Fatores que irão influenciar o mercado de snacks

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Fatores que irão influenciar o mercado de snacks-ala

Segundo pesquisas da Mintel, o ano de 2015 fechou com alta de 10,67% na inflação oficial, a maior dos últimos 13 anos segundo o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, influenciada principalmente pelos setores de energia e combustível.

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FDA anuncia fim das gorduras trans na indústria de alimentos.

A Administração para Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos anunciou que vai exigir da indústria de alimentos a eliminação gradual de todas as gorduras trans, porque são uma ameaça à saúde das pessoas . A comissária Margaret Hamburg disse que a medida poder evitar 20 mil ataques cardíacos por ano e 7 mil mortes. A funcionária da FDA disse que embora a quantidade de gorduras trans na dieta do país tenha diminuído drasticamente na última década , “continuam a ser uma área de significativa preocupação de saúde pública”. As gorduras trans têm sido muito criticada por nutricionistas e foi banida em estados como Nova York e outros. A agência ainda não estabeleceu um cronograma para a eliminação, mas vai recolher comentários por dois meses antes de determinar quanto tempo isso vai demorar. Alimentos diferentes podem ter diferentes prazos, dependendo da dificuldade de substituição.

Fonte: http://www.revista-fi.com/

Pistache combate o estresse, aponta pesquisa.

Pesquisa norte-americana revela que uma dieta saudável e rica em pistaches reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca em situações estressantes.

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De acordo com os pesquisadores da Pennsylvania State University, nos Estados Unidos, o pistache pode trazer vários benefícios para a saúde. Além de ser rico em fibras, que ajudam a melhorar o funcionamento intestinal e a obesidade, ele reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca em situações estressantes.

A pesquisa foi realizada com adultos não fumantes, que seguiram dietas de baixa caloria e diferentes quantidades de pistache. Os resultados indicaram que os participantes com dietas que incluíam o pistache apresentaram reduções na pressão arterial, resistência vascular periférica e frequência cardíaca em situações de estresse profundo.

Para Penny M. Kris-Etherton, autora da pesquisa, os resultados são muito promissores, pois mostram que os pistaches também têm efeitos benéficos para as doenças cardiovasculares. A pesquisadora afirma ainda que este estudo mostra que os alimentos que comemos afetam diretamente nas respostas fisiológicas ao estresse.

Fonte: http://www.universia.com.br/

É possível reduzir o Sódio dos alimentos?

