Devemos consumir muitos alimentos “diet”?

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Devemos consumir muitos alimentos "diet"?

Ao contrário do que se acredita, bebidas e alimentos diet podem promover o ganho de peso e servir de gatilho para o diabetes. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Current Biology, quando os produtos são doces demais para as calorias que contêm, eles podem confundir o cérebro e desacelerar o metabolismo.

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Produção de grãos bate record!

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Produção de grãos bate record!

A produção mineira de grãos alcançou volume recorde de 14,1 milhões de toneladas na safra 2016/2017. Com o período de colheita encerrado no mês de junho, o volume confirmado é 19,8% superior à safra passada. A área plantada também registrou crescimento de 2,4%, alcançando 3,4 milhões de hectares.

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Nutrição como Instrumento de Valor para a Indústria Alimentícia.

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QUAIS SERIAM AS PRINCIPAIS VANTAGENS DA FORTIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS? QUAIS SERIAM OS PRINCIPAIS BENEFICIÁRIOS?

A priori, ganham os segmentos que nela apostam, os consumido­res destes produtos e a nação pela formação de “poupança físico­-cognitiva” que se estabelece na população.

A aplicação de vitaminas, minerais e ingredientes funcionais pa­rece estabelecer um dos únicos jogos de ganha-ganha legítimos e sustentáveis, pois os benefícios, a baixíssimos custos, são subs­tanciais ao longo de toda a cadeia. Os micronutrientes fortificam os alimentos e fortificam, também, seus rótulos, o valor percebido dos produtos e o valor do mercado em que estão inseridos. Tudo isso paralelo ao benefício individual transferido à cada consumidor e aos benefícios globais, pela redução dos custos com saúde pú­blica e pelo aumento do potencial de desenvolvimento corpóreo e intelectual dos indivíduos. Não é de hoje que o consumidor demanda e demonstra maior interesse pelos alimen­tos benéficos à sua saúde e de sua família. O senso comum da relação entre alimento e saúde é o fundamento primordial do suces­so de certos produtos e marcas de alimen­tos enriquecidos ou funcionais. Recentes pesquisas sobre o comportamento de com­pra do consumidor apontam para sua pre­ferência por alimentos dotados de alguma funcionalidade.

Os pais, por exemplo, preferem dar ali­mentos fortificados aos seus filhos, ao in­vés de irem à farmácia buscar coquetéis vitamínicos minerais. A turma da melhor idade, por sua vez, procura cada vez mais por alimentos ricos em cálcio, fibras, por nutrientes benéficos à visão e à saúde cardiovascular. Olhe na despensa de um jovem sessentão e você terá comprovado isto numa verdadeira pesquisa de cam­po. Olhe a lancheira da piazada e não se decepcionará, também. Remédio é para uso individual; Comida é pra todos jun­tos; Comida está associada a momentos felizes – comemoração; Remédio, não! Talvez esteja aí um outro forte motivo da preferência pelos alimentos fortificados e funcionais.

A fortificação parece, finalmente, conci­liar alguns interesses de cada agente da cadeia dos alimentos industrializados: A indústria registraria maior demanda e maior valor percebido de seus produtos; O consumidor acessaria micronutrientes e ingredientes funcionais aliados à saú­de, desenvolvimento e bem-estar; a na­ção reduziria gastos com saúde pública.

Não é atoa que organizações como a MIN­TEL, atestam o vigoroso crescimento da fortificação voluntária no mundo. Inter­nacionalmente, a indústria de alimentos percebeu e registrou demandas, opor­tunidades e tendências e não são poucos os exemplos brasileiros. Quem trabalha com criação e inovação não fica esperan­do pela fortificação mandatória (sal e fa­rinhas de trigo e milho, por exemplo) para atender os anseios dos consumidores. O ritmo de quem inova e busca diferencia­ção é outro. Observe quantos alimentos voluntariamente fortificados e funcionais estão à nossa disposição. E cada dia sur­ge mais um sem número de produtos e marcas fortificadas. Os lançamentos de alimentos funcionais na América Latina, por exemplo, triplicou entre 2007 e 2012 e já representam 6% de todos os produto lançados anualmente (Mintel, GNPD We­bminar, 2012).

