Por que o brasileiro consome suplementos alimentares?

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Por que o brasileiro compra suplementos alimentares?

Todos gostamos de cuidar da saúde! Sabemos como é importante uma alimentação saudável, mas em alguns casos só isso não é o suficiente. Suplementos alimentares e alimentos fortificados são uma realidade presente no nosso dia a dia.

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Dinamarqueses apoiam suplementos alimentares (mesmo que seu governo não faça o mesmo).

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Apesar de dietas saudáveis e falta de apoio do governo, o uso de suplementos alimentares na Dinamarca está entre os mais altos na Europa,  concluiu o Danish Food Institute (NFI) após pesquisa.

No estudo de dois anos que entrevistou 4.000 pessoas, de crianças a pensionistas, impressionantes 60% de crianças de 4 a 9 anos recebem suplementos multivitamínicos dos pais e 50% em idades entre 10 e 17 anos.

Ômega-3, cálcio e vitamina D estimam 19%, 10% e 8% do total do consumo de suplementos alimentares por todas as idades.

O NFI, parte da Universidade Técnica da Dinamarca, notou o alto índice de uso apesar de a Danish Veterinary and Food Administration (DVFA) recomendar que apenas bebês, pessoas de pele escura, mulheres que pretendem engravidar e pessoas acima de 70 anos devem considerar suplementação.

A pesquisa descobriu que mais mulheres (71%) do que homens (57%) usam multivitaminas e suplementos minerais. E também, mais mulheres do que homens tomam dois ou mais suplementos.

“O uso de suplementos alimentares é muito difundido na população dinamarquesa, mesmo que a grande maioria dos cidadãos consigam as vitaminas e minerais que precisam através de sua alimentação,” diz o NFI.

Ele o efeito da educação no consumo de suplementos.

“Em outros países, uma associação foi encontrada entre o consumo de suplementos alimentares e o nível de educação das pessoas. Entretanto, de acordo com a pesquisa do NFI, é apenas entre os homens dinamarqueses que o consumo aumenta conforme o nível de educação. As diferenças de consumo entre homens e mulheres então se torna menor conforme o grau de educação.”

Também foi descoberto que o uso de multivitaminas e suplementos minerais alcança seu auge no inverno.

“Isso pode se dar porque as pessoas não acreditam que eles comem frutas e vegetais o suficiente durante os meses de inverno, e por isso tentam se prevenir usando suplementos.”

Fonte:  http://www.nutraingredients.com/Consumer-Trends/Danes-back-food-supplements-even-if-their-government-does-not

A sedução das vitaminas.

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Entre as cápsulas para ganhar músculos, suplementos vitamínicos que prometem saúde e vitalidade, antioxidantes contra o envelhecimento, dietas de eliminar esse ou aquele alimento e tantas outras ilusões, o problema é ainda mais grave. As empresas não têm a obrigação de comprovar a eficácia e a segurança de nada. Colocam apelos irresistíveis nos rótulos, contratam uma celebridade e pumba! Se o consumidor se der mal, azar o dele.

Isso não acontece só no Brasil. Metade dos americanos usa algum tipo de vitamina, suplemento alimentar ou qualquer outra forma de medicina alternativa. É uma indústria de US$ 34 bilhões por ano. Até a indústria farmacêutica tradicional (a Big Pharma) está entrando nesse mercado. Em 2012, a Pfizer comprou a Alacer Corporation, um dos maiores fabricantes de megavitaminas nos EUA.

Os novos produtos e as novas promessas da chamada medicina alternativa são anunciadas por celebridades e rapidamente viram febres de consumo. Geram livros, programas de TV, capas de revista. Num piscar de olhos e em milhares de “likes” de Facebook, ganham o mundo.

Muitos brasileiros conhecem e adoram celebridades da TV americana como os médicos Deepak Chopra, Mehmet Oz e Andrew Weil, três ícones da chamada “medicina alternativa”. Eles e tantos outros promovem técnicas, terapias, dietas e alimentos cujos benefícios para a saúde nunca foram comprovados segundo os melhores padrões de evidência científica.

Um dos maiores críticos do comportamento das celebridades em relação aos produtos de saúde e da falta de comprovação científica da medicina alternativa é Paul A. Offit, professor de pediatria da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Offit é um cientista premiado que, entre outras realizações, ajudou a desenvolver uma vacina contra o rotavírus, microorganismo que causa diarreia e mata 450 mil crianças no mundo a cada ano.

Offit é também um ótimo divulgador da ciência. Lançado em julho nos Estados Unidos e ainda sem editora no Brasil, seu novo livro (Do you believe in magic? The sense and nonsense and nonsense of alternative medicine) tenta explicar as razões da popularidade de vitaminas e outros produtos ditos “alternativos”.

Para Offit, a resposta é simples: os médicos são percebidos como pessoas autoritárias e pouco atenciosas que só sabem receitar remédios sintéticos com efeitos colaterais intoleráveis. A maioria de nós já sentiu isso, não é mesmo?

Enquanto os médicos provocam esse tipo de reação negativa, as pessoas que vendem práticas alternativas oferecem remédios naturais em vez dos artificiais, conforto em vez de distância e atenção individual em vez de “pegue uma senha e aguarde a vez de ser mal atendido”. É um apelo irresistível…

O resultado de muitas terapias convencionais é desapontador, mas isso não deveria ser razão para aceitarmos sem o menor senso crítico toda e qualquer prática alternativa. Toda terapia (convencional, alternativa ou qualquer outra) deveria ser submetida aos mesmos padrões de avaliação.

“Não existe medicina convencional, alternativa, complementar, integrativa ou holística. Existe medicina que funciona e medicina que não funciona”, diz Offit. A melhor forma de descobrir em qual das duas categorias um produto ou uma prática se enquadra é submetê-lo a estudos rigorosos e avaliar cuidadosamente as evidências científicas já publicadas sobre ele.

OK, ninguém espera que cada paciente entre numa base de dados científicos, leia os artigos com olho de lince e decida racionalmente se deve ou não acreditar na alegação de determinado produto. Offit fez esse trabalho e eu resumi os resultados para você, leitor querido.

Depois de reunir as evidências científicas disponíveis, ele chegou a uma conclusão assustadora: dos 51 mil suplementos vendidos nos EUA, apenas quatro tiveram benefícios inegavelmente demonstrados. São eles:

* ômega-3 reduz o risco de doenças cardiovasculares

* cálcio e vitamina D ajudam a prevenir osteoporose depois da menopausa

* acido fólico consumido na gravidez prevenir defeitos de desenvolvimento no feto

Por causa de uma lei de 1994, a agência que controla medicamentos e alimentos nos Estados Unidos (FDA) não pode exigir que vitaminas e suplementos sejam testados antes de serem vendidos. Às vezes eles são testados depois de chegarem ao mercado. Quem faz o trabalho é o National Center for Complementary and Alternative Medicine (NCCAM), um braço do instituto nacional de saúde do governo americano.

Se os pesquisadores financiados pelo NCCAM descobrem que os suplementos não funcionam ou fazem mal à saúde, eles publicam os resultados nos periódicos científicos. Não há recall. Não há mudança nos rótulos. Não há alerta da FDA. Se as pessoas não leem artigos científicos, elas não vão saber que as alegações das embalagens são falsas ou induzem a erro.

Desde 1999, quando foi criado, o NCCAM torrou US$ 1,6 bilhão estudando terapias alternativas. O resumo dos gastos e das conclusões:

US$ 374 mil para descobrir que inalar essência de limão e lavanda não cura feridas.

US$ 390 mil para descobrir que remédios usados ancestralmente na Índia não controlam o diabetes tipo 2.

US$ 446 mil para descobrir que colchões magnéticos não tratam artrite.

US$ 283 mil para descobrir que imãs não tratam enxaqueca.

US$ 406 mil para descobrir que lavagens intestinais com café não curam câncer de pâncreas.