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No começo do mês a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) e o Ministério da Saúde assinaram mais um acordo para reduzir o sódio em alimentos como requeijão cremoso, queijo muçarela, sopa instantânea, hambúrguer, mortadela mantida sob refrigeração e salsicha. Este é o quarto acordo firmado desde 2011. Nos anteriores foram estabelecidos a redução de sódio em vários tipos de produtos. Estatísticas do governo revelam que, desde 2011, cerca de 11,3 mil toneladas de sódio já foram retiradas dos alimentos que compõem a lista estabelecidas pelos acordos. Até 2020, a previsão é que 28,5 mil toneladas de sódio deixarão de ser adicionadas, por isso a restrição se estendeu a outros alimentos, entre eles o requeijão cremoso, que deverá ter 541mg em 100 gramas – atualmente a quantidade é de 587mg, e queijo muçarela, que passará a ter 512mg em 100 gramas, contra os 559mg de hoje. O mesmo irá valer para a sopa instantânea, linguiça, mortadela, salsicha, empanados, hambúrguer e presunto. “Essa redução muito provavelmente não vai alterar o sabor dos alimentos. O sal é importante na conservação do alimento, nem sempre é usado para deixá-lo mais salgado. Alimentos como o queijo parmesão e os embutidos são muito ricos em sódio e não são necessariamente salgados”, comenta a professora Annie Bello, nutricionista pesquisadora do Instituto Nacional de Cardiologia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de sódio não deve ultrapassar 2 gramas por dia ou 2000mg, o equivalente a uma colher de chá ou 5 gramas de sal. A Dra. Annie lembra que o sal que adicionamos no preparo dos alimentos e depois de pronto contribui e muito para a nossa ingestão diária de sódio. “Uma forma de identificar o ingrediente é olhar na tabela de informação nutricional presente no rótulo. Existem alimentos processados que contem 2 gramas do conservante, mas procure ficar longe dos que ultrapassam essa quantidade”, orienta a especialista. A medida adotada pelo governo também ajudará no melhor controle da pressão alta, uma vez que a alta ingestão de sal aumenta a pressão do sangue e leva a problemas no coração, como infarto e derrame. Por serem doenças que, normalmente, não geram dor e são silenciosas, uma forma de prevenir é aferir a pressão periodicamente. Em entrevista ao Site do G1, Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos (ABIA), disse que a redução de sódio será possível por conta do prazo que as indústrias terão para pesquisar outras substâncias para conservação dos alimentos sem perda de sabor. Ao mesmo tempo, diz que a busca por uma substituição não será fácil. Redução de sódio em casa A nutricionista Lia Buschinelli, do Instituto Paulista de Cancerologia, pensa que cada indústria deverá seguir a recomendação de um jeito, o que torna difícil prever de antemão as possíveis substâncias que serão usadas no lugar do sódio. “A maioria dos alimentos industrializados já vem com sal adicionado na sua composição, por isso é difícil reduzir o sódio contido”, comenta. No entanto, a especialista cita algumas medidas podem auxiliar a reduzir o seu teor em alguns alimentos:
Ferver a linguiça antes de prepará-la ajuda tanto a reduzir o teor de sódio como o de gordura. Para isso, faça furos com um garfo na superfície da linguiça, coloque em uma panela com água fervente e deixe por cinco minutos. Despreze a água e prepare-a preferencialmente no forno, sem acrescentar sal ou temperos industrializados, para não aumentar a quantidade de sódio.
Se utilizar enlatados, como milho, ervilha e seleta de legumes, despreze a água que vem na lata e deixar os alimentos de molho em água fresca por cerca de 15 minutos, trocando a água pelo menos uma vez antes de consumir ou utilizar em alguma receita.
Troque a lata de molho de tomate pela lata de tomate pelado. Apesar de ser enlatado, o tomate pelado não contém sódio.
Troque a ervilha em lata pela ervilha seca, que não contém sódio, ou pela congelada, que possui menor teor de sódio.
Troque o milho em lata pelo milho in natura ou embalado à vácuo, que são isentos de sódio. Algumas marcas de queijo branco e de creme de ricota possuem a versão light com menor teor de sódio (e não necessariamente com menos gorduras ou calorias). Então compare os rótulos das duas versões antes de comprá-los, e dê preferência ao produto com menor teor de sódio por porção.
A bolacha tipo “água” contém menos sódio do que a tipo “água e sal” ou “cream cracker”. Portanto, também vale a pena fazer a troca. Segundo Dra. Annie outra opção é consumir alimentos que sofreram menos processamento como as frutas, legumes e verduras. Lembrando que essa prática deve ser mantida mesmo depois da redução do teor de sódio. “Alimentos processados, além de serem ricos em sódio, contêm conservantes, edulcorantes entre outras substâncias artificiais que devem ser evitadas sempre.” Para temperar, uma opção é preparar um sal com ervas, ou seja, misturando um pouco de sal com uma parte de ervas aromáticas como alecrim ou manjericão ou orégano. “Na alta gastronomia o sal não está presente para salgar e sim para integrar o sabor e realçar os sabores das ervas do prato”, diz a nutricionista. Você pode ainda utilizar páprica, pimenta vermelha, pimenta do reino, alecrim, manjerona, gengibre, cebola, alho e vinagre de vinho. Tomate, pimentão, cebolinha vede, mostarda em pó entre outros também ajudam a dar sabor. Dra. Lia completa: “O sal light pode ser usado no lugar do sal comum, pois parte do sódio é substituído por potássio. Porém, pessoas com doenças renais, que têm restrição de potássio na dieta, não devem utilizar o sal light.”

