Can Diet Prevent Alzheimer’s Disease?

Experts are studying how diet may affect the onset and progression of Alzheimer’s disease. Learn the latest research into this memory-robbing disease.

shutterstock_181673876

Little in life is as scary as the idea of forgetting our loved ones, our histories, and ourselves. Yet that is exactly what is happening to the more than 5 million people in North America suffering from Alzheimer’s disease.

Mild forgetfulness in the early years of the disease slowly expands to include serious problems with memory, language, and abstract reasoning until eventually this brain disorder robs its victims of the ability to function.

Despite extensive research, both cause and cure for Alzheimer’s disease remain elusive. Experts theorize that a complicated combination of genetic, environmental, and lifestyle factors result in cognitive decline, though they are still working on exactly how it happens and what can be done to prevent it.

One logical area of exploration is diet. While there have been no definitive breakthroughs yet, there are certain foods that are being carefully studied for their specific relationship to Alzheimer’s.

Diet and Alzheimer’s Disease: Omega-3 Fatty Acids and B Vitamins

“A few studies found a correlation between high dietary fish with omega-3 fatty acid intake and a decrease in developing Alzheimer’s,” says Tara Harwood, registered dietitian at the Cleveland Clinic in Ohio. “However, more studies must be conducted before any conclusions can be drawn.”

High levels of homocysteine, an amino acid in the blood, have been associated with the risk of dementia. One avenue being examined is whether increasing intake of folate and vitamins B6 and B12, which break down homocysteine, can help prevent Alzheimer’s disease. “Neither vitamin B6 or B12 supplementation has been proven effective,” says Harwood, “but data from one study found a lower incidence of Alzheimer’s for individuals with the highest folate intake.”

Diet and Alzheimer’s Disease: Antioxidants

Another possible theory in the development of Alzheimer’s disease involves free radicals destroying the integrity of the body’s cells. These unstable molecules have the potential to cause cell aging and damage, which could be one piece of the Alzheimer’s puzzle.

“You can reduce your exposure to free radicals by limiting contact with the sun, environmental pollutants, and cigarette smoke,” says Harwood. “However, free radicals are a byproduct of metabolism, which occurs every minute of the day. Because it’s impossible to completely eliminate free radicals, [eating foods with] antioxidants, such as vitamin E, vitamin C, beta carotene, and flavonoids, can help.”

Foods high in antioxidants include berries, dark green and orange vegetables, nuts, and beans. Specifically, studies have shown rats and mice bred to develop Alzheimer’s disease had improved mental function after being fed blueberries, strawberries, and cranberries. Green tea is also high in antioxidants, and although it hasn’t been proven specifically to prevent Alzheimer’s, it has been shown that drinking five cups a day can reduce one’s risk of heart disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: The Mediterranean Diet

A few recent studies conducted by researchers from the neurology department at Columbia University Medical Center in New York have looked at the possible preventive effects of the typical diet eaten by people in countries around the Mediterranean sea, such as Greece. The “Mediterranean diet” is primarily made up of fruits, vegetables, and beans, fish, olive oil, a moderate amount of wine, some dairy foods, and small amounts of meat and chicken. Though more study is needed, results point to a reduced risk of developing Alzheimer’s and lower mortality rate among those who contracted the disease.

Diet and Alzheimer’s Disease: Next Steps

While there is no definitive answer to the Alzheimer’s mystery, there are certainly clues to follow. “No changes in diet, dietary supplements, food additives, vitamins, nor alternative herbal medicines have ever been demonstrated to affect the risk for Alzheimer’s disease or the course of the disease in a well-designed clinical trial experiment,” says Randolph Schiffer, MD, director of the Cleveland Clinic Lou Ruvo Center for Brain Health in Cleveland. “With that said, most of us in the Alzheimer’s research field believe that people should adopt and continue healthy lifestyles, including diets low in saturated fats and high in antioxidants and B vitamins.”

Until more research is available, it makes sense to combine a good diet with physical and mental activity and social interaction. This approach just might help keep Alzheimer’s disease, as well as other illnesses, at bay.

Fonte: Everyday Health

Revestimento feito a partir das folhas do mirtilo aumentam o prazo de validade e os níveis de antioxidantes

shutterstock_148741646

Uma pesquisadora da Oregon State University (OSU) ajudou a descobrir uma substância nas folhas do mirtilo – que geralmente são jogadas fora – que pode ser adicionada aos revestimentos feitos na fruta, aumentando sua shelf life enquanto aumenta os antioxidantes.

