E-commerce mantém crescimento

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E-commerce mantém crescimento

O e-commerce brasileiro faturou R$ 26,4 bilhões no primeiro semestre de 2019 e obteve crescimento de 12% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou receita de R$ 23,6 bilhões.

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A maneira de fazer compras vai mudar!

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A maneira de fazer compras vai mudar!

Você gosta de fazer compras no supermercado? Lógico, todos gostamos de escolher nossos alimentos conforme nossas dietas. Mas e das filas? E da demora? Aposto que ninguém gosta destes detalhes. Continuar lendo

Comida e criatividade.

O post de hoje prova mais uma vez que podemos sim nos divertir com a comida, confira!

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Estes mapas foram criados por Caitlin Levin e Henry Hargreaves a partir de uma paixão por viagens. Quando tentamos conhecer novos lugares através dos alimentos da região, conseguimos compreender várias complexidades da cultura do lugar.
Nesse trabalho, você vai ver várias comidas típicas dos países e continentes compostos para formar o mapa do lugar.
Esses mapas mostram as viagens feitas pelos alimentos entre continentes e países, tornando-se parte da cultura e identidade dos locais. E olha que curioso: o tomate é original dos Andes, aqui na América do Sul, mas sabemos que quem consagrou o fruto em sua culinária foi a Itália.
E quem escuta “Mergulhe camarões no barbecue” sem pensar automaticamente na Austrália? Quem viaja para a França e não experimenta os pães e os queijos? E quem é que faz uma típica caipirinha brasileira sem limões?
Esses mapas são uma representação divertida da interpretação dos artistas sobre os alimentos ao redor do mundo, meticulosamente confeccionado com alimentos de verdade.
Este projeto mostra como a comida une as pessoas por todo o mundo e as envolve em boas conversas e, espera que os mapas tenham o mesmo efeito!

Dá até vontade de procurar receitas internacionais e se aventurar não é?

O que importa é a lista de ingredientes.

Um pote de sorvete pode ter mais “imitadores” de alimentos que comida de verdade. A palavra requeijão trata de uma receita original que não é mais seguida pelas fábricas. Apesar do nome, néctares de fruta têm apenas 30% de fruta. Informações como essas estão nos vídeos da jornalista Francine Lima, 37 anos, no YouTube. O canal Do Campo à Mesa tem menos de três meses e mais de 16 mil inscritos – o vídeo do requeijão foi visto 10 mil vezes em quatro dias. O segredo não é superprodução, mas conteúdo. Francine grava em câmeras de celular e edita os vídeos sozinha.

Tudo começou quando ela decidiu levar para a internet o que tem aprendido no mestrado em Saúde Pública da USP. O objetivo da dissertação é desvendar o discurso de “saúde” nas embalagens dos alimentos. A conclusão aponta para a vulnerabilidade do brasileiro ao apelo das embalagens, que buscam mascarar dados importantes enquanto chamam atenção para aspectos nebulosos dos produtos. Para Francine, a linguagem das embalagens induz o consumidor ao erro, por mais que a indústria siga a legislação.

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“Um ‘enriquecido’ bem grande desvia a atenção da quantidade de açúcar e gordura vegetal hidrogenada de um biscoito”, exemplifica. Ou seja: o lugar de ilustrações e promessas é na frente; no verso, fica a lista de ingredientes que define o produto. “Por que é assim? Porque fica bom para o fabricante”, diz Francine, para quem as reguladoras estão mais próximas das marcas que dos consumidores.

Que alimento tem a maior discrepância entre o rótulo e o que é entre­­gue ao consumidor?

O problema não é tanto o que é dito, mas como é dito. Veio gente argumentar [no YouTube] que os rótulos seguem as normas. É verdade. Mas o consumidor não conhece a legislação. Tento mostrar que ela permite que rótulos sejam pouco claros. Exemplo: na embalagem dos néctares de laranja, há imagens de laranjas frescas. A legislação deixa claro o que é néctar, mas isso não garante que o consumidor entenda, por vários motivos: 1) Essa definição não é perene. Era para ter mudado em 2012, passou para 2016. Atualmente néctar é água, açúcar e 30% de fruta. Em 2016 será 50% de fruta. O que é néctar hoje não será em 2017. 2) Não está escrita na embalagem. 3) A imagem da fruta promove uma associação imediata, e pela imagem não é possível distinguir entre suco e néctar. Parece tudo igual.

Qual foi a situação que mais sur­­preendeu?

A piora nas normas para composição de chocolates e pães integrais. Ainda estou tentando descobrir como deixaram acontecer. Houve um afrouxamento das exigências de 1978 para os anos 2000, creio que em benefício da indústria, uma vez que os ingredientes que ela usa agora são mais baratos. É inacreditável que em 1978 só podia ser chamado de integral o pão que tivesse pelo menos 50% de farinha integral e que hoje existam pães quase inteiramente refinados com um “integral” no rótulo.

E qual a maior ilusão do brasileiro em relação a alimentos?

O brasileiro confia de forma exagerada nas marcas conhecidas. A publicidade é bem-sucedida em criar essa imagem de cuidado com as pessoas, e o consumidor médio simplesmente acredita.

As dúvidas deveriam ser levadas a órgãos de defesa do consumidor?

Sim, pode ser um caminho importante. É preciso manifestar o descontentamento. Se ficarmos quietinhos consumindo tudo que o mercado de alimentos nos oferece, nem as empresas nem o governo verão necessidade de torná-lo mais honesto. Empresas mudam quando ameaçadas pelo bolso. O governo, pelo voto.

Como aprender a ler rótulos?

