Nada de vilão: queijo faz muito bem à saúde

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Queijo não é vilão!

A seus olhos, o queijo não precisa de defesa. No entanto, para aqueles mais conscientes, é preciso bajular um pouco e convencê-los de que comer queijo é bom para a saúde. Mas, que o queijo pode ser amigável com as dietas será uma surpresa pra muitos.

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A demanda global de queijos para pizza pode crescer

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A demanda global de queijos para pizza pode crescer

A indústria de queijo norte-americana está preparada para obter vantagens? A rede de pizzaria Papa John’s International disse recentemente que espera abrir entre 130 e 220 lojas internacionais por ano nos próximos anos.

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Veja quais são os benefícios à saúde e as diferenças entre os queijos

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Comer queijo é sempre uma delícia e existem diversas opções no mercado, com sabores e valores nutricionais diferentes. Segundo a nutricionista Tânia Rodrigues, o queijo é um alimento que pode ser consumido em qualquer hora do dia, em qualquer prato.

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Tudo sobre o colesterol.

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Colesterol é um tipo de gordura encontrada naturalmente no corpo humano e tem várias funções como construção e reparo das células, produção de hormônios sexuais e auxílio na digestão. Vale lembrar que 70% do colesterol é produzido pelo nosso próprio organismo – no fígado – enquanto que os outros 30% vêm da alimentação.

O colesterol só está presente em alimentos de origem animal (carnes, ovos, leite e derivados, frutos do mar, etc.). Existem dois tipos principais de colesterol: o bom (HDL) e o mau (LDL). O LDL transporta o colesterol do fígado para as células. Se estiver elevado, acumula-se nas paredes das artérias, impedindo a passagem do sangue. Para um coração saudável, devemos manter o nível do LDL baixo. Já o HDL transporta o colesterol até o fígado onde posteriormente é eliminado. Funciona como um sistema de limpeza nas artérias. O HDL ajuda a manter a saúde do coração e o melhor é manter seu nível alto por meio do consumo de gorduras poli-insaturadas, presentes em óleos vegetais como azeite, óleo de milho e seus derivados, como creme vegetal e ao praticar atividades físicas regularmente.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser: colesterol total: abaixo de 200 mg/dL; bom colesterol (HDL) acima de 45 mg/dL e mau colesterol (LDL) abaixo de 130 mg/dL.

O excesso de colesterol que não for eliminado pelo fígado é depositado na parede das artérias, formando placas de gordura que podem “entupir” essas artérias e dificultar a passagem do sangue, aumentando o risco de infarto e derrame. Para reduzir a ingestão de colesterol, diminua o consumo de vísceras (fígado, miolo, miúdos), leite integral e seus derivados (queijo, manteiga, creme de leite), biscoitos amanteigados, croissants, folhados, sorvetes cremosos, embutidos (salsicha, linguiça, bacon, torresmo, banha de porco), frios (presunto, salame, mortadela), pele de aves, frutos do mar (camarão, ostra, marisco, polvo, lagosta). O colesterol alto pode ser modificado e controlado com alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.

Fonte: http://www.ameocoracao.com.br/