Trabalhando com um time de cientistas da China, a cientista alimentar da OSU, Yanyun Zhao, descobriu que um revestimento comestível contendo extratos da folha do mirtilo ajuda a reduzir o apodrecimento e aumenta a absorção de água, o que diminui a deterioração natural. O peso extra também poderia significar aumento de renda para os produtores, porque mirtilos geralmente são vendidos por volume.

Estes revestimentos naturais permitem que os mirtilos sejam lavados e preparados como produtos prontos para o consumo. A maioria dos mirtilos nas lojas não são lavados, porque a lavagem retira o revestimento de cera natural, que preserva a fruta. “Normalmente, folhas de mirtilo caem no chão e são jogadas fora,” disse Zhao, professora de ciência e tecnologia de alimentos na Faculdade de Ciências da Agricultura. “Nós descobrimos um uso que pode mudar como as frutas são armazenadas, vendidas, assim como aumentar seu valor nutricional.”

Folhas de mirtilo, que são usadas como remédios herbais, contendo altos níveis de antioxidantes fenólicos – compostos químicos com propriedades antimicrobianas que protegem contra fungos e bactérias, como E. coli e Salmonela.

Para criar os revestimentos, pesquisadores misturaram esses extratos fenólicos com chitosan, um preservativo natural proveniente de conchas de crustáceos. A OSU testou revestimentos feitos de folhas que foram colhidas em diferentes estágios de maturidade da fruta, e os extratos foram formulados em cinco diferentes tratamentos de revestimentos baseados nos níveis variados de fenóis.

Os mirtilos form mergulhados no revestimento líquido e depois secos em temperature ambiente para former o revestimento seco. Bocais também podem pulverizar o revestimento na superfície das frutas conforme leas passam por uma esteira, de acordo com Zhao, um um especialista em produtos alimentícios do Serviço de Extensão da OSU.

Revestir os mirtilos aumentará seu custo, ela disse, embora não esteja claro o quanto.

A pesquisa foi feita em colaboração com cientistas na China, incluindo Yun Deng, na Shanghai Jiao Tong University, no Bor Luh Food Safety Center da universidade, e publicada nos jornais de Food Control and Postharvest Biology and Technology.

Alimentos para o coração: como servir saúde à mesa

shutterstock_152305247

Um coração em forma depende de uma alimentação saudável. Estudos comprovam que o órgão é beneficiado por alimentos ricos em fibras e gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas – que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL), um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.

“Mas não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma bastante moderada”, defende dr. Raul Dias Santos, cardiologista e consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein.

Continuar lendo

O uso de polifenol cresce 69% em 5 anos (mas será que as pessoas o entendem?)

O uso de polifenol no mercado de alimentos e bebidas funcionais aumentou 69% desde 2009 mesmo quando o entendimento do consumidor se mantém baixo e as legislações de saúde extremamente limitadas. Mas isso pode continuar?

shutterstock_169801556

O número 69% é reforçado por um aumento de 38% no uso do termo ‘antioxidantes’ em produtos alimentícios e bebidas, mesmo que apenas na lista de ingredientes, no mesmo período de 5 anos, de acordo com a empresa analista de mercado Mintel.

Categorias populares incluem biscoitos e bolachas (10.7% dos lançamentos entre 2009 e 2013) seguidos por pastilhas, chicletes, gelatinas e balas, com 7.87% e bolos, artigos de confeitaria e outros doces com 6.66%. Chás e sucos de fruta também se mostraram populares.

É difícil chegar a um número final de mercado, porque a categorização varia de acordo com a maneira em que os termos são usados – é uma jogada de marketing ou apenas mais um ingrediente listado?

Ainda assim, o setor mais amplo de polifenóis que algumas vezes aparece com o nome de flavanóides e inclui compostos como proantocianidinas, catequinas, and teaflavinas, encara grandes desafios.

Os dados científicos são fortes, muitas vezes convincentes, mas variado e inconclusivo, e polifenóis não têm ganhado muito apoio com regularizações, o que não ajuda o público a entender seus benefícios principais e outras recomendações de saúde.