US$ 1,8 milhão para provar que orações não curam aids, nem tumores cerebrais, nem tornam mais rápida a recuperação depois da cirurgia de reconstrução de mama.

Recentemente, o NCCAM abandonou o estudo dessas práticas e decidiu usar os recursos para avaliar os suplementos alimentares.

Fonte: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/cristiane-segatto/noticia/2013/08/seducao-das-bvitaminasb.html

Açúcares, Sal e suplementos: desvendando a ciência – Parte 3.

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Já teve problemas tentando acompanhar os “certos e errados” do consumo de sódio, açúcar, vitaminas e outros suplementos? Você não está sozinho. Neste painel, apresentado pelo Fórum da Escola de Saúde Pública de Harvard e colaboração com o Huffington Post, experts da Harvard explicam as considerações mais recentes sobre nutrição e da dicas de o que os consumidores podem fazer para melhorar suas dietas. O painel também comenta alguns aspectos de políticas americanas que ajudam os cidadãos do país a consumirem refeições mais saudáveis e acessíveis.
Clique na imagem e confira o vídeo, ou acompanhe a transcrição abaixo.

O assunto é suplementos, a área de expertise de JoAnn Manson. Eles mostram outro vídeo, sobre as recomendações de multivitamínicos, em relação à prevenção de câncer e doenças do coração. Para um terço dos americanos, o ato de tomar pílulas e mais pílulas de suplementos e vitaminas é um ritual diário, e os motivos de uso são tão diferentes quanto as pessoas que os usam. Estudos sugerem que, se você estiver tomando os comprimidos para se prevenir dessas duas doenças, você pode não estar recebendo o que pagou. Kirsten Bibbins-Domingo, PhD e professora na Escola de Medicina da UCSF, diz que, se seu objetivo era evitar câncer e doenças do coração, ainda não existiam provas suficientes contra ou a favor de que esses remédios ajudem. Agora, novos estudos revelam que vitamina E e Betacaroteno não fazem nada para prevenir essas doenças; ao contrario, o Betacaroteno na verdade aumenta o risco de câncer de pulmão em fumantes. Os representantes da indústria vitamínica dizem que muitos americanos consomem seus produtos não para a prevenção de doenças, e sim para conseguir os nutrientes que não estão encontrando em suas dietas. O Dr. Duffy McKay, do Conselho de Nutrição Responsável, defende essa prática, dizendo que multivitamínicos conseguem preencher esses vazios e prover todos os nutrientes essenciais de que precisamos. Mas especialistas alertam que as pessoas devem consultar seus médicos para saber quais suplementos elas podem, e se devem, tomar.

Amanda questiona essa afirmação, e JoAnn responde que multivitamínicos nunca serão capazes de substituir os nutrientes que uma pessoa tira de uma dieta balanceada. Na verdade, são poucas as pessoas que realmente precisam tomar esses suplementos; a parcela de pessoas que se beneficiam com seu consumo é muito pequena, seja porque suas dietas são pobres, ou seu corpo não absorve bem as vitaminas, ou que precise de algum tipo específico, como vitamina D. Mas a noção de certeza de que multivitamínicos não ajudam na prevenção de câncer e doenças cardiovasculares é meio errônea, pois existe apena um teste de grande escala, apenas em homens, com multivitamínicos, que são em torno de 20 vitaminas e minerais. Na verdade, encontraram neste teste um valor estatístico de 8% de redução de câncer, e 18% em grupos com idade avançada, de 79 anos para cima. E isso apenas entre os médicos, que possuem uma dieta mais equilibrada. Então o debate ainda está aberto, é grande o interesse em fazer mais testes, especialmente com mulheres e grupos de estudo mais significativos, para descobrir o papel do multivitamínico, nessa prevenção. Outro teste está nos planos, que verificará o efeito dos suplementos em grupos de mulheres e homens, com idades mais avançadas, com a dieta típica americana. Chan pergunta sobre a vitamina D e o cálcio, se é conhecido seu benefício, e a quem ela beneficia. Manson diz que, quando se trata de cálcio e vitamina D, mais não é necessariamente melhor. Existe uma crença de quanto mais dessas vitaminas e suplementos você tomar, mais saudável será, com a mentalidade de que se a dose indicada é boa contra alguns problemas, uma dose maior será boa para todas as doenças crônicas desse século.

