Mas afinal, o que são alimentos funcionais?

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Mas afinal, o que são alimentos funcionais?

O conceito de alimentos funcionais surgiu no Japão no meio dos anos 1980, estes alimentos demostravam algum benefício fisiológico ou na função de reduzirem riscos de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, Hipertensão arterial, Colesterol elevado, etc).  São alimentos simples, que fazem parte do nosso cotidiano e que possuem princípios ativos capazes de auxiliar na promoção da saúde do individuo como um todo.

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Innocent causa comoção no mundo dos smoothies com lançamentos funcionais.

A marca Innocent, da Coca-Cola, está lançando uma linha de smoothies funcionais no Reino Unido centrada em alegações brandas de saúde – três variedades usarão os posicionamentos ‘defesa’, ‘energia’ e ‘antioxidante’.

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As bebidas (na foto) terão preços recomendados de £2,35 ou $3,91, e o diretor de marketing da Innocent, Dave Pickup, disse que a marca está buscando jeitos de “excitar e revigorar” a categoria de smoothies.

As vendas de smoothies em supermercados e lojas de conveniência caíram 2% em termos de valor para £160m ($266m) no Reino Unido em 2012, de acordo com a a mais recente Soft Drinks Review da Britvic.

O volume de vendas também caiu 9,2% nesses canais, mas a parcela de smoothies cresceu 2,2% dentro da categoria de bebidas como um todo.

Fonte:  http://www.nutraingredients.com/Consumer-Trends/Innocent-shakes-up-smoothies-with-functional-launches    

Alimentos Funcionais resistem a recessão mas falhas continuam altas.

Alimentos funcionais passaram pela recessão econômica global melhor do que a maioria das categorias de alimentos apesar da taxa de fracasso ter sido elevada, de acordo com um americano expert em branding e mercado.

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 “A categoria mundial de alimentos funcionais é única no aspecto de que o mercado continua a crescer durante a crise econômica mundial, mas ainda carrega uma taxa considerável de 80% de fracasso para novos produtos,” diz Jeff Hilton, co-fundador e chefe do departamento de marketing da consultora BrandHive em Utah.

Hilton, que apresentou seus insights no Vitafoods Europe em Genebra, acrescentou:

“Pesquisas demonstraram que a demanda por alimentos funcionais existe, mas sem uma compreensão correta do mercado, muitas marcas estão errando quando se trata de um lançamento de sucesso.”

Hilton afirma que apenas quando as necessidades do fabricante, fornecedor e consumidor se alinham que os produtos realmente farão sucesso. Desenvolvedores de produtos devem estrar em sintonia com as mudanças demográficas aceleradas que significam diversos modos de comunicação e gosto entre grupos tão variados.

Suas visões ecoam as do expert em branding europeu Peter Wennstrom, presidente do Healthy Marketing Team, que disse ao congresso do Food Vision em Cannes recentemente que produtos geralmente falham porque os fabricantes não respeitam as necessidades e desejos do consumidor.

“Com cada marca, você pode fazer a mesma pergunta e todos os consumidores podem lhe dizer o que esperam das marcas de amanhã. Respeitar isso significa você pode ter muito sucesso na inovação da marca,” ele diz.

Entretanto, ele diz que infelizmente as companhias desrespeitam isso em favor de seguir suas próprias ideias ou objetivos da marca.

Wennström disse que era essencial as empresas desmembrarem sua comunicação e marketing em termos digeríveis pelo consumidor, especialmente alegações complexas da área de nutrição.

“Isso é um desafio, realmente respeitar o entendimento e linguagem do consumidor,” diz ele.

Alimentos funcionais: números mágicos

O analista Euromonitor International desenvolveu uma equação ano passado – uma espécie de número mágico – que quantificou a disposição dos consumidores em regiões específicas para comprar produtos funcionais, correlacionando a renda per capita gasta em alimentos e bebidas e a renda per capita gasta em alimentos e bebidas funcionais.

Com o coeficiente dessa correlação – o grau pelo qual os movimentos das duas variáveis estão associados – de 0,84, há uma associação clara presente.

Foi descoberto que na América do Norte, Australásia e Europa ocidental gasta-se mais em alimentos e bebidas funcionais, os quais oferecem medidas preventivas de saúde, especialmente medidas anti-idade.

Fonte:  http://www.nutraingredients.com/Consumer-Trends/Functional-foods-resist-recession-but-failure-rate-stays-high-Analyst    

O uso dos alimentos funcionais no cotidiano.

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Ana Cristina Miguez Teixeira, Doutora em Ciências da Saúde pela PUC-pr em parceria com a especialista em nutrição clínica pela UFPR Cristiane da Silva Oselame escreveram sobre o uso dos alimentos funcionais e seus benefícios à saúde. Para facilitar, fragmentamos o texto em uma compilação das informações mais importantes de cada parte da pesquisa.

RESUMO:

Alimentos funcionais são alimentos que contêm ingredientes ativos que beneficiam o organismo de alguma forma, abrangendo a evolução de doenças, promovendo a saúde, reduzindo como consequência os gastos relacionados a assistência à saúde. O objetivo deste artigo foi descrever os principais alimentos funcionais liberados para o consumo humano e citar os seus benefícios à saúde.

Esses benefícios relacionam-se aos efeitos gerais de uma alimentação saudável. Um prato colorido no dia-a-dia pode oferecer uma dosagem alta de substâncias funcionais prevenindo várias doenças.

 

IINTRODUÇÃO:
Vários fatores que têm contribuído para o desenvolvimento dos alimentos funcionais, um deles o aumento da consciência dos consumidores, que desejando melhorar a qualidade de vida optam por hábitos saudáveis.

Os alimentos funcionais devem apresentar propriedades benéficas além das nutricionais básicas, sendo apresentados na forma de alimentos comuns. São consumidos em dietas convencionais, mas demonstram capacidade de regular funções corporais de forma a auxiliar na proteção contra doenças como hipertensão, diabetes, câncer, osteoporose e coronariopatias (SOUZA, et al., 2003).

Diante disso, a Nutrição Funcional um ramo da ciência da Nutrição que estuda a relação do ser humano com os nutrientes, em nível intracelular, considerando todos os sistemas corporais e a influência de fatores externos nesta relação.

As novas tendências alimentares justificam o desenvolvimento de alimentos funcionais, devido a hábitos adquiridos pelas pessoas de alimentar-se de maneira pouco balanceada e pobre em nutrientes essenciais ao organismo (SALGADO e ALMEIDA, 2010). Neste sentido, os alimentos funcionais são considerados aqueles que são capazes de fornecer benefícios para a alimentação e reduzir o risco de doenças. (BALDISSERA, et al., 2011).

Para se considerar um alimento funcional ele deve: exercer ação metabólica ou fisiológica, criar efeitos positivos obtidos em quantidades não tóxicas e poder ser destinado ao tratamento ou cura de doenças (BALDISSERA, et al., 2011).

 

DESENVOLVIMENTO:

Os Brócolis e os demais crucíferos são alimentos funcionais, assim como a aveia, linhaça, tomate, frutas cítricas, amoras, chás, uva, vinho, alho e soja (RIQUE, SOARES e MEIRELLES, 2002).

Estes alimentos se ingeridos diariamente, e na quantidade correta, podem ajudar a diminuir o estresse, melhorar o rendimento esportivo, sono, memória e tensão pré-menstrual. Promovem ainda a redução do risco de doenças cardiovasculares, osteoporose e câncer.

Outro alimento funcional bem conhecido é o azeite de oliva. Utilizado na quantidade de 15 mililitros diários possui o efeito protetor sobre o sistema cardiovascular, sobretudo, na redução da chance de formação de ateromas (TOUSOULIS et al., 2010).

