Conheça os cinco maiores vilões da alimentação que elevam o colesterol.

shutterstock_115517281

Segundo a Organização Mundial de Saúde(OMS), as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte, sendo responsáveis por 30% das mortes no mundo. A base para ocorrência de doenças cardiovasculares é a aterosclerose. A formação da placa de ateroma na parede dosvasos sanguíneos está associada a hipercolesterolemiahipertrigliceridemia, diminuição do HDL-c, hipertensão arterial sistêmicadiabetes mellitus obesidade.

O colesterol do nosso organismo tem duas origens:

Endógena: Em torno de 80% do colesterol é produzido pelo nosso próprio corpo, principalmente pelo fígado.

Exógena: É adquirido através dos alimentos principalmente de origem animal: gema de ovo, leite e derivados, carne bovina, pele de aves e miúdos, frutos do mar.

Apesar de o colesterol alimentar estar relacionado à elevação do colesterol no sangue, os maiores vilões para que isto ocorra são grande ingestão das gorduras trans e gorduras saturadas, menor participação de alimentos fontes de colesterol como o ovo e o camarão.

Ácidos graxos saturados: manteiga, dendê, leite integral, bacon, toucinho, carne bovina gorda, queijos amarelos, creme de leite.

Efeitos negativos à saúde:

•  Aumento da incidência de doença coronariana;

•  Aumento da colesterolemia;

Ácidos graxos trans: são produzidos por meio de hidrogenação, processo que se aplica aos óleos vegetais líquidos à temperatura ambiente, com o objetivo de conferir consistência de semissólida a sólida. A principal fonte de gordura trans na dieta é a gordura vegetal hidrogenada, utilizada industrialmente na produção de biscoitos, bolachas recheadas, empanados tipo nuggets, sorvetes cremosos, tortas e alimentos comercializados em restaurantes fast-food.

Efeitos negativos: Elevam o LDL-Colesterol , a colesterolemia, reduzem o HDL-colesterole grande associação entre consumo de trans e incidência de doença coronariana.

Conheça os 5 maiores vilões que elevam o colesterol sanguíneo:

1. Margarina (fonte de gordura Trans): muita atenção aos produtos industrializadosconfeccionados à base de margarina como nuggets, biscoitos recheados, sorvete cremosos, croissant. São alimentos ricos em gordura trans. A margarina não deve ser utilizada em pães ou preparações, podem ser usados creme vegetal ou queijos magros ou na versão light com redução de gordura.

2. Frituras: batata frita, pastel, salgadinhos. Mesmo utilizando óleo vegetal (canola ou soja) ou azeite, se um alimento for utilizado em elevadas temperaturas ele passa por reações químicas oferecendo perigo à saúde, se tornando um óleo saturado. O ideal é fazer preparações assadas, cozidas e ensopadas. Ainda contém grande quantidade de sódio. Alimentos fritos são ricos em ácidos graxos saturados.

3. Carnes gordas: miúdos, bacon, costela, vísceras (fígado, coração), pernil, pele do frango, embutidos (salsichão, salsicha, mortadela, salame), são ricos em gorduras saturadas. Ao se preparar carnes, deve-se remover a gordura aparente e a pele (aves), pois a gordura penetra no interior da carne durante o preparo. Entre os tipos de preparação, deve-se dar preferência ao grelhado, bem passado, pois a carne mal passada com gordura apresenta as maiores taxas de gordura saturada. Dar preferência aos assados, cozidos, ensopados e grelhados.

4. Queijos “amarelos”: prato, coalho, emental, brie, cheddar, mussarela, parmesão, minas padrão, entre outros. Estão presente em sanduiches e em inúmeras preparações, são alimentos ricos em gorduras saturadas. A crença popular de que queijos de cor branca são adequados à saúde cardiovascular deve ser revista. Queijos minas padrão, requeijão e cream cheese têm alto teor de gordura saturada. Qualquer queijo cujo principal ingrediente seja o leite integral será fonte de gorduras saturadas. Podem ser substituídos por cottage, ricota, requeijão light, minas frescal light (cuidado com o tamanho da fatia), queijo prato light, mas sempre usando com moderação.

5. Leite integral, manteiga e creme de leite:Estes alimentos estão inseridos em muitas preparações: suflês, bolos, molhos cremosos, doces (tortas, pavês), sopas cremosas, empadões, quiches, saladas cremosas. São grandes fontes de gordura saturada e de calorias. Em substituição ao leite integral pode ser usado leite desnatado e em preparações que utilizem creme de leite pode ser usado requeijão light, creme de ricota, requeijão 0% de gordura ou iogurte.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Can Diet Prevent Alzheimer’s Disease?

Experts are studying how diet may affect the onset and progression of Alzheimer’s disease. Learn the latest research into this memory-robbing disease.

shutterstock_181673876

Little in life is as scary as the idea of forgetting our loved ones, our histories, and ourselves. Yet that is exactly what is happening to the more than 5 million people in North America suffering from Alzheimer’s disease.

Mild forgetfulness in the early years of the disease slowly expands to include serious problems with memory, language, and abstract reasoning until eventually this brain disorder robs its victims of the ability to function.