Mas não é bem assim, há pouquíssimas evidências que apoiam essa ideia; na verdade, há muito que não se sabe sobre o equilíbrio, os bens e os males, de tomar doses mais altas de suplementos vitamínicos. É importante reforçar que é preciso ter um acompanhamento no uso desses produtos, pois o que se observar é que em quase todos os casos de dosagens exageradas não só não houve benefício, como também tiveram riscos. Então o que aparece no vídeo sobre o betacaroteno aumentar o risco de câncer em fumantes, e a vitamina E estar associado a distúrbios sanguíneos e aumento no risco de câncer de próstata, é que realmente não é certo que tomar doses muito além daquelas de uma dieta balanceada será bom para você e sua saúde. Em relação a suplementos, o conselho de JoAnn é para ter cautela, pois poucos dos produtos que estão no mercado foram bem testados, e os testes que foram feitos mostraram que nem sempre os benefícios superam os riscos. Claro que, se você tem uma dieta deficiente em cálcio, por exemplo, por qualquer motivo, ou se toma algum medicamento que inibe a absorção de alguma vitamina, pode complementar sua alimentação, porém sem exageros. Óleos de peixe, como ômega 3 também entram nessa lista, então ela reforça, procure um nutricionista ou outro profissional qualificado para a prescrição.

O professor Frank Hu sugere que, então para a população mais vulnerável, crianças, ou também vegetarianos, que não consomem produtos animais, o complemento vitamínico seria uma consideração importante. Mais uma vez, JoAnn diz que sim, crianças, grávidas e idosos realmente podem se beneficiar de algumas vitaminas que podem estar faltando em seus organismos, mas que a cautela deve ser constante e que é preciso orientação medica para isso. O professor Dariush Mozaffarian defende os óleos de peixe dizendo que existem testes que comprovam sua eficácia, e que entre todas as opções, eles são os que menos tem consequências quanto a superdosagem, mas Manson rebate dizendo que também tem os muitos outros testes que não comprovam. Se você não come peixe ou gorduras saudáveis, pode até complementar sua ingestão de ômega 3 com capsulas de óleos de peixe, mas existe a possibilidade de não funcionar contra doenças cardiovasculares, provavelmente por causa do uso de outros medicamentos que podem inibir sua ação.

Fonte: http://www.hsph.harvard.edu/nutritionsource/2014/03/24/sugar-salt-and-supplements-sorting-out-the-science/

Mercado de produtos light e suplementos cresce cinco vezes.

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A venda de produtos naturais para finalidades específicas, como perda de peso ou ganho de massa muscular é um mercado em forte expansão. No ano passado, o setor faturou US$ 10 bilhões no País, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e Especiais (Abiad).
No Amazonas, o número de lojas mais que quintuplicou nos últimos três anos, aponta levantamento da Junta Comercial do Estado do Amazonas (Jucea).
Apesar da popularização deste tipo de produto, os preços ainda são pouco acessíveis para o grande público, com custo mensal entre R$ 120 a R$ 1,5 mil, e é preciso lembrar que nenhum deles opera milagres.

O segmento oferece desde alimentos light e diet, a suplementos que visam melhorar o desempenho metabólico.
Nos últimos três anos, os índices de crescimento deste mercado vem atingindo médias 100% superiores às alcançadas pelo segmento de alimentos convencionais e a tendência é expandir à medida que aumenta a consciência da população quanto a importância de manter uma vida equilibrada.