Como analista de comidas e bebidas da Mintel, Chris Brockman observou em um relatório de 2012 sobre a família de antioxidantes a qual os polifenóis pertencem: “Ainda há descrença em círculos científicos sobre as credenciais de saúde dos antioxidantes. Para ganhar confiança, as marcas precisam usar aqueles com benefícios específicos que possuem o suporte de pesquisas clínicas.”

E onde há descrença cientifica, há descrença e não-conhecimento do consumidor. A analista de saúde e bem-estar da Euromonitor International, Diana Cowland disse: “Eu acho que muitos estão cientes da palavra ‘polifenol’ e acreditam que ele seja beneficial à saúde, mas poucos tem ideia da função biológica do composto.”

“O pensamento mais comum é que, ‘polifenóis são bons para mim’ mas os consumidores mais preocupados com a saúde sabem que eles são bons para o coração.”

Pobreza de legislação

O termo ‘polifenol’ possui apenas uma lei aprovada nos registros de legislações de saúde da União Europeia – para um extrato de azeite de oliva controlador de colesterol chamado hidroxitirosol. 19 outras foram rejeitadas, incluindo assuntos como frutas vermelhas, mel, cacau, romã, vinho tinto, frutas, chá, maçã e casca de pinho marítimo francês.

Pior ainda, porque a União Europeia considera ‘antioxidante’ uma alegação de saúde implícita, o polifenol pode ser visto da mesma maneira, mas isso pode ficar aberto a interpretações dependendo do estado membro em questão.

Amigos do consumidor?

Esta medida levou a gerente de ingredientes funcionais da Coca-Cola Europa, Michele Kellerhals, a dizer a um congresso na Alemanha em 2010 que o uso de ‘antioxidante’ como um termo de marketing seria substituído por polifenóis. “A indústria construirá o termo polifenóis com o tempo,” ela notou, acrescentando com cautela, “O problema que todos temos agora é como traduzir o que está acontecendo em uma mensagem compreensível para o consumidor.”

Este trabalho pode ser maior e levar mais tempo do que o previsto, especialmente quando as pesquisas continuam a entregar resultados tão variados.

Apesar disso, Brockman se manteve positiva: “Os benefícios de nozes e frutas ricas em antioxidantes para a saúde já tem o apoio de pesquisas clínicas, tornando-os propostas atrativas para marcas de alimentos.”

Cowland observou que a NPD está prosseguindo com uma variedade similar. “Polifenóis estão aparecendo em alguns países como ingredientes funcionais chave em certos grupos de produtos. Entretanto, não há uma abordagem com estrutura suficiente.”

Doces a base de polifenóis, por exemplo, passaram de €42m para €18m entre 2008 e 2013 no Japão, mas cresceram de zero para €3.2m na Coreia do Sul no mesmo período de tempo, de acordo com a Mintel.

Fonte: http://www.nutraingredients.com/Consumer-Trends/Polyphenol-use-rises-69-in-5-years-but-do-people-get-it

Novo tomate é enriquecido com substância que previne doenças degenerativas.

shutterstock_109356128

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) criou um tomate enriquecido com carotenoide licopeno, substância que confere a cor vermelha ao alimento e previne doenças. O licopeno é considerado um dos mais eficazes antioxidantes na precaução de enfermidades degenerativas e cardíacas.

De acordo com dados da Embrapa, enquanto um tomate comum tem de 30 a 40 miligramas de licopeno por quilo, a nova variedade possui 114 miligramas por quilo.
Chamado de BRS zamir, o novo tomate é do tipo cereja e atende o segmento de culinária gourmet pelos balanceados teores de açúcar e acidez. O fruto foi produzido pela Embrapa Hortaliças, em Brasília, e representa uma nova linhagem de tomates nutricionalmente enriquecidos, ao mesmo tempo em que conserva os atributos característicos do segmento “”grape”” (aspecto, paladar e coloração). “

​A demanda por tomates do tipo gourmet tem crescido no Brasil. “O desempenho do BRS zamir, tanto na conservação pós-colheita como na produtividade, comprovado em testes realizados em Goiás e São Paulo, colocam esse híbrido entre os melhores materiais genéticos em termos de desempenho agronômico””, afirma o pesquisador Leonardo Silva Boiteux, coordenador do Programa de Melhoramento de Tomate do Centro de Pesquisa. “Essas características fazem desse tomate um dos mais saborosos dentro do segmento ‘grape’.”

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude