindo e afetando itens básicos”, avaliou Pih, que está em processo final de venda de seu moinho, o Pacífico, para a multinacional Bunge.

A despeito da crise econômica pela qual atravessa o país, a Abitrigo reconhece que nos últimos anos esse mercado tem sido estável ­ e que é preciso impulsioná­lo. O presidente da entidade, Sérgio Amaral, lembra que há anos a associação desenvolve programas para aumentar a qualidade, tanto do cultivo de trigo quanto da panificação, além de campanhas para contra­atacar as “dietas da moda”.

Mas a mais recente frente de atuação da cadeia é tentar exportar a países onde o crescimento do consumo de trigo avança a taxas mais agressivas, conforme Amaral. A própria Argentina, uma das principais exportadoras de farinha do mundo, já iniciou a busca de novos mercados, dado o baixo crescimento dos mercados onde já atua. O presidente da federação que representa os moinhos do país (Faim), Diego Cifarelli, diz que o foco agora é se unir à cadeia produtora de massas e biscoitos para ganhar competitividade nesse tipo de produção com maior valor agregado. O foco dessa atuação são os países da Ásia e da África, conforme Cifarelli. O presidente consultivo da Abitrigo, Marcelo Vosnica, observa, no entanto, que é preciso ao Brasil ser mais competitivo para ganhar esse espaço na África e na Ásia, que tradicionalmente são supridos pela Turquia e pelo Cazaquistão.

“Esses países compram trigo a custos muito mais baixos na região do Mar Negro”, lembra Vosnica. Portanto, o desejo de abrir esses mercados ainda significa uma pequena luz no fim do túnel, ao menos para o Brasil, que tem custos de juros e tributários elevados. Além de não ter tradição em exportar farinha, o país registra embarques ínfimos dos derivados, que não representam nem 3% da produção nacional. “Não sei se é possivel considerar que o Brasil exporta. Do total embarcado em 2014, 70% foi para a Venezuela. Isso é oportunidade, não exportação”, avalia Zanão. Ele lembra, no entanto, que um convênio renovado este ano com a Agência de Promoção de Exportações (Apex) poderá ajudar a mudar esse quadro. “Vamos fomentar a exportação brasileira, com rodadas de negócios na América Latina, nos Estados Unidos e África do Sul”, espera Zanão.

Fonte: ABIMAPI

Em tempos de crise econômica, aumenta consumo de biscoito recheado

Segundo a ABIMAPI, o mercado de biscoitos cresce em torno de 5% neste ano. Em contrapartida, alguns fabricantes mais que dobraram as vendas da linha de recheados.

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Em períodos de estresse, é comum buscar algum mecanismo de compensação para trazer de volta a sensação de bem-estar. No Brasil, em meio às notícias de aumento do desemprego, retração da renda e da inflação alta, consumidores têm recorrido a algumas categorias de produtos para compensar o estresse. Uma delas é a de biscoitos recheados. De acordo com a Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pão & Bolo Industrializados), enquanto o mercado de biscoitos como um todo cresce em torno de 5% neste ano, os recheados e cookies, consideradas produtos indulgentes, crescem acima desse índice. “O biscoito oferece prazer ao consumidor. Na crise as pessoas se dão a chance de saborear algo diferente”, disse Claudio Zanão, presidente da Abimapi.

Fabricantes como Pepsico, Mondelez International e Arcor já reforçaram suas linhas de biscoitos recheados e ‘cookies’, tendo em vista a demanda mais aquecida por esses produtos. A Pepsico ampliou sua oferta de biscoitos neste mês, com a venda de biscoitos recheados que levam a marca Toddy. A empresa começou a oferecer biscoitos com a marca em 2012, aproveitando a aceitação da marca entre consumidores jovens. “É uma marca com apelo jovem e com foco na indulgência, com muito chocolate na formulação, o que atrai consumidores”, disse Marcela Mariano, diretora demarketing da Pepsico para biscoitos e snacks.