Despite extensive research, both cause and cure for Alzheimer’s disease remain elusive. Experts theorize that a complicated combination of genetic, environmental, and lifestyle factors result in cognitive decline, though they are still working on exactly how it happens and what can be done to prevent it.

One logical area of exploration is diet. While there have been no definitive breakthroughs yet, there are certain foods that are being carefully studied for their specific relationship to Alzheimer’s.

Diet and Alzheimer’s Disease: Omega-3 Fatty Acids and B Vitamins

“A few studies found a correlation between high dietary fish with omega-3 fatty acid intake and a decrease in developing Alzheimer’s,” says Tara Harwood, registered dietitian at the Cleveland Clinic in Ohio. “However, more studies must be conducted before any conclusions can be drawn.”

High levels of homocysteine, an amino acid in the blood, have been associated with the risk of dementia. One avenue being examined is whether increasing intake of folate and vitamins B6 and B12, which break down homocysteine, can help prevent Alzheimer’s disease. “Neither vitamin B6 or B12 supplementation has been proven effective,” says Harwood, “but data from one study found a lower incidence of Alzheimer’s for individuals with the highest folate intake.”

Diet and Alzheimer’s Disease: Antioxidants

Another possible theory in the development of Alzheimer’s disease involves free radicals destroying the integrity of the body’s cells. These unstable molecules have the potential to cause cell aging and damage, which could be one piece of the Alzheimer’s puzzle.

“You can reduce your exposure to free radicals by limiting contact with the sun, environmental pollutants, and cigarette smoke,” says Harwood. “However, free radicals are a byproduct of metabolism, which occurs every minute of the day. Because it’s impossible to completely eliminate free radicals, [eating foods with] antioxidants, such as vitamin E, vitamin C, beta carotene, and flavonoids, can help.”

Foods high in antioxidants include berries, dark green and orange vegetables, nuts, and beans. Specifically, studies have shown rats and mice bred to develop Alzheimer’s disease had improved mental function after being fed blueberries, strawberries, and cranberries. Green tea is also high in antioxidants, and although it hasn’t been proven specifically to prevent Alzheimer’s, it has been shown that drinking five cups a day can reduce one’s risk of heart disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: The Mediterranean Diet

A few recent studies conducted by researchers from the neurology department at Columbia University Medical Center in New York have looked at the possible preventive effects of the typical diet eaten by people in countries around the Mediterranean sea, such as Greece. The “Mediterranean diet” is primarily made up of fruits, vegetables, and beans, fish, olive oil, a moderate amount of wine, some dairy foods, and small amounts of meat and chicken. Though more study is needed, results point to a reduced risk of developing Alzheimer’s and lower mortality rate among those who contracted the disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: Next Steps

While there is no definitive answer to the Alzheimer’s mystery, there are certainly clues to follow. “No changes in diet, dietary supplements, food additives, vitamins, nor alternative herbal medicines have ever been demonstrated to affect the risk for Alzheimer’s disease or the course of the disease in a well-designed clinical trial experiment,” says Randolph Schiffer, MD, director of the Cleveland Clinic Lou Ruvo Center for Brain Health in Cleveland. “With that said, most of us in the Alzheimer’s research field believe that people should adopt and continue healthy lifestyles, including diets low in saturated fats and high in antioxidants and B vitamins.”

Until more research is available, it makes sense to combine a good diet with physical and mental activity and social interaction. This approach just might help keep Alzheimer’s disease, as well as other illnesses, at bay.

Fonte: Everyday Health

OMEGA-3 em excesso pode ser ruim para você.

