O rótulo engordou: agora deve conter informações sobre alergênicos e teor de lactose

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O rótulo engordou: agora deve conter informações sobre alergênicos e teor de lactose

Mal acabou de se adequar à resolução da Anvisa sobre os alergênicos, que entrou em vigor em junho de 2016, a indústria já se prepara para nova alteração nos rótulos dos seus produtos. Em julho foi aprovada uma lei que obriga que os rótulos informem a presença de lactose nos alimentos e bebidas. As indústrias têm 180 dias para cumprir esta nova exigência, que começa a valer em 1º. de janeiro de 2017.

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Qual a diferença de lácteos, lactose e lactase?

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Qual a diferença de lácteos, lactose e lactase?

Quase todo supermercado hoje tem uma seção de produtos sem lactose, pois o termo entrou no glossário das pessoas que gostam de ler e aprender sobre alimentação saudável. Mas, de repente, uma nova palavra passou a ser usada. Nas feiras naturebas, os produtos, agora, são embalado com os dizeres: sem lácteos. Afinal, qual a diferença?

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Leite cru: agora ele pode ser consumido sem preocupação!

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Leite cru: agora ele pode ser consumido sem preocuparão!

A Made by Cow, companhia australiana, desenvolveu uma forma segura para as pessoas apreciarem leite não tratado, sem pasteurização ou homogeneização. A companhia usa um novo método patenteado que foca no manejo do rebanho e nas práticas higiênicas de ordenha de um único rebanho Jersey na costa sul de New South Wales.

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Como responder a quem diz que o leite faz mal

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No mundo de hoje, existem pessoas que toleram a lactose e as que não. Se você está no segundo grupo, não tem opção a não ser restringir os lácteos ou eliminá-los (conforme o grau de intolerância que tiver) para evitar problemas. Mas inclusive se você não tem dificuldade de ingerir leite e derivados, possivelmente acredita que esses alimentos possam causar danos ou prejudicar sua saúde; talvez tenha lido ou ouvido todo tipo de afirmações, muitas delas contraditórias, pois esse líquido branco suscita fortes paixões e fobias entre críticos e partidários. Não há motivo para o temor, como diz Giuseppe Russolillo, presidente da Fundação Espanhola de Dietistas-Nutricionistas: “Os membros da comunidade científica, e os nutricionistas em particular, veem o leite como o alimento biologicamente completo e muito apto para o consumo humano”.1

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Archaeology: The milk revolution – Part 2

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On the basis of studies of growth patterns in bones, LeCHE participant Jean-Denis Vigne, an archaeozoologist at the French National Museum of Natural History in Paris, suggests that dairying in the Middle East may go all the way back to when humans first started domesticating animals there, about 10,500 years ago. That would place it just after the Middle Eastern Neolithic transition — when an economy based on hunter-gathering gave way to one devoted to agriculture. Dairying, says Roz Gillis, also an archaeozoologist at the Paris museum, “may have been one of the reasons why human populations began trapping and keeping ruminants such as cattle, sheep and goats”.

Dairying then expanded in concert with the Neolithic transition, says Gillis, who has looked at bone growth at 150 sites in Europe and Anatolia (modern Turkey). As agriculture spread from Anatolia to northern Europe over roughly two millennia, dairying followed a similar pattern.

On their own, the growth patterns do not say whether the Neolithic transition in Europe happened through evolution or replacement, but cattle bones offer important clues. In a precursor study, Burger and several other LeCHE participants found that domesticated cattle at Neolithic sites in Europe were most closely related to cows from the Middle East, rather than indigenous wild aurochs. This is a strong indication that incoming herders brought their cattle with them, rather than domesticating locally, says Burger. A similar story is emerging from studies of ancient human DNA recovered at a few sites in central Europe, which suggest that Neolithic farmers were not descended from the hunter-gatherers who lived there before.

Taken together, the data help to resolve the origins of the first European farmers. “For a long time, the mainstream of continental European archaeology said Mesolithic hunter-gatherers developed into Neolithic farmers,” says Burger. “We basically showed they were completely different.”

Fonte: Nature