O ômega 3 presente nos peixes, quando consumido na quantidade de 1 grama diária auxilia na redução da pressão arterial, favorece o aumento do colesterol HDL plasmático e na redução do colesterol LDL, pode ser também ingerido por meio de suplementos em forma de cápsulas. Outra variedade é o ômega 6, presente nos óleos vegetais, como azeite, óleo de canola, milho e girassol, nozes, soja e gergelim, atuam como protetores contra as doenças cardíacas (CABO, ALONSO e MATA, 2012; DELGADO-LISTA et al., 2012).

Os fitoesteróis presentes nos óleos vegetais, legumes, gergelim e semente de girassol, promovem a redução da absorção de colesterol LDL e auxiliam no alivio dos sintomas da tensão pré-menstrual. (RACETTE et al., 2010).

Os fitoestrógenos reduzem as chances de aparecimento de doenças cardiovasculares, osteoporose, câncer de mama e próstata (MIGUEZ et al., 2012)

As antocianinas, presentes em alguns alimentos como cerejas, uvas, morangos, amoras vermelhas e berinjelas, possuem propriedades anticarcinogênicas, antiinflamatórias e antialérgicas.

Os alimentos vermelhos, como o tomate e a melancia, possuem um pigmento chamado licopeno, que é capaz de auxiliar na prevenção dos cânceres de próstata, pulmão e intestino e também reduzem a concentraçãoo de radicais livres nas células. (ALISSA e FERNS, 2012).

Os alimentos alaranjados possuem um pigmento chamado de carotenoide, que é essencial para a visão, desenvolvimento embrionário e melhoram a imunidade. Outra variedade de pigmento são as antoxantinas (pigmento branco) presentes nas batatas e no repolho branco. Possui propriedades preventivas para câncer, atividade antiinflamatória e antialérgica (ALISSA e FERNS, 2012).

Outro alimento funcional que vem sendo muito estudado é a linhaça. Na sua composiçãoo são encontrados fitoesteróis e lignana. Entre as suas propriedades destacam-se aquelas relativas à prevenção e controle da agregação plaquetária, redução do colesterol LDL e da pressão arterial. Além disso, atua sobre a redução do risco de câncer de mama (PRIM et al., 2012).

A Chia é um tipo de semente oriunda do México, rica em fibras, solúveis e insolúveis, ômega 3, antioxidantes. Promove controle de peso e previne doenças cardiovasculares.

O chá verde é rico em antioxidantes, que são associados à prevenção de doenças relacionadas à obesidade, dislipidemia, doenças cardiovasculares e diabetes. Apenas um estudo sugere a dosagem de chá verde a ser consumida para a prevenção de doenças cardiovasculares é de 7 xícaras por dia (VINSON, 2000).

Portanto, vitaminas e minerais presentes nos alimentos funcionais em grande quantidade, possuem funções e características muito peculiares. É fundamental a orientação nutricional antes da ingestão de suplementos, além da realização de exames que possam fornecer subsídios para a melhor indicação destes alimentos e suplementos. (PASHKOW, 2011; OSELAME e OSELAME, 2013).

CONCLUSÃO:

Salienta-se desta forma que o uso de alimentos funcionais pode ser encarado como terapêutica preventiva para várias doenças. Portanto, o acompanhamento com profissionais nutricionistas pode favorecer o uso destes alimentos como fonte inesgotável de saúde.

AUGUMAS REFERÊNCIAS

AL-DISSI, A. N.; WEBER, L. P. Resveratrol preserves cardiac function, but does not prevent endothelial dysfunction or pulmonary inflammation after environmental tobacco smoke exposure. Food and Chemical Toxicology, v. 49, n. 7, p. 1584-1591, 2011. ISSN 0278-6915.

ALISSA, E. M.; FERNS, G. A. Functional foods and nutraceuticals in the primary prevention of cardiovascular diseases. Journal of nutrition and metabolism, v. 2012, 2012. ISSN 2090-0724.