shutterstock_130371821

Uma nova análise sugere que os ácidos graxos ômega-3, ingeridos em excesso podem ser prejudiciais à saúde em determinadas situações, e que os padrões alimentares com base na melhor evidência disponível precisa ser estabelecida. “O que parecia ser um afundanço há alguns anos atrás, pode não ser tão clara como pensávamos”, disse Norman Hord, professor adjunto na Faculdade de Saúde Pública e Ciências Humanas da Universidade Estadual do Oregon e co-autor do artigo. “Estamos vendo o potencial de efeitos negativos no uso de altos níveis de ômega-3. Porque não temos biomarcadores válidos para exposição e conhecimento de quem possa estar em risco se consumir quantidades excessivas, não é possível determinar um limite superior neste momento. “Pesquisas anteriores liderados por Jenifer Fenton da Michigan State University, e seus colaboradores, descobriram que a alimentação de ratos em grandes quantidades de ácidos graxos ômega-3 na dieta levou ao aumento do risco de colite e alteração imunológica. Esses resultados foram publicados na Cancer Research, em 2010. Fenton e seus co-autores, incluindo Hord, revisaram a literatura e discutiram os potenciais efeitos adversos à saúde que podem resultar do excesso de consumo de ômega-3, os ácidos gordos. Estudos têm demonstrado que o ômega-3, também conhecidos como ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa ( LC-PUFAs ), estão associados a um menor risco de morte súbita cardíaca e outros resultados de doenças cardiovasculares. “Nós fomos inspirados a uma revisão da literatura com base em nossas descobertas após publicações recentes mostraram aumento do risco de câncer de próstata avançado e fibrilação atrial em pacientes com níveis sanguíneos elevados de LCPUFAs”, disse Fenton. Omega-3 ácidos gordos têm propriedades anti- inflamatórias, que é uma das razões pelas quais eles podem ser benéficos para a saúde do coração e problemas inflamatórios. No entanto, os pesquisadores disseram que quantidades excessivas de ácidos graxos ômega-3 podem alterar a função imune, às vezes, de maneiras que podem levar a uma resposta imune disfuncional a uma infecção viral ou bacteriana. “A resposta imune disfuncional ao consumo excessivo de ômega-3 pode afetar a capacidade do organismo para combater patógenos microbianos, como bactérias”, disse Hord. Geralmente, os pesquisadores apontam que a quantidade de óleo de peixe utilizados na maioria dos estudos são geralmente acima do que se pode consumir de alimentos ou de dosagem usual de um suplemento dietético. No entanto, um aumento da quantidade de produtos, como ovos, pão, manteigas, óleos e suco de laranja, estão sendo ” fortificado ” com ômega-3. Hord disse que este alimento fortificado, juntamente com o uso de suplementos de óleo de peixe, aumenta o potencial para consumir esses níveis elevados. “No geral, nós apoiamos as recomendações dietéticas da Associação Americana do Coração para comer peixes, especialmente peixes gordos como o salmão, cavala, truta do lago ou sardinha, pelo menos duas vezes por semana, e para aqueles em situação de risco de doença da artéria coronária, para falar com o seu médico sobre suplementos”, disse ele. “Nossa principal preocupação aqui é o indivíduo hiper- completados, que pode estar tomando altas doses de ômega-3 suplementos e comer alimentos enriquecidos por dia”, Hord acrescentou. Hord diz que não há normas baseadas em evidências para a ingestão de ômega-3 e não há maneira de dizer quem pode estar em saúde risco de se consumir um nível muito elevado desses ácidos graxos . “Nós não somos contra o uso de suplementos de óleo de peixe de forma adequada, mas há um potencial de risco”, disse. “Como tudo é verdade com qualquer nutriente, tendo em demasia pode ter efeitos negativos. Precisamos estabelecer biomarcadores claras através de ensaios clínicos. Isso é necessário para que possamos saber quem está comendo quantidades adequadas desses nutrientes e que pode ser deficiente ou comer demais. “Até estabelecer biomarcadores válidos de exposição de ômega-3, fazer boas recomendações dietéticas baseadas em evidências em potencial varia exposição alimentar não será possível. “

Fonte: http://www.revista-fi.com

Benefícios do óleo de coco.

shutterstock_91447619

O óleo de coco é constituído por quase 90% de gorduras saturada, e por isso é um dos melhores, senão o melhor, óleo a ser usado para cozinhar. Sua saturação significa que a estrutura molecular é saturada de hidrogênios, enquanto a das gorduras insaturadas não. E o que significa é que as gorduras saturadas são mais estáveis e difíceis de oxidarem do que as monoinsaturadas e polinsaturadas. A oxidação é um dos processos que gera radicais livres, que se não combatidos por anti-oxidantes geram reações em cadeias que envelhecem e destroem internamente, contribuindo e  inflamações e doenças. É importante saber que todas as gorduras são sensíveis a calor, oxigênio e luz,  e quanto maior a saturação, maior a estabilidade e menor a suscetibilidade a esses fatores oxidativos. E é nesse sentido que o Óleo de Coco se destaca se comparado às gorduras polinsaturadas (óleos de soja, milho e girasol, por exemplo). Por esses fatores, um mito péssimo para a saúde é achar que óleos vegetais são mais saudáveis. Por serem em sua maioria, gorduras polinsaturadas, deviam ficar muito longe do calor, oxigênio e luz. A gordura saturada do Óleo de Coco é constituída de aproximadamente 65% de Ácidos Graxos de  Cadeia Média. Estes são moléculas menores do que as da grande maioria dos óleos vegetais que consumimos, por isso, são facilmente digeridas e absorvidas pelo nosso organismo e fornecem energia rápida e eficiente para nosso corpo sem a necessidade de enzimas pancreáticas. Infelizmente, poucos alimentos possuem essa substância, mas uma forma excelente de obtê-la é através do óleo de coco. Enquanto os ácidos graxos de cadeia longa – grande parte das outras gorduras vegetais – depois de digeridos serão distribuídos pelo corpo e reabastecerão também tecidos de gordura, os do óleo de coco após serem digeridas vão direto para o fígado, para serem transformadas em energia e em condições normais não são estocadas em forma de gordura: viram energia rapidamente. Além disso, o óleo de Coco tem menos calorias do que outras gorduras o que significa que mesmo quando armazenadas, são queimadas mais rapidamente. A mesma quantidade de gordura é por volta de 1\3 menos calórica do que outras gorduras.


Fonte: The Coconut Oil Miracle, de Bruce Fife
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21333271