No Amazonas, o mercado está em franca expansão. Conforme dados da Jucea, o número de abertura de novas empresas neste segmento passou de 323, em 2009, para 1.413, em 2012, e desde então mantém a média de aberturas acima de 1,1 mil novas lojas ao ano.
Na comparação dos últimos três anos, com os três anos anteriores, o crescimento foi de 461%, passando de 712 lojas, no triênio que vai de 2007 a 2009, para 3.997 novas lojas no triênio seguinte.

Novos hábitos

Segundo a nutricionista Myrian Abecassis Faber, o aumento no consumo deste tipo de produto está relacionado a mudança na rotina moderna, onde as pessoas tem cada vez menos tempo para se exercitar e se alimentar de forma balanceada. “As pessoas não conseguem mais se exercitar e isso contribui para a obesidade. Então ela tem que ter uma alimentação saudável para chegar a um equilíbrio”.

Quem procura este tipo de produto por modismo acaba desmotivado rapidamente, especialmente por causa dos preços.
Um kit inicial para emagrecimento, por exemplo, com termogênico, para queima de gordura, e glutamina, para manutenção de massa muscular, custa em média R$ 300, para um mês de uso. Mas a duração do tratamento e os resultados obtidos depende da predisposição genética de cada um.
Os suplementos de proteína, conhecidos como pós-treino é um dos produtos mais populares entre praticantes de musculação. O preço varia de R$ 120 a R$ 300 o pacote de um quilo, que pode durar de duas semanas a um mês.
O policial Alexandre Garrido utiliza suplementos para complementar o treinamento desde os 17 anos. Hoje, com 39, Garrido afirma que a expansão do mercado fez com que os produtos ficassem mais acessíveis. Para ele, mesmo com o alto custo, o gasto mensal chega a R$ 1 mil. “Tenho mais disposição, ganho de massa magra, aliada a perda de gordura. Você gasta, mas os resultados são muito bons”.

Produtos são usados para vida saudável

Os suplementos e alimentos direcionados são aliados para um estilo de vida saudável, mas não fazem milagres. O atendente Henrique Lira conta que tem que lidar com a ilusão de resultados imediatos todos os dias. “As vezes as pessoas vem até nós achando que vão emagrecer ou ganhar massa de um dia para o outro, mas os produtos fazem 60% do trabalho, os outros 40% vem do esforço de cada um”, diz.

“Esses produtos são vendidos de forma ilegal, sem o pagamento de impostos, uma concorrência desleal. Além disso, em estabelecimentos regulares nós atendemos as especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), enquanto que nestes sites são vendidos produtos proibidos e até anabolizantes, o oposto de uma vida saudável”, observa.

Os suplementos e vitaminas servem como aliados na alimentação de atletas de alto rendimento e são fabricados com compostos naturais, como proteínas isoladas de leite, soja e carne, guaraná e cafeína. Já os anabolizantes são baseados em hormônios esteróides sintetizados, que promovem um crescimento celular localizado e artificial. Além disso, esteróides podem causar acne, pressão alta, alterações no coração, impotência sexual e levar a morte. A venda de esteroides para crescimento muscular estético é proibida no País.

“Fazemos um trabalho forte com nossos clientes para diferenciar uma coisa da outra e quando aparece alguém interessado neste tipo de produto, tentamos fazer com que ele mude de ideia e opte por uma alternativa saudável”, conta.

Especialistas alertam sobre as dosagens

De acordo com a nutricionista Myrian Abecassis Faber, os alimentos naturais podem ser bons aliados para um estilo de vida mais saudável, mas com algumas ressalvas. “A diferença entre o remédio e veneno é a dosagem. As pessoas buscam como se fosse uma resposta imediata, mas devemos ter a consciência de que elas não existem. Tudo para ter um resultado duradouro precisa ser sistematizado”, afirma.

A nutricionista recomenda que, antes de sair comprando produtos, o interessado consulte um especialista. Myrian lembra, ainda, que os alimentos não substituem a necessidade de se fazer exercícios. O uso errado ou em excesso deste tipo de alimento pode trazer riscos à saúde, tais como ganho repentino de peso, aumento de pressão sanguínea e até falência renal.

Fonte: http://www.revista-fi.com/