 

Fonte: http://www.revista-fi.com

Fábrica cria cereais com sabores de Açaí e Cupuaçu e conquista exterior.

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Uma fábrica de alimentos criou um novo cereal com sabor de açaí. O alimento agradou aos consumidores e agora já está sendo exportado. A empresa levou três anos para desenvolver o cereal e lançar no mercado. Para isso participou de um programa de inovação. A empresária Ana Tovazzi investiu no cereal matinal com sabor de açaí. O alimento é nutritivo e rico em fibras. “O açaí é um produto nosso, 100% brasileiro, uma fruta incomparável no aspecto energético, com teor de antioxidante muito elevado, então é uma fruta que se destaca mundialmente”, diz a empresária Ana Tovazi. O alimento é produzido em uma incubadora de empresas na cidade de Mauá, no ABC paulista. A base do alimento são flocos de maçã desidratada. Os pedacinhos vão para um misturador junto com o pó de açaí. Após 40 minutos, os flocos de maçã ficam cobertos de açaí e vão para a estufa. A empresária Ana Tovazzi teve apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para começar o negócio. Em 2009, ela participou do Sebraetec, um programa que oferece subsídios para o micro e pequeno empresário investir em tecnologia e inovação. O Sebrae pode arcar com até 80% dos custos dos projetos. “O Sebraetc é um programa que nós temos onde o empresário tem acesso à parte tecnológica de algumas coisas, como desenvolvimento de designer, redução de energia, economia de alguns processos, mudança de layout, então como o Sebrae não tem essa parte técnica, nós fazemos parcerias com algumas outras entidades, empresas, para eles estarem fazendo esse processo”, diz Paula Bravaliere, do Sebrae em São Paulo. A empresária criou o produto e o Instituto de Tecnologia de Alimentos, em parceria com o Sebrae. Desenvolveu a técnica para produção do cereal de açaí em larga escala. A empresária só começou a comercialização em 2011, após ter investido R$ 700 mil em pesquisas, estrutura e equipamentos. O faturamento mensal do negócio é de R$ 150 mil. “É um produto em linha, com isso, é 100% natural, não tem corante, não tem aditivo, a gente faz o processo de forma a potencializar os componentes nutritivos da fruta, então isso é uma preocupação que a gente teve desde o começo”, afirmou a empresária. No exterior O açaí crocante está rodando o mundo. O produto já é comercializado na França e nos Estados Unidos. A empresa quer aproveitar a fama internacional da fruta e chegar em pelo menos cinco outros países nos próximos quatro anos. A embalagem do cereal que vai para o mercado externo é diferente da comercializada em território nacional. O rótulo é mais sóbrio e segue padrões internacionais. “Um dos requisitos é que você tenha um produto atrativo. Então o designer, ele inova o seu produto, ele faz com que ele se torne atraente ao mercado”, diz Ana. E para exportar é preciso ficar atento às certificações exigidas pelos mercados estrangeiros. “A gente está implantando uma norma que é reconhecida internacionalmente, e essa norma é a que garante a segurança do produto. Então essa norma envolve tanto as instalações, equipamentos, funcionários, uniforme e a segurança do produto final”, diz a engenheira de Alimentos, Tatiana Leitão. Cupuaçu A empresa tem capacidade para produzir até seis toneladas de cereal de açaí por mês. Mas por enquanto só fabrica uma tonelada e meia. E mesmo assim, metade da produção já é exportada. E a empresária Ana Tovazi aposta, também, em outras receitas com frutas típicas do Brasil para conquistar o mercado externo. Além do açaí, a empresa tem um cereal sabor cupuaçu, outra fruta originária da região amazônica. Aqui no país, o produto é encontrado em redes de supermercados e lojas de alimentos naturais. Pode ser consumido com iogurte, frutas ou até mesmo puro. E para atender aos exigentes mercados interno e externo, a qualidade é fundamental. “Hoje em dia, o cliente está sentindo a necessidade de produtos bons para a saúde. Então, essa necessidade faz a gente correr atrás de produtos naturais, sem glúten, sem lactose, zero, sem sódio. Toda essa linha é uma linha que está crescendo muito no mercado”, diz Marcos Maluf, de uma rede de supermercado.