ALMOOSAWI, S. et al. The effect of polyphenol-rich dark chocolate on fasting capillary whole blood glucose, total cholesterol, blood pressure and glucocorticoids in healthy overweight and obese subjects. British Journal of Nutrition, v. 103, n. 6, p. 842, 2010. ISSN 0007-1145.

BALDISSERA, A. C. et al. Alimentos funcionais: uma nova fronteira para o desenvolvimento de bebidas protéicas a base de soro de leite. Semina: Ciências Agrárias, v. 32, n. 4, p. 1497-1526, 2011. ISSN 1679-0359.

BELLINI, V. B. S.; DOS SANTOS, C.; OSELAME, G. B. Fatores de risco e proteção para câncer de mama na mulher. Revista UNIANDRADE, v. 14, n. 1, p. 45-64, 2013. ISSN 1519-5694.

BRANCO, V. R. C. Comida, sexo e administração. Rio de Janeiro: Editora E-papers, 2007. ISBN 8576501198.

CABO, J.; ALONSO, R.; MATA, P. Omega-3 fatty acids and blood pressure. British Journal of Nutrition, v. 107, n. S2, p. S195-S200, 2012. ISSN 1475-2662.

DELGADO-LISTA, J. et al. Long chain omega-3 fatty acids and cardiovascular disease: a systematic. British Journal of Nutrition, v. 107, p. S201-S213, 2012.

Fonte: http://scholar.google.com.br

Alimentos Funcionais.

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São aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que forneça beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças.

De maneira geral, os alimentos funcionais são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas.

Como isso pode ocorrer?

Isso ocorre porque em sua composição são encontrados compostos bioativos, capazes de atuar como moduladores dos processos metabólicos, prevenindo o surgimento precoce de doenças degenerativas. Dessa forma, está cada vez mais claro, que existe uma relação entre os alimentos que consumimos e nossa saúde.

Onde são encontradas essas substâncias bioativas?

Essas substâncias são encontradas em hortaliças, grãos e leite fermentado. Essas substâncias também apresentam funções antioxidantes e/ou reguladoras presentes nos pigmentos ou outros compostos químicos de sua composição.

Como podemos classificar os alimentos funcionais?

Os alimentos funcionais são classificados da seguinte maneira:

Alimentos geneticamente modificados em algum nutriente para desempenhar alguma função fisiológica específica, com benefícios sobre à saúde. 
Matéria – prima de origem vegetal 
Alimentos processados sem adição de ingredientes 
Alimentos processados com ingredientes adicionados, sendo este último grupo muito questionado, com muitos autores preferindo classificar essa gama de produtos como fortificados ou enriquecidos e não como funcional.

O que são fitoquímicos?

No organismo humano possuem a capacidade de ativar o código genético na emissão de células de alta potencialidade de energia biológica, causada pela ação na eletrofisiologia humana, redistribuindo a energia biológica fabricada pelo corpo. Ajudam a incrementar a energia no núcleo das células, de maneira que possam funcionar com maior eficiência contribuindo na restauração de moléculas que estruturam o corpo.

O processo de ativação é o resultado de combinações exclusivas e balanceadas de micronutrientes extraídos das células vegetais vivas.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br

Nutrição como Instrumento de Valor para a Indústria Alimentícia.

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QUAIS SERIAM AS PRINCIPAIS VANTAGENS DA FORTIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS? QUAIS SERIAM OS PRINCIPAIS BENEFICIÁRIOS?

A priori, ganham os segmentos que nela apostam, os consumido­res destes produtos e a nação pela formação de “poupança físico­-cognitiva” que se estabelece na população.