Citando dados da Nielsen, a companhia informou que a linha de biscoitos Toddy teve crescimento em vendas de 195% no ano passado, impulsionado por cookies e biscoitos wafer. Marcela disse que o mercado de biscoitos recheados, embora esteja amadurecido, ainda oferece oportunidades de crescimento. “E, no momento de crise, os consumidores optam por marcas tradicionais. Este é um bom momento para fortalecer as marcas principais da companhia”, disse. Sem citar números, a executiva afirmou que espera um crescimento forte nas vendas de biscoitos neste ano, sobretudo com a ampliação das linhas de produtos.

De acordo com o ranking da revista Supermercado Moderno, as marcas de biscoito recheado mais citadas por supermercadistas em 2014 eram Passatempo (Nestlé), Gulosos (Bauducco), Trakinas (Mondelez), Aymoré (Mondelez) e Bono (Nestlé). As empresas mais lembradas são Nestlé, citada por 32% dos supermercadistas, Bauducco (16%), Mondelez (12%), M. Dias Branco (10%) e Arcor (7%).

A Mondelez International (dona das marcas Club Social, Trakinas, Oreo e Belvita) informou que cresce e ganha participação de mercado em biscoitos com as linhas Bel Vita e Oreo. De acordo com dados da Nielsen, as vendas de biscoitos cresceram 8% em valor de janeiro a maio, puxado por biscoitos recheados e integrais, que têm crescimentos de dois dígitos. O preço médio dos biscoitos subiu 8% neste ano até maio. “Outra tendência é que os consumidores têm saído menos de casa e buscado fazer mais compras em mercados de bairro ou no atacarejo. Para atender esse público, a Mondelez reforçou a oferta de embalagens maiores nesses pontos de venda”, afirmou Cyro Gazola, gerente geral da Mondelez International no Brasil.

Aurélia Vicente, diretora de contas da Kantar Worldpanel, observou que o segmento de biscoitos recheados e doces apresentava queda, mas começou a se recuperar recentemente, com o avanço das linhas de cookies e de embalagens maiores, voltadas para consumo no lar. “Os fabricantes que estenderam suas linhas com opções de biscoitos integrais ou com alguma característica mais saudável também apresentaram resultados melhores recentemente”, afirmou Aurélia. De acordo com a Kantar Worldpanel, o mercado total de biscoitos cresceu 4% em volume no ano passado, para 1 milhão de toneladas, e 15% em faturamento, para R$ 20 bilhões. A previsão para este ano é de um crescimento nessa mesma proporção.

Anderson Freire, gerente de marketing de biscoitos da Arcor, observou que as linhas mais saudáveis, embora tenham crescido 215% em volume de vendas de 2012 a 2014, ainda representam 2,2% do mercado total de biscoitos. O segmento de cookies cresceu 88% nesse mesmo intervalo, passando a representar 1,5% do setor. “Os recheados crescem menos, mas representam 24% do mercado. Então os incrementos nessas linhas têm expressão no resultado total do setor”, disse Freire. O executivo disse que a marca Aymoré faturou acima de R$ 200 milhões no ano passado e, neste ano, cresce em torno de 10% em faturamento. Além da Aymoré, a Arcor também é dona das marcas Triunfo, BreakUP e Danix.

Fonte: ABIMAPI

ABIMAPI lança fanpage no Facebook

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Além do site, principal meio de comunicação com os associados e parceiros, a ABIMAPI lançou na última segunda-feira (22/06) uma fanpage no Facebook.

“É importante entendermos a fanpage como uma aliada para os nossos negócios, pois nos permite um contato direto com o consumidor e os formadores de opinião. Para entendermos a dimensão do universo Facebook, o número de pessoas que usam esta rede social todos os meses no Brasil chegou a 89 milhões em 2014. Ou seja, oito em cada 10 dos mais de 107,7 milhões de internautas do País (segundo a consultoria eMarketer) acessam a rede social mensalmente; a cada dia, são de 59 milhões de brasileiros na plataforma. O acesso móvel também merece destaque, de acordo com os números apresentados pelo Facebook: no último ano, a quantidade de acessos cresceu 55%, chegando a 68 milhões de usuários; a base ativa de pessoas que acessam o Facebook aumentou 105%, totalizando 41 milhões de pessoas”. Conta Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI. Curta, compartilhe e comente: facebook.com/abimapibrasil

Fonte: ABIMAPI