Alimentos para o coração: como servir saúde à mesa

shutterstock_152305247

Um coração em forma depende de uma alimentação saudável. Estudos comprovam que o órgão é beneficiado por alimentos ricos em fibras e gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas – que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL), um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.

“Mas não é proibido comer nada, basta saber o que faz mal e consumir de forma bastante moderada”, defende dr. Raul Dias Santos, cardiologista e consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein.

Continuar lendo

O que eu vou comer?

shutterstock_73029886

Sabemos que não existe nenhuma “supercomida” que concentre em si todos os nutrientes de que nosso corpo precisa. Como cada grupo de alimentos tem uma função específica, o ideal é construir um cardápio diário que inclua todos os nutrientes indispensáveis para o organismo:

Proteínas: ajudam na formação da massa muscular e do sistema imunológico.

Carboidratos: fornecem energia para o corpo realizar todas as suas funções vitais.

Gorduras: dão uma dose extra de energia, previnem doenças e facilitam a absorção de vitaminas.

Fibras: ajudam na digestão e no controle dos níveis de açúcar e colesterol do sangue.

Vitaminas e minerais: evitam doenças e reforçam as funções de defesa do corpo.

Uma boa dieta inclui esses cinco grupos de nutrientes, mas tem outro ponto importante: é preciso consumir esses itens sempre, mas sem exagero. Seguindo esses preceitos, elegemos um top 5 de alimentos nutritivos e indispensáveis no dia-a-dia: peixe, arroz integral, azeite de oliva, vegetais crus e frutas amarelas. Pode não ser o menu dos sonhos, mas a boa notícia é que ninguém precisa abrir mão de todas as comidas que dão prazer. Afinal, um outro segredo da alimentação saudável é saber combinar bem o que você come, tirando de cada acompanhamento os melhores nutrientes que ele tem. Por exemplo, você é fã de um churrascão? Antes da carne, coma um prato de salada para facilitar a digestão. Depois, escolha carnes não muito gordurosas, não detone na quantidade, acrescente um arroz integral cheio de fibra e pode até atacar uma fruta de sobremesa. O sacrifício não vai ser tão grande e seu corpo vai agradecer!

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br

Benefícios do óleo de coco.

shutterstock_91447619

O óleo de coco é constituído por quase 90% de gorduras saturada, e por isso é um dos melhores, senão o melhor, óleo a ser usado para cozinhar. Sua saturação significa que a estrutura molecular é saturada de hidrogênios, enquanto a das gorduras insaturadas não. E o que significa é que as gorduras saturadas são mais estáveis e difíceis de oxidarem do que as monoinsaturadas e polinsaturadas. A oxidação é um dos processos que gera radicais livres, que se não combatidos por anti-oxidantes geram reações em cadeias que envelhecem e destroem internamente, contribuindo e  inflamações e doenças. É importante saber que todas as gorduras são sensíveis a calor, oxigênio e luz,  e quanto maior a saturação, maior a estabilidade e menor a suscetibilidade a esses fatores oxidativos. E é nesse sentido que o Óleo de Coco se destaca se comparado às gorduras polinsaturadas (óleos de soja, milho e girasol, por exemplo). Por esses fatores, um mito péssimo para a saúde é achar que óleos vegetais são mais saudáveis. Por serem em sua maioria, gorduras polinsaturadas, deviam ficar muito longe do calor, oxigênio e luz. A gordura saturada do Óleo de Coco é constituída de aproximadamente 65% de Ácidos Graxos de  Cadeia Média. Estes são moléculas menores do que as da grande maioria dos óleos vegetais que consumimos, por isso, são facilmente digeridas e absorvidas pelo nosso organismo e fornecem energia rápida e eficiente para nosso corpo sem a necessidade de enzimas pancreáticas. Infelizmente, poucos alimentos possuem essa substância, mas uma forma excelente de obtê-la é através do óleo de coco. Enquanto os ácidos graxos de cadeia longa – grande parte das outras gorduras vegetais – depois de digeridos serão distribuídos pelo corpo e reabastecerão também tecidos de gordura, os do óleo de coco após serem digeridas vão direto para o fígado, para serem transformadas em energia e em condições normais não são estocadas em forma de gordura: viram energia rapidamente. Além disso, o óleo de Coco tem menos calorias do que outras gorduras o que significa que mesmo quando armazenadas, são queimadas mais rapidamente. A mesma quantidade de gordura é por volta de 1\3 menos calórica do que outras gorduras.


Fonte: The Coconut Oil Miracle, de Bruce Fife
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21333271