Estudo mostra que proteínas de origem animal são mais saudáveis

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O tipo de proteína consumida é tão importante para uma dieta saudável quanto a quantidade do composto em si. É o que diz uma revisão publicada recentemente na revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolism.

Todos já sabem que alimentos ricos em proteínas ajudam a perder peso, ganhar massa magra e até a afastar o desejo por alimentos calóricos. Entretanto, nem toda proteína é igual e alguns alimentos proteicos podem ser mais saudáveis do que outros.

De acordo com o novo estudo, cada fonte de proteína – do peixe ao amendoim – contém “tipos diferentes” de aminoácidos (os blocos que formam as proteínas). Dos 20 diferentes aminoácidos existentes, nove são essenciais para nosso organismo e só podem ser obtidos por meio de alimentos. A questão é que nem todos os alimentos possuem os nove aminoácidos.

No que diz respeito às proteínas de origem animal (carne, ovos, laticínios), quase todas podem ser consideradas boas, pois são constituídas por todos ou a maioria destes aminoácidos. Entretanto, a maioria dos alimentos de origem vegetal contém apenas uma fração dos aminoácidos essenciais. Isso significa que se sua única fonte de proteínas for vegetal, você pode ter deficiência de certos aminoácidos.

Rajavel Elango, pesquisador de nutrição e metabolismo da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá e coautor do estudo, explica em reportagem do site americano de notícias Huffington Post que, quando ingerimos proteínas a partir de fontes vegetais, é importante ter uma grande variedade de alimentos para garantir a ingestão de todos os aminoácidos necessários.

Além disso, os alimentos trazem vitaminas e minerais junto às proteínas. O que reforça ainda mais a importância em variar o cardápio proteico.

Fonte: Veja Saúde

Proteína está no topo da lista das tendências nutricionais.

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No começo do ano, o The Wall Street Journal descobriu que os consumidores estavam comprando cada vez mais produtos que promovessem o teor proteínas. Essa tendência deverá continuar dominando o consumo de produtos lácteos também.

“A proteína do leite está posicionada positivamente como uma proteína de alta qualidade”, escreveu o Dairy Council of California. “A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) recentemente recomendou um novo método de medir a qualidade das proteínas, que mostra o perfil dos lácteos de forma ainda mais forte”.

A proteína é apenas uma das principais tendências no setor de alimentos em 2013. A cada ano, membros do Conselho de Lácteos da Califórnia identificam as 10 principais tendências de saúde e nutrição que impactarão na indústria de lácteos durante o ano, seja positivamente ou negativamente. Nesse ano, a lista do Conselho inclui:

– A proteína é um importante componente do alimento;

– O diagnóstico de diabetes está aumentando, mas os americanos podem ser proativos na prevenção e controle dessa condição perdendo peso, praticando atividades físicas e ingerindo alimentos saudáveis, como os lácteos, que possam ter um efeito protetor contra a diabetes e outras síndromes metabólicas;

– Os americanos estão cuidando mais de sua saúde à medida que programas de cuidados universais com a saúde e de bem-estar no local de trabalho encorajam melhores escolhas de alimentos e de saúde;

– A epidemia de obesidade está diminuindo, apesar de as doenças relacionadas à obesidade continuarem representando uma crise para a saúde;

– O consumo de leite está caindo, com mais pessoas escolhendo outras bebidas alternativas, como água;

– A sustentabilidade é uma preocupação crescente entre os produtores de alimentos;

– O café da manhã está de volta. Mais americanos estão consumindo café da manhã no começo do dia;

– A imagem saudável dos probióticos está ajudando a direcionar as vendas de iogurtes;

– Transparência e confiança caminham lado a lado à medida que mais americanos estão interessados em saber de onde vem seu alimento e como os animais são tratados;

 

Fonte: http://www.farmpoint.com.br/

Tendências alimentares Brasileiras (parte I).

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O que você busca em sua alimentação? Sabor, qualidade ou a praticidade? Para responder essa dúvida e antecipar as demandas da sociedade, do governo e da iniciativa privada, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e apoio de instituições e colaboradores especiais desenvolveu o projeto Brasil Food Trends 2020 (“Tendências alimentares brasileiras em 2020”), cujo objetivo é a apresentação das principais tendências da alimentação e a análise de seus impactos para as diferentes atividades e setores de alimentos no Brasil.
Para as indústrias atentas aos movimentos do mercado, as tendências como “sensorialidade e prazer”, “saudabilidade e bem-estar”, “conveniência e praticidade”, “confiabilidade e qualidade”, “sustentabilidade e ética” já fazem parte dos seus produtos, por meio de atributos que ofereçam um diferencial de competitividade presente nos processos produtivos, nos ingredientes e nas embalagens.
Estes, influenciados pelos diferentes objetivos e tecnologias existentes, além de determinarem fortemente a competitividade do negócio, hoje também são capazes de, por conta própria, potencializar as vendas por proporcionarem diferenciais relevantes às marcas e produtos. Também abordados neste estudo, o varejo e o setor de food service estão atentos às tendências apresentadas, que, da mesma forma, estão levando a modificações importantes na maneira de se relacionarem com os consumidores. O hábito de monitorar as tendências é atividade permanente em empresas de grande porte. Entretanto, não se pode afirmar o mesmo para parte significativa das micro e pequenas indústrias, daí a contribuição deste trabalho no sentido de sistematizar as variáveis mais relevantes, para subsidiar os projetos de PD&I dessas empresas. Este estudo baseia-se, inicialmente, no levantamento de informações e de pesquisa sobre as macrotendências globais e as tendências relacionadas ao setor de alimentação, para posterior consolidação e análise.

Fonte: http://www.rgnutri.com.br/