A aplicação de vitaminas, minerais e ingredientes funcionais pa­rece estabelecer um dos únicos jogos de ganha-ganha legítimos e sustentáveis, pois os benefícios, a baixíssimos custos, são subs­tanciais ao longo de toda a cadeia. Os micronutrientes fortificam os alimentos e fortificam, também, seus rótulos, o valor percebido dos produtos e o valor do mercado em que estão inseridos. Tudo isso paralelo ao benefício individual transferido à cada consumidor e aos benefícios globais, pela redução dos custos com saúde pú­blica e pelo aumento do potencial de desenvolvimento corpóreo e intelectual dos indivíduos. Não é de hoje que o consumidor demanda e demonstra maior interesse pelos alimen­tos benéficos à sua saúde e de sua família. O senso comum da relação entre alimento e saúde é o fundamento primordial do suces­so de certos produtos e marcas de alimen­tos enriquecidos ou funcionais. Recentes pesquisas sobre o comportamento de com­pra do consumidor apontam para sua pre­ferência por alimentos dotados de alguma funcionalidade.

Os pais, por exemplo, preferem dar ali­mentos fortificados aos seus filhos, ao in­vés de irem à farmácia buscar coquetéis vitamínicos minerais. A turma da melhor idade, por sua vez, procura cada vez mais por alimentos ricos em cálcio, fibras, por nutrientes benéficos à visão e à saúde cardiovascular. Olhe na despensa de um jovem sessentão e você terá comprovado isto numa verdadeira pesquisa de cam­po. Olhe a lancheira da piazada e não se decepcionará, também. Remédio é para uso individual; Comida é pra todos jun­tos; Comida está associada a momentos felizes – comemoração; Remédio, não! Talvez esteja aí um outro forte motivo da preferência pelos alimentos fortificados e funcionais.

A fortificação parece, finalmente, conci­liar alguns interesses de cada agente da cadeia dos alimentos industrializados: A indústria registraria maior demanda e maior valor percebido de seus produtos; O consumidor acessaria micronutrientes e ingredientes funcionais aliados à saú­de, desenvolvimento e bem-estar; a na­ção reduziria gastos com saúde pública.

Não é atoa que organizações como a MIN­TEL, atestam o vigoroso crescimento da fortificação voluntária no mundo. Inter­nacionalmente, a indústria de alimentos percebeu e registrou demandas, opor­tunidades e tendências e não são poucos os exemplos brasileiros. Quem trabalha com criação e inovação não fica esperan­do pela fortificação mandatória (sal e fa­rinhas de trigo e milho, por exemplo) para atender os anseios dos consumidores. O ritmo de quem inova e busca diferencia­ção é outro. Observe quantos alimentos voluntariamente fortificados e funcionais estão à nossa disposição. E cada dia sur­ge mais um sem número de produtos e marcas fortificadas. Os lançamentos de alimentos funcionais na América Latina, por exemplo, triplicou entre 2007 e 2012 e já representam 6% de todos os produto lançados anualmente (Mintel, GNPD We­bminar, 2012).

No Brasil, enquanto o poder público, os setores e a sociedade civil discutem os resultados de uma década do programa de fortificação mandatória de farinhas de trigo e milho, muitas empresas buscam na fortificação voluntária instrumentos para o posicionamento diferenciado de seus produtos, pois não se precisa de lei de obrigatoriedade quando existe perfei­to encaixe entre demanda do consumidor e valor entregue pela indústria de ali­mentos. Arroz e macarrão instantâneo vitaminado, gelatina e refresco fortifica­do, pães e biscoitos com vitaminas e mi­nerais, óleo de soja enriquecido com vita­minas, iogurtes, leites, biscoitos… Agora cada vez mais bem desenhados em re­lação à matriz alimentar e ao buquet nutricional, com foco maior no benefício e não apenas no conteúdo. Como estes, quantos exemplos você não consegue ver entre a gôndola do supermercado e o ar­mário de casa?

Texto: Divanildo Carvalho Junior. Gerente de Tecnologia e Inovação – Granotec do Brasil.