No Brasil, enquanto o poder público, os setores e a sociedade civil discutem os resultados de uma década do programa de fortificação mandatória de farinhas de trigo e milho, muitas empresas buscam na fortificação voluntária instrumentos para o posicionamento diferenciado de seus produtos, pois não se precisa de lei de obrigatoriedade quando existe perfei­to encaixe entre demanda do consumidor e valor entregue pela indústria de ali­mentos. Arroz e macarrão instantâneo vitaminado, gelatina e refresco fortifica­do, pães e biscoitos com vitaminas e mi­nerais, óleo de soja enriquecido com vita­minas, iogurtes, leites, biscoitos… Agora cada vez mais bem desenhados em re­lação à matriz alimentar e ao buquet nutricional, com foco maior no benefício e não apenas no conteúdo. Como estes, quantos exemplos você não consegue ver entre a gôndola do supermercado e o ar­mário de casa?

Texto: Divanildo Carvalho Junior. Gerente de Tecnologia e Inovação – Granotec do Brasil.

Efeitos do Iogurte sobre o controle do peso e doenças crônicas.

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Há um crescente grupo de evidências ligando o consumo de iogurte com a melhora da saúde, e uma pesquisa adicional para identificar a ligação científica entre o iogurte e potenciais benefícios para a saúde está em andamento, dizem os cientistas. Especialistas internacionais em nutrição reuniram-se na First Global Summit on the Health Effects of  Yogurt (Primeira Conferência sobre os Efeitos Saudáveis do Iogurte) em Boston em 24 de abril de 2013 para apresentar a atual posição da ciência sobre os efeitos saudáveis do iogurte na saúde e identificar as lacunas das pesquisas que precisam ser observadas pela comunidade científica. O iogurte é uma excelente fonte de proteínas e nutrientes essenciais, como cálcio, potássio e magnésio, e também contém bactérias saudáveis (probióticos).

O perfi l nutriente único do iogurte tem estimulado pesquisas sobre seu impacto em diversos temas, como saúde óssea e intestinal, diabetes, controle do peso do corpo, câncer e doenças cardiovasculares. Muito do que é conhecido sobre os potenciais efeitos saudáveis do iogurte provêm de estudos que examinavam o consumo geral de laticínios, incluindo leite e queijo. Poucos estudos se concentraram exclusivamente no iogurte. O consumo de laticínios é associado com uma redução no risco de desenvolver algumas das doenças mais prevalentes da sociedade moderna, incluindo hipertensão, diabetes e câncer. A ingestão do leite fermentado e iogurte, especifi camente, tem sido associada a um risco reduzido de desenvolver câncer de bexiga, um menor risco de ataque e doença cardíaca e diminuição da pressão arterial. Vários estudos também têm demonstrado que o consumo de iogurte pode ajudar no controle do peso. Um estudo prospective sobre três coortes, envolvendo mais de 120.000 adultos americanos mostrou que o consumo de iogurte, frutas, legumes e grãos integrais foram associados com menor ganho de peso ao longo do tempo e o iogurte mostrou estar mais associado a isso. Outro estudo mostrou que o consumo de iogurte está relacionado com menor ganho de peso e menor aumento da circunferência da cintura ao longo do tempo. A First Global Summit on the Health Effects of Yogurt é parte da plurianual Yogurt in Nutrition Initiative (Iniciativa do Iogurte na Nutrição, YINI), uma parceria global entre a American Society for Nutrition (Sociedade Americana de Nutrição), Danone Institute International e Nutrition Society (Sociedade de Nutrição) do Reino Unido para avaliar a atual base de evidências sobre o impacto nutricional do iogurte. Através de conferências científi cas anuais e atividades de apoio, esta iniciativa pretende estimular novas pesquisas e transmitir informações científi cas disponíveis para profissionais da saúde e público. Durante a conferência, especialistas discutiram a necessidade de estudos que examinem os atributos específicos do iogurte à saúde, o papel ideal dos laticínios em uma dieta saudável e o efeito do iogurte em populações específi cas, como jovens e idosos. O Dairy Research Institute (Instituto de Pesquisa sobre Laticínios), localizados nos Estados Unidos, também fez parte desta conferência inaugural.

Fonte: http://www.nutrition.org/yogurt

Quinze fatos que você provavelmente nunca soube sobre vitamina D e exposição solar.

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Com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “Vitamina D – Como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes”

A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer de próstata, , câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso é provavelmente porque é “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde. A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:

1 – A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da  luz solar natural.

2 – Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.

3 – É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.

4 – Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.

5 – Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.

6 – Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros – é a simples deficiência generalizada de luz solar.

7 – Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.

8 – A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.

9 – Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.

10 – A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.

11 – Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.

12 – A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.

13 – A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.

14 – A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!

15 – Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)

Fonte: http://vitaminadbrasil.org/