Fonte: http://www.revista-fi.com/

Tendências de alimentos embalados na América Latina.

“A indústria de alimentos embalados é muito dinâmico neste hemisfério, através de estilos de vida cada vez mais agitado, mas também mais conscientes da saúde. Isto leva a hábitos alimentares a evoluir e introduzir inovações para atender a demanda”, disse Sean Kreidler, Gerente de Pesquisa da América Latina em Euromonitor International. Cidades e estilos de vida costumam mudar, o que significa que os hábitos também variam de acordo com as novas necessidades. Um exemplo é o que está acontecendo aqui no Brasil, onde os consumidores já estão demonstrando algumas variações em suas preferências alimentares, bem como canais de distribuição para atender a estes produtos.

O inquérito revelou que os consumidores brasileiros estão procurando maneiras cada vez mais rápidas e convenientes de obter comida, de modo que as categorias com maior potencial são aqueles que oferecem pratos tradicionais. Exemplos são congelados pão de queijo (pão de queijo) ou frango congelado (aves marinadas, principalmente populares para o Natal).

A isto se soma aos lanches em pequenas embalagens e macarrão -, o último, que tem mostrado, de acordo com o relatório, uma grande popularidade em vários países da região, como Bolívia e Argentina.

Produtos embalados têm vindo a ganhar terreno, de modo que sua venda está movendo-se “cada vez mais além do reino do supermercado de varejo para atacados supermercados brasileiros. Estes supermercados atacadistas estão localizados fora dos centros urbanos e são extremamente populares entre os consumidores de baixa renda. Grandes famílias são o alvo principal e essas famílias estão dispostas a viajar longas distâncias ou fora de suas rotas normais para comprar produtos embalados em massa, evitando os hipermercados caros”.

Além disso, os brasileiros têm demonstrado outra tendência que está relacionado ao se tornaram mais sofisti.cados no café da manhã. O estudo revelou que, com a ascensão da classe média e o aumento da receita líquida, os consumidores brasileiros começaram a incorporar uma ampla variedade de produtos para o café da manhã tradicional consumida no Brasil, que consiste em pão com óleo ou gordura, ou manteiga com leite ou café .

A incorporação de novos produtos são aqueles que anteriormente eram considerados caros, como carnes processadas refrigeradas, bolos e cereais, sendo que comer feijão no café da manhã caiu na América Latina.

Fonte: http://FoodNewsLatam.com

Países assinam acordo por segurança alimentar.

Os cinco países integrantes dos Brics, o Brasil, a Rússia, a China, a Índia e a África do Sul, assinaram um acordo nesta terça-feira (29) para minimizar os efeitos negativos das alterações climáticas na segurança alimentar. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a declaração foi assinada pelos ministros da agricultura das cinco nações, que estão reunidos na África do Sul.
O acordo prevê iniciativas de cooperação, dentre e fora dos Brics, para fomentar a produção de alimentos com menor dependência dos efeitos climáticos. “É preciso conseguir um rápido e consistente conhecimento desde os calendários de cultivos até a introdução de práticas sustentáveis e material genético, baseado na biotecnologia. Esta é uma das principais ações para garantir produtividade e volume de oferta adequado, em quantidade e sanidade, compatível com as demandas da população mundial”, destacou o ministro brasileiro da Agricultura, Antônio Andrade. No encontro, Andrade destacou o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no desenvolvimento de pesquisas sobre os impactos das mudanças climáticas na pecuária e nos grãos. Ele citou também medidas que ajudam a amenizar os efeitos do clima sobre o cultivo, como alteração da data de semeadura, variação das espécies das sementes e técnicas de irrigação e de sombreamento. “O Brasil também avança na adoção de novas práticas agrícolas promissoras. Por exemplo, a conversão de pastagens degradadas ou de baixo rendimento em sistemas integrados com lavouras e florestas, gerando efeito positivo no convívio com temperaturas mais elevadas”, disse.

Fonte: http://www.revista-fi.com/