Estudo mostra que proteínas de origem animal são mais saudáveis

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O tipo de proteína consumida é tão importante para uma dieta saudável quanto a quantidade do composto em si. É o que diz uma revisão publicada recentemente na revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolism.

Todos já sabem que alimentos ricos em proteínas ajudam a perder peso, ganhar massa magra e até a afastar o desejo por alimentos calóricos. Entretanto, nem toda proteína é igual e alguns alimentos proteicos podem ser mais saudáveis do que outros.

De acordo com o novo estudo, cada fonte de proteína – do peixe ao amendoim – contém “tipos diferentes” de aminoácidos (os blocos que formam as proteínas). Dos 20 diferentes aminoácidos existentes, nove são essenciais para nosso organismo e só podem ser obtidos por meio de alimentos. A questão é que nem todos os alimentos possuem os nove aminoácidos.

No que diz respeito às proteínas de origem animal (carne, ovos, laticínios), quase todas podem ser consideradas boas, pois são constituídas por todos ou a maioria destes aminoácidos. Entretanto, a maioria dos alimentos de origem vegetal contém apenas uma fração dos aminoácidos essenciais. Isso significa que se sua única fonte de proteínas for vegetal, você pode ter deficiência de certos aminoácidos.

Rajavel Elango, pesquisador de nutrição e metabolismo da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá e coautor do estudo, explica em reportagem do site americano de notícias Huffington Post que, quando ingerimos proteínas a partir de fontes vegetais, é importante ter uma grande variedade de alimentos para garantir a ingestão de todos os aminoácidos necessários.

Além disso, os alimentos trazem vitaminas e minerais junto às proteínas. O que reforça ainda mais a importância em variar o cardápio proteico.

Fonte: Veja Saúde

Novos superalimentos listados em 10 previsões para 2014.

Novos superalimentos se apresentam na lista completa das 10 principais tendências de alimentos e bebidas para 2014, liberadas pela empresa de pesquisas Innova Market Insights na exposição Food Ingredients Europe em Frankfurt, Alemanha, em novembro de 2013.

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Top 10 tendências de alimentos e bebidas para 2014

1. Sem desperdício: diminuindo o desperdício de comida.

2. Pode confiar: aumentando a confiança do consumidor.

3. Prazeres simples: tendências retornam ao básico com alimentos mais simples.

4. De olho nos pequenos: inovadores de pequena proporção estão prontos para o desafio.

5. A saúde é mais holística: uma abordagem mais holística no fornecimento de soluções de comidas e bebidas nutritivas para os consumidores.

6. ‘Novos’ superalimentos: interesse renovado nos alimentos funcionais da própria natureza, como a chia.

7. A ascensão do híbrido: categorização de produtos se torna mais desafiadora.

8. O horizonte da proteína: a proteína deve estar presente em lançamentos de novos produtos – particularmente na categoria de laticínios.

9. Novas estratégias de dissimulação: fabricantes devem decidir entre uma abordagem ‘saudável ou desonesta’.

10. Alternativas alternativas: competições para produtos alternativos, como a soja.

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O que são nutrientes?

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Quantas vezes você já leu algo parecido com a frase abaixo?

Uma alimentação saudável deve ser equilibrada e variada, composta de alimentos que forneçam quantidades suficientes de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo.

Várias, não é mesmo? Sempre que o assunto é alimentação saudável algumas palavrinhas sempre aparecem. Já que nem todo mundo sabe o real significado delas, separamos um dicionário da nutrição para você consultar sempre que preciso.

 

Nutrientes: são substâncias químicas que compõe o alimento e que são utilizados pelo corpo. Cada nutriente tem uma determinada função no organismo. Entre essas substâncias estão: 

 

As Proteínas: responsáveis pela construção, manutenção e reconstrução do organismo. Carnes, peixes, aves, ovos, leite e derivados e leguminosas fazem parte desse grupo.

 

Os Carboidratos: Fornecem a maior parte da energia para o corpo em funcionamento. Se dividem em carboidratos simples e complexos. Encontrados no açúcar, farinha, arroz, pães e massas, doces, cereais integrais, milho e frutas.

 

As Gorduras ou Lipídeos: são fonte de energia e atuam como isolante térmico. Elas também ajudam na absorção de algumas vitaminas. São divididas entre:

  • Gorduras Insaturadas – Geralmente encontrada em produtos de origem vegetal. Elas diminuem os índices de colesterol ruim (LDL) e aumentam os níveis de colesterol bom (HDL). Azeite de oliva, óleo de canola, óleo de amendoim, castanhas e nozes são fontes desse tipo de gordura.
  • Gorduras Saturadas – Aumentam o risco de doenças cardiovasculares (do coração). Podem ser encontradas na manteiga, creme de leite, pele de aves e bacon.
  • Gorduras “Trans” – Promovem o aumento do colesterol ruim (LDL) e aumentam os riscos de infarto. Elas são encontradas em bolachas recheadas, bolos confeitados, sorvetes cremosos e pipoca de microondas.

 

Vitaminas e Minerais: regulam as funções do corpo e ajudam no bom funcionamento do organismo. Frutas, verduras, legumes e cereais integrais são fonte desses nutrientes.

 

Fibras :

  • Insolúveis: auxiliam no funcionamento do intestino e estão presentes nas frutas cruas, legumes, verduras e cereais integrais.
  • Solúveis: melhoram o controle dos níveis de glicose e colesterol do sangue. Podemos encontrar na aveia, feijão e maçã.

 Fonte: http://comerbemtdb.com.br/

Alimentação saudável e equilibrada deve ter carboidratos e proteínas.

