Leite sintético? Conheça essa novidade!

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Leite sintético? Conheça essa novidade!

Uma start-up da Califórnia promete abrir mais um nicho de mercado. O “leite sintético” que está sendo desenvolvido pela Perfect Day e não é à base nem de arroz, nem de amêndoas nem de avelãs: a empresa garante que a água está por detrás de 98% da sua composição. O resto é um cruzamento entre bioengenheria genética e técnicas ancestrais de fermentação.

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Rótulos deverão informar sobre presença de Lactose

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Rótulos deverão informar sobre a Lactose

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determinou que alimentos industrializados terão de estampar em seus rótulos informações sobre a presença de lactose, principal açúcar presente no leite.

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+Bio no Milk Ideas 2015!

O Milk Ideas 2015 foi sucesso puro! Está acompanhando nossa série de posts? Então lá vai mais um:

Daniel Bezerra Machado 2 - Novozymes_pbO palestrante de hoje é Daniel Machado, da Novozymes

Ok, o mercado de Zero Lactose é bom. Isso eu entendi. Mas como retirar a lactose do leite? Bem, já começa que a lactose não é retirada e sim quebrada por um processo chamado de hidrólise enzimática. Então, tá, quebramos a lactose e agora? Agora temos que analisar o leite para ver se está dentro do padrão esperado.

É aí que entra a Novozymes. A empresa desenvolveu o Lactomonitor, distribuído para as indústrias parceiras, que oferece um método fácil, rápido e bastante preciso para controlar o processo de hidrólise dentro da fábrica. Uma demonstração do equipamento foi feita pelo Daniel Machado durante o Milk Ideas. O teste foi realizado com leite integral e leite zero lactose e todos puderam acompanhar a evolução da análise.

Para as indústrias, que precisavam investir algo em torno de R$ 400 mil em um equipamento sofisticado para fazer praticamente a mesma coisa, o Lactomonitor, eficiente e bastante preciso, a custo zero, foi um presente de Natal antecipado.

Para saber mais sobre equipamentos, clique aqui.

Fonte: Equipe +Bio

+Bio no Milk Ideas 2015!

Tendências e inovações do mercado lácteo? Teve no Milk Ideas 2015.

 

joão paulo ferri_pbO palestrante de hoje é João Paulo Ferri, da Kantar

Com o dinheiro mais curto, mais de um milhão de brasileiros deixaram de fazer refeições fora de casa. Parte desse gasto agora vai diretamente para a compra de alimentos. Olha aí a oportunidade para o setor lácteo apontada por João Paulo Ferri, da Kantar.

Se somarmos que cada vez mais as pessoas cozinham ou lancham em casa ao fato de metade das idas aos pontos de venda incluir na lista de compra produtos lácteos, bem… temos um cálculo bastante favorável ao crescimento da venda de leites e derivados.

E se a tudo isso acrescentarmos a preocupação com saúde, fica ainda mais claro porque no ranking de gastos das famílias a categoria leite e derivados subiu do 12º lugar em 2008 para 3º lugar em 2015.

Aproveitar a oportunidade, essa foi a dica de Ferri.

Fonte: Equipe +Bio

+Bio no Milk Ideas 2015!

A equipe do +Bio participou do Milk Ideas, um fórum sobre inovação e tendências para o setor lácteo.

Na sala, as maiores feras do setor, especialistas que falaram sobre diversos assuntos. Foi uma verdadeira aula de marketing, tecnologia, de evolução do mercado mundial e nacional e antecipação de novos produtos e processos.

Para quem perdeu, vamos fazer uma série de posts resumindo tudo que foi dito.

 

Luiz Serafim_pb
O palestrante do dia é Luiz Serafim,
da 3M

O Head de Marketing da 3M no Brasil, Luiz Serafim, abriu o Milk Ideas explicando como alavancar a inovação nas empresas. E resumiu: inovação são as pessoas.

A 3M entende bem do assunto. Na década de 1920, o seu presidente William Mcknight já dizia “contrate bons funcionários e deixe-os em paz”. Segundo ele, à medida que os negócios crescem é preciso delegar responsabilidades e encorajar iniciativas.

Por causa dessa filosofia, a 3M é considerada uma empresa de intraempreendedores. E exemplo na área de inovação.

E por favor, não confunda pesquisa com inovação. Veja o que diz Serafim: “Pesquisa é transformar dinheiro em conhecimento. Inovação é transformar conhecimento em dinheiro”. Ou seja, se o consumidor não perceber valor em um novo produto, não dá para falar em inovação.

Fonte: Equipe +Bio