Ignore o que chama a atenção – figuras, cores e letras grandes – e vá direto à lista de ingredientes, que está sempre em ordem decrescente de quantidade. A lista é pequena? Os ingredientes são conhecidos e vendidos no supermercado? Dá para saber o que é o produto? Dá para fazer igual em casa? São perguntas relevantes.

Qual a maior mudança a ser feita na regulamentação das embalagens?

Bato na tecla da linguagem. A informação que interessa vem em termos técnicos, números, tabelas, que só quem estudou as regras entende. E as alegações que desviam a atenção vêm coloridas, ilustradas, acompanhadas de bichinhos, fotos de gente bonita, promessas de felicidade, numa linguagem que todo mundo entende. Desproporcional, não? Minha hipótese é que as informações que interessam – formulação do produto, seu grau de processamento, teor de comida que ele tem em relação ao de imitação – é que deveriam ser apresentadas de forma interessante.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1429809&tit=Embalagem-nao-e-nada-O-que-importa-e-a-lista-de-ingredientes

A Vitamina D e a Fortificação de Alimentos.

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VITAMINAS SÃO MICRONUTRIENTES NECESSÁRIOS AO METABOLISMO E QUE NÃO PODEM SER SINTETIZADOS PELO CORPO HUMANO. ESTA DEFINI­ÇÃO CLÁSSICA DAS VITAMINAS POS­SUI UMA EXCEÇÃO: A VITAMINA D.

Uma tradução livre do significado de vitami­nas encontrada no livro Nutrition Food and the Environment, de Vincent Hegarty (1995), permite a inclusão da Vitamina D no rol des­tes micronutrientes: “Vitaminas são substâncias orgânicas, requeridas para funções metabólicas espe­cíficas do corpo, necessárias em pequenas quantidades na dieta”.

Isolada na década de 1920, apenas 50 anos depois des­cobriu-se que ela poderia ser produzida pelos humanos, ferindo o conceito clássico das vitaminas.

Além de poder ser ingerida a partir de alimentos nos quais está naturalmente presente, ou através de alimentos forti­ficados, a Vitamina D pode ser sintetizada pelo corpo huma­no, num ciclo desencadeado pela luz do Sol. Hábitos de vida modernos minimizam a ex­posição aos raios ultravioleta (raios UVB), reduzindo portan­to, o “auto-suprimento” deste micronutriente. Vestuários típicos das grandes cidades, encasulamento em casa ou no trabalho, lazer em ambiente fechado, ou mesmo o benéfico uso dos protetores solares, são exemplos de costumes que minimizam nossa intera­ção com a luz solar. Some a isto as dietas livres de carne vermelha, vísceras (fígado, por exemplo), ovos e gorduras, e teremos uma equação que resulta numa baixa produção e suprimento de Vitamina D.

A vitamina D é importante em diversos sítios metabólicos do corpo humano, daí sua presença em múltiplos buquês nutricionais aplicados na fortificação de alimentos, para o aporte de benefícios típicos desta vitamina e dos consórcios, dos quais participa, com outros micronutrientes.

A Vitamina D, por exemplo, e não apenas:

• Auxilia na absorção de cálcio e fósforo a partir do trato gastrointestinal;

• Aumenta a fixação mineral nos ossos;

• Regula a eliminação de cálcio e fósforo pelos rins;

• Participa dos processos de transmissão nervosa, contribuin­do para regulagem da função muscular cardíaca.

Também conhecida como “Vitamina Anti-Raquitismo”, juntamente com os hormônios “calcitonina e paratireóide (presentes em nosso organismo) a Vitamina D é necessária para a regular a homeostase do cálcio e o metabolismo do fósforo” (BASF, 2003). Re­sumidamente regula a absorção e fixação de minerais para melhor desenvolvimento, manutenção do esqueleto e tônus muscular. Os buquês nutricionais compostos pela Vitamina D aportam benefícios ao ser humano desde a mais tenra até a melhor idade. Na infância é instrumento contra o raquitismo, na maturidade melhora o sentido de equilíbrio corpóreo, minimiza a perda de densidade óssea e auxilia o apropriado com­passo cardíaco.

Acredita-se quee a deficiência em Vitamina D acometa 50% da população brasileira com menos de 50 anos, e em torno de 80% dos idosos. Possivelmente a fortificação (ali­mentos adicionados de vitaminas e minerais) seja o método mais eficaz para aporte nutricional da Vitamina D, sendo também o mais seguro e economicamente viável. Os alimentos enriquecidos somam-se aos naturalmente dotados de Vitamina D e à mode­rada exposição UVB, minimizando a possibilidade de efeitos indesejáveis.

Na fortificação e suplementação alimentar, o suprimento de Vitamina D é realizado com o uso de duas substâncias: ergocalciferol (Vitamina D2, plantas e cogumelos) e Colicalciferol (Vitamina D3, animais), que após ingeridas e digeridas são levadas pela corrente sanguínea ao fígado, onde passam por uma primeira transformação, antes de serem, nos rins, convertidas na forma ativa Vitamina D. Daí é distribuída pelos diversos sistemas do corpo humano, participando de importantes transformações metabólicas: da multiplicação celular ao efetivo funcionamento do sistema imunológico; do cresci­mento e desenvolvimento corpóreo a minimização da tendência à obesidade; etc.

Por isso tudo, parece-me confortável dizer a você que consulte regularmente seu médico e se ele não tiver nada contra, continue tomando Sol até às 10 da manhã, ou depois da 16h e usando protetor solar, eles já comprovaram sua importância para a saúde, consuma alimentos que naturalmente contém Vitamina D e insira em sua dieta os alimentos fortificados que você mais gosta.

Texto: Divanildo Carvalho Junior. Gerente de Tecnologia e Inovação – Granotec do Brasil.