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Os carboidratos e as proteínas são dois elementos básicos e importantes para a saúde que devem estar presentes no prato todos os dias para manter uma alimentação saudável e equilibrada. Restringir a dieta a apenas um deles ou consumi-los em excesso pode ser perigoso e fazer mal ao organismo, como alertou o endocrinologista Alfredo Halpern no Bem Estar desta quarta-feira (27).

Os carboidratos e as proteínas são dois elementos básicos e importantes para a saúde que devem estar presentes no prato todos os dias para manter uma alimentação saudável e equilibrada. Restringir a dieta a apenas um deles ou consumi-los em excesso pode ser perigoso e fazer mal ao organismo, como alerta o endocrinologista Alfredo Halpern.

Os carboidratos, por exemplo, são fontes primárias de energia e funcionam como combustível para o cérebro, medula, nervos e células vermelhas do sangue, ou seja, mantêm o corpo funcionando. Por isso, a deficiência deles pode trazer riscos para o sistema nervoso central e para o organismo, de maneira geral.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar

Ingerir proteína é essencial na dieta, mas excesso causa riscos à saúde.

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Ingerir proteína é fundamental para manter o corpo funcionando, mas é preciso muito cuidado com o excesso. Algumas pessoas recorrem a dietas restritivas em proteína para perder peso, ganhar massa magra ou melhorar o desempenho da musculação, mas esse excesso pode sobrecarregar o rim, entupir artérias e até mesmo prejudicar o coração, como alerta o endocrinologista Alfredo Halpern.

De acordo com o médico, uma alimentação rica em proteína realmente ajuda a emagrecer em um curto prazo de tempo, principalmente porque faz a pessoa perder muita água. Mas em longo prazo, traz resultados ruins porque a falta de outros elementos, como o carboidrato, pode provocar também falta de energia e fraqueza e até favorecer o ganho de peso, caso a pessoa abandone a dieta.

Isso acontece também com os outros elementos. Por exemplo, uma dieta rica em carboidrato pode aumentar os radicais livres no organismo e, no caso da gordura, a ingestão excessiva pode causar placas na artéria.

Por isso, os médicos recomendam sempre que, para manter uma dieta segura e saudável, estejam presentes no prato todos os grupos alimentares, mas sempre em moderação.

No caso de quem pratica esporte ou musculação, o consumo maior de proteína realmente se faz necessário porque o organismo as utiliza para construir e reparar o tecido muscular, favorecendo o ganho de massa magra. O programa mostrou a história do adolescente Jackson, de 16 anos, que mora em São José dos Campos e recorreu ao consumo de proteína na dieta para ganhar massa magra.

De acordo com a pediatra Ana Escobar, o excesso de proteína para quem quer ganhar massa magra, seja através da alimentação ou também da suplementação – muito comum nas academias -, também pode sobrecarregar os rins da mesma maneira. Fora isso, ingerir uma quantidade exagerada de proteína pode também ser uma medida inútil porque o organismo acaba não aproveitando e eliminando o excesso através da urina.

A médica comentou também sobre o consumo de proteína na infância – a criança deve consumir leite materno e só a partir do 1º ano de idade, o leite integral. Essa medida é importante para evitar danos aos rins que podem ser irreversíveis na vida adulta.

De acordo com o nefrologista Décio Mion, a recomendação é que a pessoa consuma 1 grama de proteína por quilo que pesa. Por exemplo, quem tem 70 kg deve consumir 70 gramas de proteína diariamente. Porém, existem casos atípicos como um churrasco ou um almoço em uma churrascaria que contribuem para os excessos.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar

Proteína está no topo da lista das tendências nutricionais.

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No começo do ano, o The Wall Street Journal descobriu que os consumidores estavam comprando cada vez mais produtos que promovessem o teor proteínas. Essa tendência deverá continuar dominando o consumo de produtos lácteos também.

“A proteína do leite está posicionada positivamente como uma proteína de alta qualidade”, escreveu o Dairy Council of California. “A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) recentemente recomendou um novo método de medir a qualidade das proteínas, que mostra o perfil dos lácteos de forma ainda mais forte”.

A proteína é apenas uma das principais tendências no setor de alimentos em 2013. A cada ano, membros do Conselho de Lácteos da Califórnia identificam as 10 principais tendências de saúde e nutrição que impactarão na indústria de lácteos durante o ano, seja positivamente ou negativamente. Nesse ano, a lista do Conselho inclui:

– A proteína é um importante componente do alimento;

– O diagnóstico de diabetes está aumentando, mas os americanos podem ser proativos na prevenção e controle dessa condição perdendo peso, praticando atividades físicas e ingerindo alimentos saudáveis, como os lácteos, que possam ter um efeito protetor contra a diabetes e outras síndromes metabólicas;

– Os americanos estão cuidando mais de sua saúde à medida que programas de cuidados universais com a saúde e de bem-estar no local de trabalho encorajam melhores escolhas de alimentos e de saúde;

– A epidemia de obesidade está diminuindo, apesar de as doenças relacionadas à obesidade continuarem representando uma crise para a saúde;

– O consumo de leite está caindo, com mais pessoas escolhendo outras bebidas alternativas, como água;

– A sustentabilidade é uma preocupação crescente entre os produtores de alimentos;

– O café da manhã está de volta. Mais americanos estão consumindo café da manhã no começo do dia;

– A imagem saudável dos probióticos está ajudando a direcionar as vendas de iogurtes;

– Transparência e confiança caminham lado a lado à medida que mais americanos estão interessados em saber de onde vem seu alimento e como os animais são tratados;

 

Fonte: http://www.farmpoint.com.br/